A morte da psicóloga Juliana Reijane Néo, de 25 anos, vítima de meningite, causou forte comoção em São Carlos e em toda a região. Familiares, amigos e pacientes utilizaram as redes sociais para prestar homenagens e destacar a trajetória da jovem profissional, descrita como dedicada e acolhedora.
Juliana estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de São Carlos desde o dia 17 de abril, após ter sido atendida inicialmente em duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do município. Ela não resistiu às complicações da doença e faleceu na sexta-feira (1º).
De acordo com a prefeitura, a psicóloga procurou atendimento na UPA do bairro Santa Felícia por volta das 11h50 do dia 17, relatando dor de cabeça persistente há cerca de uma semana, além de náuseas e vômitos. Horas depois, às 15h50, foi levada pela família à UPA da Vila Prado já em parada cardiorrespiratória. A equipe médica realizou manobras de reanimação por cerca de nove minutos, conseguindo reverter o quadro. Em seguida, ela foi transferida à Santa Casa por uma Unidade de Suporte Avançado do Samu.
O tipo de meningite que levou à morte da jovem ainda não foi divulgado. O caso está sob investigação da Vigilância Epidemiológica do município.
Mesmo diante da perda, a família tomou a decisão de autorizar a doação de órgãos. Foram captados coração, fígado, pâncreas, rins e vasos sanguíneos, em um procedimento realizado na madrugada de sábado (2), que mobilizou equipes especializadas de diferentes regiões do estado. Segundo a Santa Casa, esta foi a primeira vez que a instituição realizou a captação de pâncreas.
Juliana atuava na clínica Cuhidar Saúde, que publicou nota de pesar destacando seu comprometimento profissional e o impacto positivo que deixou entre colegas e pacientes. “Foi uma profissional dedicada, ética e extremamente comprometida com o cuidado e o bem-estar de seus pacientes”, afirmou a equipe.
Nas redes sociais, mensagens emocionadas reforçaram o carinho que cercava a psicóloga. Amigos e pacientes lembraram da empatia, do apoio oferecido em momentos difíceis e da personalidade acolhedora de Juliana.
O corpo foi velado no Memorial Grupo Sinsef, em São Carlos, e o sepultamento ocorreu na tarde de sábado (2), no Cemitério Jardim da Paz.
Entenda a meningite
A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o sistema nervoso central. A doença pode ser causada por bactérias, vírus, fungos ou parasitas, conforme informações do Ministério da Saúde. As formas bacteriana e viral são as mais relevantes para a saúde pública, devido ao potencial de surtos.
Os principais sintomas incluem febre alta, dor intensa de cabeça, vômitos, rigidez no pescoço e dificuldade para encostar o queixo no peito. Em alguns casos, podem surgir manchas vermelhas pelo corpo.
A prevenção ocorre, principalmente, por meio da vacinação, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), com imunizantes como a meningocócica, pneumocócica e a pentavalente.
O tratamento varia conforme o agente causador, sendo que as meningites bacterianas exigem uso imediato de antibióticos. Mesmo com tratamento, a doença pode deixar sequelas graves, como perda auditiva, comprometimento neurológico e, em casos mais severos, amputações.
A morte precoce de Juliana reforça o alerta para a gravidade da doença e a importância do diagnóstico rápido e da prevenção.
Juliana estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de São Carlos desde o dia 17 de abril, após ter sido atendida inicialmente em duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do município. Ela não resistiu às complicações da doença e faleceu na sexta-feira (1º).
De acordo com a prefeitura, a psicóloga procurou atendimento na UPA do bairro Santa Felícia por volta das 11h50 do dia 17, relatando dor de cabeça persistente há cerca de uma semana, além de náuseas e vômitos. Horas depois, às 15h50, foi levada pela família à UPA da Vila Prado já em parada cardiorrespiratória. A equipe médica realizou manobras de reanimação por cerca de nove minutos, conseguindo reverter o quadro. Em seguida, ela foi transferida à Santa Casa por uma Unidade de Suporte Avançado do Samu.
O tipo de meningite que levou à morte da jovem ainda não foi divulgado. O caso está sob investigação da Vigilância Epidemiológica do município.
Mesmo diante da perda, a família tomou a decisão de autorizar a doação de órgãos. Foram captados coração, fígado, pâncreas, rins e vasos sanguíneos, em um procedimento realizado na madrugada de sábado (2), que mobilizou equipes especializadas de diferentes regiões do estado. Segundo a Santa Casa, esta foi a primeira vez que a instituição realizou a captação de pâncreas.
Juliana atuava na clínica Cuhidar Saúde, que publicou nota de pesar destacando seu comprometimento profissional e o impacto positivo que deixou entre colegas e pacientes. “Foi uma profissional dedicada, ética e extremamente comprometida com o cuidado e o bem-estar de seus pacientes”, afirmou a equipe.
Nas redes sociais, mensagens emocionadas reforçaram o carinho que cercava a psicóloga. Amigos e pacientes lembraram da empatia, do apoio oferecido em momentos difíceis e da personalidade acolhedora de Juliana.
O corpo foi velado no Memorial Grupo Sinsef, em São Carlos, e o sepultamento ocorreu na tarde de sábado (2), no Cemitério Jardim da Paz.
Entenda a meningite
A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o sistema nervoso central. A doença pode ser causada por bactérias, vírus, fungos ou parasitas, conforme informações do Ministério da Saúde. As formas bacteriana e viral são as mais relevantes para a saúde pública, devido ao potencial de surtos.
Os principais sintomas incluem febre alta, dor intensa de cabeça, vômitos, rigidez no pescoço e dificuldade para encostar o queixo no peito. Em alguns casos, podem surgir manchas vermelhas pelo corpo.
A prevenção ocorre, principalmente, por meio da vacinação, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), com imunizantes como a meningocócica, pneumocócica e a pentavalente.
O tratamento varia conforme o agente causador, sendo que as meningites bacterianas exigem uso imediato de antibióticos. Mesmo com tratamento, a doença pode deixar sequelas graves, como perda auditiva, comprometimento neurológico e, em casos mais severos, amputações.
A morte precoce de Juliana reforça o alerta para a gravidade da doença e a importância do diagnóstico rápido e da prevenção.





