Moradora denuncia supostos furtos e vandalismo em igreja e comércio de Ourinhos após eleições

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Uma moradora de Ourinhos publicou, nesta segunda-feira (26), um vídeo nas redes sociais denunciando supostos furtos e atos de vandalismo na Igreja Batista da Lagoinha, localizada na Avenida Domingos Carmelingo Caló, nº 1944, na Vila São José, e em estabelecimentos comerciais próximos.

Segundo a mulher, os episódios teriam ocorrido durante a noite de domingo (25), após a divulgação do resultado do segundo turno das eleições presidenciais.

Na gravação, ela afirma que desconhecidos teriam mexido na fiação da igreja e tentado entrar no imóvel. A moradora também relata que uma loja vizinha teria sido alvo de furto e vandalismo, enquanto outro estabelecimento teria tido suas portas pichadas com tinta vermelha.

A mulher afirma ainda que adesivos de referência política teriam sido colados nos imóveis.

Moradora atribui atos a apoiadores do PT
Durante o vídeo, a autora da denúncia associa os supostos crimes a pessoas que estariam comemorando a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Vieram aqui ontem à noite, depois das eleições, roubaram a Igreja Lagoinha, mexeram aqui nas fiações todinha, tentaram entrar na igreja e ainda deixaram aqui os adesivos”, afirma.

Em outro trecho, ela relata possíveis danos a estabelecimentos próximos.

“A loja aqui do lado também não passou batido, né? Roubaram também, fizeram vandalismo aqui”, declara.

Apesar das afirmações feitas pela moradora, não há, até o momento, elementos oficiais apresentados que confirmem a identidade dos responsáveis ou qualquer ligação dos supostos crimes com apoiadores do PT. A presença de adesivos ou inscrições de caráter político, por si só, não comprova a autoria nem a motivação dos atos.

Denúncias ainda não foram confirmadas oficialmente
O Passando a Régua não teve acesso a boletim de ocorrência ou a informações oficiais das autoridades policiais que confirmem os furtos, os danos relatados ou a identificação de possíveis suspeitos.

Dessa forma, as informações divulgadas até o momento têm como base exclusivamente o relato apresentado pela moradora nas redes sociais.

As circunstâncias dos supostos crimes, a extensão dos possíveis prejuízos e a eventual motivação dos responsáveis ainda dependem de esclarecimento.
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