Dois casos de estelionato foram registrados nesta quinta-feira, 26, na Central de Polícia Judiciária de Ourinhos. As ocorrências envolvem um motorista de 51 anos e uma mulher de 53 anos, que relataram ter sido vítimas de golpes aplicados por meio de aplicativos de mensagens e redes sociais.
Golpe envolvendo falso leilão
O primeiro caso envolve um motorista que relatou ter sido enganado após pesquisar a compra de um caminhão por meio do Facebook. Segundo o boletim de ocorrência, ele manteve contato via WhatsApp com uma mulher que se apresentou como funcionária da empresa VIP Leilões.
A suposta atendente orientou a vítima a realizar um procedimento para emissão de uma “carteirinha de acesso” necessária para visualizar o veículo em um suposto leilão. Durante a conversa, o motorista foi instruído a pagar uma taxa de R$ 2,90 por meio do aplicativo PagBank, o que foi feito acreditando tratar-se de procedimento legítimo.
Após encerrar o contato, a vítima percebeu que sua conta apresentava saldo negativo, quando anteriormente possuía cerca de R$ 186. Ao verificar as movimentações, constatou diversas transferências via PIX realizadas sem autorização.
Além disso, os golpistas teriam acessado a conta bancária da vítima e contratado um empréstimo no valor de R$ 15.273,23. Parte desse valor foi transferida para a conta digital da própria vítima e posteriormente enviada a terceiros por meio de PIX.
O motorista afirmou que não forneceu senhas nem códigos de segurança, limitando-se a seguir orientações repassadas durante o atendimento telefônico. Ele foi orientado a procurar os bancos envolvidos para solicitar o bloqueio das contas e iniciar o procedimento de ressarcimento por meio do Mecanismo Especial de Devolução (MED), além de reunir comprovantes das transações.
Golpe do falso advogado
No segundo caso, a vítima, uma mulher de 53 anos compareceu ao plantão policial acompanhada da filha para registrar ocorrência após cair no golpe do falso advogado.
Segundo o relato, a mulher recebeu mensagens por WhatsApp de uma pessoa que se identificou como sua advogada, utilizando número diferente do habitual, mas com foto de perfil semelhante. Em seguida, outro indivíduo, que se apresentou como advogado, entrou em contato por chamada de vídeo alegando atuar em um suposto processo judicial no qual a vítima teria valores a receber.
Para dar aparência de legalidade, o suspeito enviou documentos com logotipos de tribunais e números de processos falsos. O golpista afirmou que seria necessário realizar uma espécie de “declaração de valores” para liberar o dinheiro do processo.
Convencidas pelas informações, mãe e filha realizaram transferências via PIX que totalizaram mais de R$ 1,1 mil para contas de empresas indicadas pelos criminosos. Após as transações, elas entraram em contato com a advogada verdadeira e descobriram que se tratava de fraude.
As vítimas foram orientadas sobre o prazo legal de seis meses para eventual representação criminal contra os autores, contado a partir da identificação dos suspeitos.
A Polícia Civil investiga os dois casos e alerta a população para redobrar a atenção em contatos feitos por redes sociais e aplicativos de mensagens, especialmente quando envolvem pedidos de pagamento ou dados bancários.
Golpe envolvendo falso leilão
O primeiro caso envolve um motorista que relatou ter sido enganado após pesquisar a compra de um caminhão por meio do Facebook. Segundo o boletim de ocorrência, ele manteve contato via WhatsApp com uma mulher que se apresentou como funcionária da empresa VIP Leilões.
A suposta atendente orientou a vítima a realizar um procedimento para emissão de uma “carteirinha de acesso” necessária para visualizar o veículo em um suposto leilão. Durante a conversa, o motorista foi instruído a pagar uma taxa de R$ 2,90 por meio do aplicativo PagBank, o que foi feito acreditando tratar-se de procedimento legítimo.
Após encerrar o contato, a vítima percebeu que sua conta apresentava saldo negativo, quando anteriormente possuía cerca de R$ 186. Ao verificar as movimentações, constatou diversas transferências via PIX realizadas sem autorização.
Além disso, os golpistas teriam acessado a conta bancária da vítima e contratado um empréstimo no valor de R$ 15.273,23. Parte desse valor foi transferida para a conta digital da própria vítima e posteriormente enviada a terceiros por meio de PIX.
O motorista afirmou que não forneceu senhas nem códigos de segurança, limitando-se a seguir orientações repassadas durante o atendimento telefônico. Ele foi orientado a procurar os bancos envolvidos para solicitar o bloqueio das contas e iniciar o procedimento de ressarcimento por meio do Mecanismo Especial de Devolução (MED), além de reunir comprovantes das transações.
Golpe do falso advogado
No segundo caso, a vítima, uma mulher de 53 anos compareceu ao plantão policial acompanhada da filha para registrar ocorrência após cair no golpe do falso advogado.
Segundo o relato, a mulher recebeu mensagens por WhatsApp de uma pessoa que se identificou como sua advogada, utilizando número diferente do habitual, mas com foto de perfil semelhante. Em seguida, outro indivíduo, que se apresentou como advogado, entrou em contato por chamada de vídeo alegando atuar em um suposto processo judicial no qual a vítima teria valores a receber.
Para dar aparência de legalidade, o suspeito enviou documentos com logotipos de tribunais e números de processos falsos. O golpista afirmou que seria necessário realizar uma espécie de “declaração de valores” para liberar o dinheiro do processo.
Convencidas pelas informações, mãe e filha realizaram transferências via PIX que totalizaram mais de R$ 1,1 mil para contas de empresas indicadas pelos criminosos. Após as transações, elas entraram em contato com a advogada verdadeira e descobriram que se tratava de fraude.
As vítimas foram orientadas sobre o prazo legal de seis meses para eventual representação criminal contra os autores, contado a partir da identificação dos suspeitos.
A Polícia Civil investiga os dois casos e alerta a população para redobrar a atenção em contatos feitos por redes sociais e aplicativos de mensagens, especialmente quando envolvem pedidos de pagamento ou dados bancários.





