Uma menina venezuelana de 8 anos, identificada como Miratzi Kairelis Perez Mejias, foi encontrada morta após ter sido sequestrada no município de São Manoel do Paraná, no noroeste do estado. O principal suspeito do crime, Daniel Luiz Ferrari, de 25 anos, era namorado da mãe da criança e foi morto durante confronto com a Polícia Militar do Paraná no domingo (15), enquanto era procurado pelas autoridades.
De acordo com o delegado Wagner Quintão, o suspeito ficou sozinho com a menina no dia 12 de fevereiro após pedir que a mãe dela saísse para comprar cigarros. Quando a mulher retornou, não encontrou mais a filha nem o namorado. A partir disso, a polícia iniciou buscas e passou a tratar o caso como sequestro.
Antes de fugir com a criança, Daniel também atacou a ex-companheira, de 39 anos, que está grávida, desferindo golpes de faca em seu abdômen. A vítima foi socorrida, passou por cirurgia e, segundo a polícia, ela e o bebê não correm risco de morte. Ainda conforme as investigações, o suspeito também agrediu a ex-sogra, de 81 anos, e uma criança de 2 anos, antes de deixar o local em um veículo.
O corpo de Miratzi foi localizado na noite de domingo (15), em uma área de mata, próxima ao local onde o carro utilizado na fuga havia sido abandonado. Segundo a polícia, o corpo apresentava sinais de violência e estava em avançado estado de decomposição, o que indica que a morte pode ter ocorrido poucos dias após o sequestro. A causa da morte será confirmada por laudo da Polícia Científica.
Durante as buscas, equipes policiais e bombeiros localizaram Daniel, que reagiu à abordagem e atacou um policial com uma faca. Diante da agressão, os agentes efetuaram disparos e o suspeito morreu no local. Nenhum policial ficou ferido.
As investigações apontam que Daniel e a mãe da menina mantinham um relacionamento há poucos meses. A criança não era filha dele e não possuía qualquer parentesco com o suspeito. Segundo a Polícia Civil, um inquérito foi instaurado e apura crimes como feminicídio, tentativa de feminicídio, lesão corporal e sequestro.
O caso causou grande comoção e segue sendo investigado pelas autoridades para esclarecer todos os detalhes e a motivação do crime.
De acordo com o delegado Wagner Quintão, o suspeito ficou sozinho com a menina no dia 12 de fevereiro após pedir que a mãe dela saísse para comprar cigarros. Quando a mulher retornou, não encontrou mais a filha nem o namorado. A partir disso, a polícia iniciou buscas e passou a tratar o caso como sequestro.
Antes de fugir com a criança, Daniel também atacou a ex-companheira, de 39 anos, que está grávida, desferindo golpes de faca em seu abdômen. A vítima foi socorrida, passou por cirurgia e, segundo a polícia, ela e o bebê não correm risco de morte. Ainda conforme as investigações, o suspeito também agrediu a ex-sogra, de 81 anos, e uma criança de 2 anos, antes de deixar o local em um veículo.
O corpo de Miratzi foi localizado na noite de domingo (15), em uma área de mata, próxima ao local onde o carro utilizado na fuga havia sido abandonado. Segundo a polícia, o corpo apresentava sinais de violência e estava em avançado estado de decomposição, o que indica que a morte pode ter ocorrido poucos dias após o sequestro. A causa da morte será confirmada por laudo da Polícia Científica.
Durante as buscas, equipes policiais e bombeiros localizaram Daniel, que reagiu à abordagem e atacou um policial com uma faca. Diante da agressão, os agentes efetuaram disparos e o suspeito morreu no local. Nenhum policial ficou ferido.
As investigações apontam que Daniel e a mãe da menina mantinham um relacionamento há poucos meses. A criança não era filha dele e não possuía qualquer parentesco com o suspeito. Segundo a Polícia Civil, um inquérito foi instaurado e apura crimes como feminicídio, tentativa de feminicídio, lesão corporal e sequestro.
O caso causou grande comoção e segue sendo investigado pelas autoridades para esclarecer todos os detalhes e a motivação do crime.
⚠️ AVISO SOBRE DIREITOS AUTORAIS
Todo o conteúdo publicado no site, incluindo textos, fotografias, vídeos, artes, logotipos e demais materiais jornalísticos, é protegido pela Lei de Direitos Autorais (Lei Federal nº 9.610/98).
É expressamente proibida a reprodução, cópia, distribuição, retransmissão ou utilização total ou parcial de qualquer conteúdo deste portal sem autorização prévia e formal do site Passando a Régua.
A utilização indevida de material protegido poderá resultar em responsabilização civil e criminal, conforme previsto na legislação brasileira.
O compartilhamento de links das matérias é permitido, desde que preservada a autoria e a integridade do conteúdo.





