Uma moradora de Ourinhos, de 34 anos, procurou a Central de Polícia Judiciária (CPJ) após ser vítima de um golpe aplicado por criminosos que se passaram por atendentes da operadora de internet Alares. O caso foi registrado na noite desta terça-feira (15).
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima estava sem internet em casa e pesquisou na internet por “Alares Ourinhos” para encontrar um canal de atendimento. Ela acessou um resultado patrocinado que a direcionou para uma conversa pelo WhatsApp e, acreditando estar falando com a empresa, iniciou o suposto atendimento.
O homem que se apresentou como funcionário informou que o modem estaria desatualizado e orientou a vítima a participar de uma chamada de vídeo, mostrar o QR Code existente no equipamento e instalar um aplicativo no celular, apresentado como ferramenta para atualização do serviço.
Ainda conforme o registro policial, inicialmente foi solicitado um Pix de R$ 2,99, que seria uma suposta taxa para o deslocamento de um técnico até a residência.
Golpistas tiveram acesso ao celular
Durante o procedimento, os criminosos teriam conseguido acesso remoto ao aparelho da vítima. Ela também foi orientada a realizar procedimentos de reconhecimento facial, acreditando que faziam parte da atualização do modem.
Após o sinal de internet voltar, a moradora desconfiou da situação e acessou sua conta no Bradesco. Foi então que percebeu movimentações que afirma não ter autorizado.
Segundo a ocorrência, um empréstimo pessoal de R$ 9 mil foi contratado em seu nome. Também foram realizadas várias transferências via Pix que, somadas, chegaram a R$ 5.230.
Houve ainda uma tentativa de transferência de R$ 9 mil por TED, mas a operação foi estornada pela instituição financeira e, segundo o boletim, não provocou prejuízo adicional.
A vítima entrou imediatamente em contato com o banco para solicitar o bloqueio das movimentações e demais medidas de segurança. Ela entregou à Polícia Civil extratos, comprovantes, informações sobre o aplicativo instalado, o telefone utilizado pelos golpistas e registros da pesquisa que a levou ao falso atendimento.
O caso foi registrado como fraude eletrônica e deverá ser investigado pela Polícia Civil.
⚠️ ALERTA: consumidores devem redobrar a atenção ao procurar telefones de empresas em mecanismos de busca, principalmente em resultados patrocinados. Antes de instalar aplicativos, realizar pagamentos ou fornecer acesso ao celular, é importante confirmar o contato diretamente pelos canais oficiais da empresa.
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima estava sem internet em casa e pesquisou na internet por “Alares Ourinhos” para encontrar um canal de atendimento. Ela acessou um resultado patrocinado que a direcionou para uma conversa pelo WhatsApp e, acreditando estar falando com a empresa, iniciou o suposto atendimento.
O homem que se apresentou como funcionário informou que o modem estaria desatualizado e orientou a vítima a participar de uma chamada de vídeo, mostrar o QR Code existente no equipamento e instalar um aplicativo no celular, apresentado como ferramenta para atualização do serviço.
Ainda conforme o registro policial, inicialmente foi solicitado um Pix de R$ 2,99, que seria uma suposta taxa para o deslocamento de um técnico até a residência.
Golpistas tiveram acesso ao celular
Durante o procedimento, os criminosos teriam conseguido acesso remoto ao aparelho da vítima. Ela também foi orientada a realizar procedimentos de reconhecimento facial, acreditando que faziam parte da atualização do modem.
Após o sinal de internet voltar, a moradora desconfiou da situação e acessou sua conta no Bradesco. Foi então que percebeu movimentações que afirma não ter autorizado.
Segundo a ocorrência, um empréstimo pessoal de R$ 9 mil foi contratado em seu nome. Também foram realizadas várias transferências via Pix que, somadas, chegaram a R$ 5.230.
Houve ainda uma tentativa de transferência de R$ 9 mil por TED, mas a operação foi estornada pela instituição financeira e, segundo o boletim, não provocou prejuízo adicional.
A vítima entrou imediatamente em contato com o banco para solicitar o bloqueio das movimentações e demais medidas de segurança. Ela entregou à Polícia Civil extratos, comprovantes, informações sobre o aplicativo instalado, o telefone utilizado pelos golpistas e registros da pesquisa que a levou ao falso atendimento.
O caso foi registrado como fraude eletrônica e deverá ser investigado pela Polícia Civil.
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