Duas mulheres, de 37 e 40 anos, moradoras de Ourinhos, procuraram a Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência após sofrerem um grande prejuízo financeiro ao caírem em um golpe aplicado pela internet durante a contratação de um pacote de viagem.
De acordo com o registro policial, uma das vítimas relatou que, no início de maio, visualizou no Instagram uma propaganda supostamente vinculada ao Japaratinga Resort, empreendimento localizado no estado de Alagoas. Após clicar no anúncio, ela foi direcionada para atendimento por meio do WhatsApp, onde passou a negociar um pacote de hospedagem destinado a uma viagem familiar.
Segundo a vítima, os supostos representantes utilizaram nome empresarial, CNPJ, logomarca, slogan e outros elementos visuais do resort, transmitindo aparência de legitimidade e confiança. As negociações ocorreram ao longo de vários dias do mês de maio, período em que foram discutidas informações sobre hospedagem, reserva e formas de pagamento.
Convencida de que se tratava de uma oferta verdadeira, a mulher decidiu fechar o pacote e contou com a participação de familiares para efetuar os pagamentos. Somente em seu núcleo familiar, os valores pagos ultrapassaram R$ 60 mil.
Conforme o boletim de ocorrência, o marido da vítima realizou dois pagamentos por cartão de crédito, um no valor de R$ 21.518,16 e outro de R$ 26.610,12, ambos parcelados em 12 vezes. Outro familiar efetuou pagamento de R$ 5.804,00, também parcelado, enquanto uma segunda mulher realizou uma transação de R$ 6.793,00. Somados, os pagamentos chegaram a R$ 60.725,28.
Após a confirmação das transações, os supostos atendentes informaram que enviariam por e-mail um link para cadastro e formalização da reserva. No entanto, o documento nunca foi encaminhado. Ao tentar retomar o contato, a vítima percebeu que as mensagens enviadas pelo WhatsApp já não eram entregues e que a foto do perfil utilizado pelos supostos representantes havia sido removida.
Desconfiada da situação, ela entrou em contato diretamente com o resort e foi informada de que não existia qualquer reserva cadastrada em nome dela ou dos demais familiares. Ainda segundo o relato, uma funcionária do empreendimento informou que aquela já era a quinta reclamação recebida envolvendo golpistas que estariam utilizando indevidamente o nome do estabelecimento para aplicar fraudes semelhantes.
A vítima informou à polícia que possui conversas, capturas de tela, comprovantes de pagamento, registros dos links enviados pelos criminosos e faturas dos cartões de crédito utilizados, materiais que poderão auxiliar nas investigações.
O caso foi registrado pela Polícia Civil, que deverá apurar a autoria do golpe e tentar identificar os responsáveis pela fraude eletrônica.
De acordo com o registro policial, uma das vítimas relatou que, no início de maio, visualizou no Instagram uma propaganda supostamente vinculada ao Japaratinga Resort, empreendimento localizado no estado de Alagoas. Após clicar no anúncio, ela foi direcionada para atendimento por meio do WhatsApp, onde passou a negociar um pacote de hospedagem destinado a uma viagem familiar.
Segundo a vítima, os supostos representantes utilizaram nome empresarial, CNPJ, logomarca, slogan e outros elementos visuais do resort, transmitindo aparência de legitimidade e confiança. As negociações ocorreram ao longo de vários dias do mês de maio, período em que foram discutidas informações sobre hospedagem, reserva e formas de pagamento.
Convencida de que se tratava de uma oferta verdadeira, a mulher decidiu fechar o pacote e contou com a participação de familiares para efetuar os pagamentos. Somente em seu núcleo familiar, os valores pagos ultrapassaram R$ 60 mil.
Conforme o boletim de ocorrência, o marido da vítima realizou dois pagamentos por cartão de crédito, um no valor de R$ 21.518,16 e outro de R$ 26.610,12, ambos parcelados em 12 vezes. Outro familiar efetuou pagamento de R$ 5.804,00, também parcelado, enquanto uma segunda mulher realizou uma transação de R$ 6.793,00. Somados, os pagamentos chegaram a R$ 60.725,28.
Após a confirmação das transações, os supostos atendentes informaram que enviariam por e-mail um link para cadastro e formalização da reserva. No entanto, o documento nunca foi encaminhado. Ao tentar retomar o contato, a vítima percebeu que as mensagens enviadas pelo WhatsApp já não eram entregues e que a foto do perfil utilizado pelos supostos representantes havia sido removida.
Desconfiada da situação, ela entrou em contato diretamente com o resort e foi informada de que não existia qualquer reserva cadastrada em nome dela ou dos demais familiares. Ainda segundo o relato, uma funcionária do empreendimento informou que aquela já era a quinta reclamação recebida envolvendo golpistas que estariam utilizando indevidamente o nome do estabelecimento para aplicar fraudes semelhantes.
A vítima informou à polícia que possui conversas, capturas de tela, comprovantes de pagamento, registros dos links enviados pelos criminosos e faturas dos cartões de crédito utilizados, materiais que poderão auxiliar nas investigações.
O caso foi registrado pela Polícia Civil, que deverá apurar a autoria do golpe e tentar identificar os responsáveis pela fraude eletrônica.
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