Um jovem de 25 anos, morador de Canitar (SP), foi vítima do golpe do falso intermediário ao tentar comprar uma motocicleta por meio de um anúncio no Facebook. O caso foi registrado nesta segunda-feira (14) e a vítima compareceu ao Plantão Policial da CPJ de Ourinhos para registrar a ocorrência.
De acordo com o boletim, o jovem viu uma publicação em um grupo da rede social anunciando a venda de uma motoneta Honda Biz pelo valor de R$ 5.700. O anúncio foi feito por uma pessoa identificada como “Maria Clara”. Após entrar em contato, ele foi orientado a negociar diretamente com um suposto primo da proprietária do veículo, que se apresentou como “Gilmar”.
Segundo o relato, Gilmar alegou que a venda estava sendo feita em nome de sua prima, identificada como Ana Maria, e que ele receberia uma comissão pela intermediação. O comprador então foi ao encontro de Ana Maria e, após negociações presenciais, ambos seguiram para um cartório a fim de realizar a transferência do veículo.
No entanto, antes da formalização da venda, o jovem realizou um pagamento via PIX no valor de R$ 5 mil para Gilmar. Logo após a transação, o suposto intermediário parou de responder às mensagens. Ao ser questionada sobre a assinatura do recibo de transferência, Ana Maria recusou-se, dizendo que não havia recebido nenhum valor e que não conhecia Gilmar como parente.
Ainda segundo o depoimento, Ana Maria revelou que havia sido instruída por Gilmar a se passar por sua prima, sob a promessa de receber um valor superior ao anunciado pela moto. Com a constatação do golpe, o jovem procurou sua instituição bancária, que recomendou o registro da ocorrência para que as medidas legais fossem adotadas.
A vítima foi orientada sobre o prazo legal de seis meses para representação criminal contra o autor do golpe. O caso segue sob investigação como crime de estelionato.
De acordo com o boletim, o jovem viu uma publicação em um grupo da rede social anunciando a venda de uma motoneta Honda Biz pelo valor de R$ 5.700. O anúncio foi feito por uma pessoa identificada como “Maria Clara”. Após entrar em contato, ele foi orientado a negociar diretamente com um suposto primo da proprietária do veículo, que se apresentou como “Gilmar”.
Segundo o relato, Gilmar alegou que a venda estava sendo feita em nome de sua prima, identificada como Ana Maria, e que ele receberia uma comissão pela intermediação. O comprador então foi ao encontro de Ana Maria e, após negociações presenciais, ambos seguiram para um cartório a fim de realizar a transferência do veículo.
No entanto, antes da formalização da venda, o jovem realizou um pagamento via PIX no valor de R$ 5 mil para Gilmar. Logo após a transação, o suposto intermediário parou de responder às mensagens. Ao ser questionada sobre a assinatura do recibo de transferência, Ana Maria recusou-se, dizendo que não havia recebido nenhum valor e que não conhecia Gilmar como parente.
Ainda segundo o depoimento, Ana Maria revelou que havia sido instruída por Gilmar a se passar por sua prima, sob a promessa de receber um valor superior ao anunciado pela moto. Com a constatação do golpe, o jovem procurou sua instituição bancária, que recomendou o registro da ocorrência para que as medidas legais fossem adotadas.
A vítima foi orientada sobre o prazo legal de seis meses para representação criminal contra o autor do golpe. O caso segue sob investigação como crime de estelionato.





