A moradora de Chavantes (SP), Rayssa Carvalho, utilizou suas redes sociais nesta terça-feira, 30, para expressar sua indignação com o atendimento prestado pela Santa Casa de Misericórdia de Chavantes, após uma experiência frustrante enquanto buscava cuidados médicos para seu filho de apenas 4 meses.
Rayssa relatou que, por volta das 15h30 de ontem (29), correu para o hospital acompanhada do marido e do bebê, após a pediatra do filho solicitar exames com urgência. Contudo, teve que realizá-los de forma particular, pois pelo SUS o resultado só estaria disponível após o dia 30 de maio.
Ao chegar ao hospital com os resultados, que indicavam desnutrição severa do bebê, Rayssa e seu filho enfrentaram dificuldades no atendimento. O médico de plantão não demonstrou interesse em examinar a criança adequadamente, e as enfermeiras não conseguiram inserir o acesso venoso após várias tentativas, resultando em mais de 15 furadas no bebê.
Mesmo diante do estado crítico do filho, que apresentava sinais de desidratação e começava a ficar amarelo, o atendimento foi negligenciado. Rayssa precisou pedir ajuda à mãe para que o bebê fosse atendido, e somente após a intervenção dela o hospital tomou alguma providência.
A situação piorou quando o médico, sem sequer examinar a criança, decidiu encaminhá-la para outro hospital devido à desidratação severa. Diante da demora para a ambulância chegar, Rayssa optou por levar o filho a uma consulta particular em Ourinhos (SP), pagando mil reais pelo atendimento. Ela enfatizou a falta de equipamentos e funcionários competentes na Santa Casa de Chavantes e anunciou sua intenção de registrar um boletim de ocorrência contra o hospital.
Nota da Santa Casa de Misericórdia de Chavantes
Rayssa relatou que, por volta das 15h30 de ontem (29), correu para o hospital acompanhada do marido e do bebê, após a pediatra do filho solicitar exames com urgência. Contudo, teve que realizá-los de forma particular, pois pelo SUS o resultado só estaria disponível após o dia 30 de maio.
Ao chegar ao hospital com os resultados, que indicavam desnutrição severa do bebê, Rayssa e seu filho enfrentaram dificuldades no atendimento. O médico de plantão não demonstrou interesse em examinar a criança adequadamente, e as enfermeiras não conseguiram inserir o acesso venoso após várias tentativas, resultando em mais de 15 furadas no bebê.
Mesmo diante do estado crítico do filho, que apresentava sinais de desidratação e começava a ficar amarelo, o atendimento foi negligenciado. Rayssa precisou pedir ajuda à mãe para que o bebê fosse atendido, e somente após a intervenção dela o hospital tomou alguma providência.
A situação piorou quando o médico, sem sequer examinar a criança, decidiu encaminhá-la para outro hospital devido à desidratação severa. Diante da demora para a ambulância chegar, Rayssa optou por levar o filho a uma consulta particular em Ourinhos (SP), pagando mil reais pelo atendimento. Ela enfatizou a falta de equipamentos e funcionários competentes na Santa Casa de Chavantes e anunciou sua intenção de registrar um boletim de ocorrência contra o hospital.
Nota da Santa Casa de Misericórdia de Chavantes
"A Santa Casa de Chavantes informa que prestou todo o atendimento necessário para Rayssa Carvalho e seu filho. Após as primeiras etapas de atendimento, solicitamos uma vaga para internação pelo sistema CROSS (Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde). No entanto, a mãe se recusou a esperar e levou o filho para outra unidade de saúde após assinar um termo de saída.
Atualmente, estamos atendendo toda a demanda do município, seja emergência ou consulta eletiva. Em todo o Estado de São Paulo, o sistema de saúde está pressionado pela dengue, Covid-19, surtos de conjuntivite, gripe e outras demandas epidemiológicas. Nesses casos, seguimos protocolos internacionais para escala de prioridade de atendimentos. No entanto, há uma média de espera acima do usual.
Apesar das adversidades, queremos assegurar à comunidade que os atendimentos continuam sem interrupção, pois somos a base da saúde no município. Estamos comprometidos em oferecer o melhor de nós, tanto profissionais quanto gestores, e compreendemos os desafios orçamentários enfrentados pelo município.
Neste momento, estamos buscando a contratação de um segundo médico para os plantões. Inclusive, um profissional já vem atuando em alguns dias da semana. Em abril de 2024, já ultrapassamos mais de 3 mil atendimentos, 55 cirurgias, 110 internações, mais de 80 tomografias e mais 200 raios-X. Todos esses serviços são prestados de forma gratuita, sem o custeio do município".





