Um homem de 67 anos, morador da Vila Margarida, em Ourinhos, procurou a Polícia Civil após ser vítima do chamado golpe do falso advogado. A fraude ocorreu entre segunda (14) e terça-feira (15) e, segundo o boletim de ocorrência, provocou prejuízo de aproximadamente R$ 5,3 mil, além da contratação de empréstimos sem autorização.
A vítima contou que recebeu mensagens de dois números pelo WhatsApp. O golpista se apresentou como “Doutor Guilherme” e utilizava uma fotografia semelhante à do irmão de Juracy, que é advogado e o representa em uma ação de danos morais que tramita na comarca de Itaí.
Segundo o registro policial, o criminoso demonstrava conhecimento sobre o processo judicial e afirmou que a ação havia sido julgada favoravelmente, com valores disponíveis para recebimento. Acreditando estar falando com alguém ligado ao seu advogado, Juracy forneceu informações bancárias e realizou procedimentos no celular seguindo as orientações recebidas.
Empréstimos foram feitos sem autorização
Posteriormente, o morador percebeu movimentações que afirma não ter realizado. Conforme o boletim, aproximadamente R$ 1.851 que estavam em uma conta da Caixa Econômica Federal foram transferidos para terceiros.
Também teriam sido contratados, sem autorização da vítima, dois empréstimos no Bradesco, de aproximadamente R$ 3,5 mil e R$ 3,1 mil. Os recursos passaram por suas contas e foram posteriormente transferidos.
O boletim registra prejuízo de R$ 5.351. Juracy afirmou que não autorizou as operações e que somente depois percebeu que havia sido enganado.
A vítima conseguiu contestar as operações realizadas no Bradesco, mas relatou à polícia que ainda não havia conseguido realizar o mesmo procedimento na Caixa devido à paralisação bancária.
O caso foi registrado para investigação. Juracy também informou que soube posteriormente que o nome de seu irmão estaria sendo utilizado por terceiros em outras situações semelhantes.
⚠️ O caso serve de alerta: ao receber mensagens de supostos advogados informando sobre liberação de valores judiciais, a orientação é não realizar transferências, não fornecer senhas e não seguir procedimentos bancários pelo celular antes de confirmar diretamente com o advogado por um número de telefone já conhecido.
A vítima contou que recebeu mensagens de dois números pelo WhatsApp. O golpista se apresentou como “Doutor Guilherme” e utilizava uma fotografia semelhante à do irmão de Juracy, que é advogado e o representa em uma ação de danos morais que tramita na comarca de Itaí.
Segundo o registro policial, o criminoso demonstrava conhecimento sobre o processo judicial e afirmou que a ação havia sido julgada favoravelmente, com valores disponíveis para recebimento. Acreditando estar falando com alguém ligado ao seu advogado, Juracy forneceu informações bancárias e realizou procedimentos no celular seguindo as orientações recebidas.
Empréstimos foram feitos sem autorização
Posteriormente, o morador percebeu movimentações que afirma não ter realizado. Conforme o boletim, aproximadamente R$ 1.851 que estavam em uma conta da Caixa Econômica Federal foram transferidos para terceiros.
Também teriam sido contratados, sem autorização da vítima, dois empréstimos no Bradesco, de aproximadamente R$ 3,5 mil e R$ 3,1 mil. Os recursos passaram por suas contas e foram posteriormente transferidos.
O boletim registra prejuízo de R$ 5.351. Juracy afirmou que não autorizou as operações e que somente depois percebeu que havia sido enganado.
A vítima conseguiu contestar as operações realizadas no Bradesco, mas relatou à polícia que ainda não havia conseguido realizar o mesmo procedimento na Caixa devido à paralisação bancária.
O caso foi registrado para investigação. Juracy também informou que soube posteriormente que o nome de seu irmão estaria sendo utilizado por terceiros em outras situações semelhantes.
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