Manifestantes contra a eleição do ex-presidente Lula (PT) fecharam, na manhã desta terça-feira, 1º novembro, parte da Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Ourinhos, em frente a indústria mecânica Zanuto, no km 372. Os manifestantes colocaram pneus e estão parando caminhões. Veículos pequenos são liberados. Apesar da manifestação, o trânsito flui pelas marginais.
A Polícia Rodoviária Estadual está no local e informou ao menos oito pontos de interdição, na região, nesta terça-feira. Confira abaixo:

PONTOS DE MANIFESTAÇÃO 3ª CIA
1° Pel Assis/SP
- SP 270 – Rodovia Raposo Tavares, km 446+500, Assis - sentido oeste, aproximadamente 50 veículos, interditado as duas faixas de rolamentos, defronte ao posto Marajó.
- SP 284 – Rodovia Prefeito José Gagliardi, km 499+000, Quatá- parcialmente, sem informação de quantidade, aguardando vtr no local.
2° Pel Marília/SP
- SP 333- , KM 322, DEFRONTE ao posto gigantão - parcial
- SP 294- Cmt João Ribeiro de Barros, KM 523, parcialmente com queima de pneus
- SP 425 Assis Chateaubriand KM 374 - Parapuã- interdição- Parcial, - passando veículos leves, perecíveis, emergência.
- SP 457 Rodovia Brigadeiro Eduardo Gomes, KM 57 Bastos, sem novidades somente manifestação sem interdição
3° Pel Ourinhos/SP
- SP 270 Rodovia Raposo Tavares, Km 325+800 Piraju, interdição total, sendo que em alguns momentos liberam alguns carros pequenos.
- SP 270 Rodovia Raposo Tavares, km 372 Ourinhos, pista Oeste interditada fluindo o trânsito pela via marginal. 270- Rodovia Raposo Tavares, km 325+800, Piraju-Ourinhos.
STF determina que polícias desbloqueiem rodovias
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal votou, nos primeiros minutos desta terça-feira (1º), para confirmar a decisão individual do ministro Alexandre de Moraes, que determinou à Polícia Rodoviária Federal (PRF) e às polícias militares dos estados o desbloqueio das rodovias brasileiras ocupadas de forma irregular por manifestantes que apoiam o presidente Jair Bolsonaro.
O caso é analisado no plenário virtual da Corte. Prevalece o voto do ministro Alexandre de Moraes, pelo referendo à decisão. Acompanham os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Gilmar Mendes e as ministras Cármen Lúcia e Rosa Weber.
O ministro também estipulou para o diretor da PRF, Silvinei Vasques, em caso de descumprimento da ordem, multa de R$ 100 mil por hora e eventual afastamento do cargo.
Na decisão, Moraes escreveu que movimentos reivindicatórios não podem impedir o restante da sociedade de exercer seus direitos.
Para o ministro, pode configurar abuso "impedir o livre acesso das demais pessoas aos aeroportos, rodovias e hospitais, por exemplo, em flagrante desrespeito à liberdade constitucional de locomoção (ir e vir), colocando em risco a harmonia, a segurança e a Saúde Pública, como na presente hipótese".
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