Um morador de Jacarezinho (PR), de 30 anos, procurou a Delegacia de Polícia de Ourinhos (SP) nesta semana para registrar um caso de extorsão e golpe virtual após acessar um site de acompanhantes.
De acordo com o boletim de ocorrência, o homem relatou que entrou no site “Fatal Model” e, logo em seguida, foi redirecionado para um número de WhatsApp, cuja conversa foi apagada posteriormente. Ele afirma não ter mantido diálogo com a suposta acompanhante.
Pouco depois, recebeu mensagens de um contato com DDD 11, de São Paulo, onde o interlocutor se identificou como “Fábio”, afirmando ser membro do PCC (Primeiro Comando da Capital) e exigindo o pagamento de R$ 500 pelo “tempo gasto com a acompanhante”. Para pressionar a vítima, o golpista compartilhou dados pessoais e o endereço do morador de Jacarezinho.
Temendo represálias, a vítima realizou dois pagamentos via Pix para a chave vinculada ao nome Fabiano V. E. Após os pagamentos, o golpista passou a exigir mais dinheiro, no valor de R$ 1.000, o que levou a vítima a desconfiar do golpe e bloquear o contato.
O caso foi registrado como extorsão. A vítima foi orientada quanto ao prazo legal de seis meses para eventual representação criminal, caso a autoria seja identificada. A Polícia Civil deve investigar o ocorrido.
De acordo com o boletim de ocorrência, o homem relatou que entrou no site “Fatal Model” e, logo em seguida, foi redirecionado para um número de WhatsApp, cuja conversa foi apagada posteriormente. Ele afirma não ter mantido diálogo com a suposta acompanhante.
Pouco depois, recebeu mensagens de um contato com DDD 11, de São Paulo, onde o interlocutor se identificou como “Fábio”, afirmando ser membro do PCC (Primeiro Comando da Capital) e exigindo o pagamento de R$ 500 pelo “tempo gasto com a acompanhante”. Para pressionar a vítima, o golpista compartilhou dados pessoais e o endereço do morador de Jacarezinho.
Temendo represálias, a vítima realizou dois pagamentos via Pix para a chave vinculada ao nome Fabiano V. E. Após os pagamentos, o golpista passou a exigir mais dinheiro, no valor de R$ 1.000, o que levou a vítima a desconfiar do golpe e bloquear o contato.
O caso foi registrado como extorsão. A vítima foi orientada quanto ao prazo legal de seis meses para eventual representação criminal, caso a autoria seja identificada. A Polícia Civil deve investigar o ocorrido.





