A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte da professora Juliana Bassetto, que passou mal e morreu após participar de uma aula de natação em uma academia localizada no Parque São Lucas, na Zona Leste da capital. O caso ocorreu no sábado (7), e, segundo o delegado Alexandre Bento, titular do 42º Distrito Policial, a principal suspeita é de que uma mistura inadequada de produtos químicos utilizada na manutenção da piscina tenha provocado uma reação química, liberando gases tóxicos no ambiente.
De acordo com o delegado, o funcionário responsável pela manutenção da piscina seria um manobrista da empresa, que ainda não foi localizado. A polícia busca identificar quais produtos foram utilizados e em que proporção. A suspeita é de que o gás liberado tenha provocado intoxicação nas pessoas presentes, causando danos às vias respiratórias. Amostras da água da piscina e dos produtos químicos foram apreendidas para análise pericial.

Produtos de limpeza foram encontrados na área da piscina — Foto: TV Globo
Juliana passou mal logo após entrar na piscina e foi socorrida, mas seu quadro se agravou e ela morreu após sofrer uma parada cardíaca. O marido dela, Vinícius de Oliveira, também passou mal, está internado em estado grave e foi entubado. Um adolescente de 14 anos permanece hospitalizado, enquanto outras duas pessoas receberam atendimento médico e já tiveram alta.
A academia C4 Gym foi interditada preventivamente pela Vigilância Sanitária e pela Subprefeitura de Vila Prudente, que identificaram irregularidades, como a falta de alvará de funcionamento, existência de dois CNPJs vinculados ao mesmo endereço e condições precárias de segurança. Segundo o delegado, os responsáveis pelo estabelecimento não colaboraram inicialmente com a investigação, e a perícia só conseguiu entrar no local após arrombamento.

Academia da Zona Leste de SP onde mulher morreu após nadar em piscina não tinha alvará e foi interditada neste domingo (8) — Foto: TV Globo
Em nota, a academia informou que suspendeu imediatamente o uso da piscina após o ocorrido, acionou o socorro e afirmou estar colaborando com as autoridades. Também declarou luto e manteve as unidades próprias fechadas nesta segunda-feira (9).
A família da professora pediu justiça e afirmou esperar que o caso seja totalmente esclarecido para evitar que situações semelhantes se repitam. O velório de Juliana está previsto para esta segunda-feira (9), em São Paulo. A Polícia Civil segue investigando o caso para apurar as responsabilidades e esclarecer as circunstâncias da morte
De acordo com o delegado, o funcionário responsável pela manutenção da piscina seria um manobrista da empresa, que ainda não foi localizado. A polícia busca identificar quais produtos foram utilizados e em que proporção. A suspeita é de que o gás liberado tenha provocado intoxicação nas pessoas presentes, causando danos às vias respiratórias. Amostras da água da piscina e dos produtos químicos foram apreendidas para análise pericial.

Produtos de limpeza foram encontrados na área da piscina — Foto: TV Globo
Juliana passou mal logo após entrar na piscina e foi socorrida, mas seu quadro se agravou e ela morreu após sofrer uma parada cardíaca. O marido dela, Vinícius de Oliveira, também passou mal, está internado em estado grave e foi entubado. Um adolescente de 14 anos permanece hospitalizado, enquanto outras duas pessoas receberam atendimento médico e já tiveram alta.
A academia C4 Gym foi interditada preventivamente pela Vigilância Sanitária e pela Subprefeitura de Vila Prudente, que identificaram irregularidades, como a falta de alvará de funcionamento, existência de dois CNPJs vinculados ao mesmo endereço e condições precárias de segurança. Segundo o delegado, os responsáveis pelo estabelecimento não colaboraram inicialmente com a investigação, e a perícia só conseguiu entrar no local após arrombamento.

Academia da Zona Leste de SP onde mulher morreu após nadar em piscina não tinha alvará e foi interditada neste domingo (8) — Foto: TV Globo
Em nota, a academia informou que suspendeu imediatamente o uso da piscina após o ocorrido, acionou o socorro e afirmou estar colaborando com as autoridades. Também declarou luto e manteve as unidades próprias fechadas nesta segunda-feira (9).
A família da professora pediu justiça e afirmou esperar que o caso seja totalmente esclarecido para evitar que situações semelhantes se repitam. O velório de Juliana está previsto para esta segunda-feira (9), em São Paulo. A Polícia Civil segue investigando o caso para apurar as responsabilidades e esclarecer as circunstâncias da morte




