Na noite deste domingo, 30, um homem de 45 anos, identificado como Gilmar A. de S., foi preso em flagrante após tentar roubar um pedestre na Praça Doutor Pedro César Sampaio, em Santa Cruz do Rio Pardo. O suspeito foi detido por populares após a vítima reagir e pedir socorro.
Dinâmica do crime
De acordo com o relato da vítima, E., que é professor de 54 anos, o suspeito abordou-o por volta das 23h50, colocando uma faca em suas costas e exigindo dinheiro; “perdeu, me passa o dinheiro” (sic). Que o professor respondeu que não estava com dinheiro e que portava apenas o aparelho celular. Que o bandido disse “se você não me der dinheiro, eu vou te furar” (sic) e o professor disse “vou pegar o celular do meu bolso” (sic), ocasião a qual ele percebeu que o assaltante abaixou o objeto pontiagudo e, então, virou-se e percebeu que era o homem que havia cruzado seu caminho momentos antes na calçada, o qual portava uma faca.
Após perceber um momento de distração do assaltante, o professor reagiu, iniciando uma luta corporal. Durante a briga, o suspeito tentou feri-lo com a faca, mas não obteve êxito. E. conseguiu arremessar a arma para longe, mas Gilmar recuperou a faca e tentou fugir em direção à Avenida Tiradentes.
Ação dos populares
O pedido de socorro de E. atraiu a atenção de diversas pessoas que estavam nas proximidades devido a um show na praça. Populares perseguiram Gilmar e o alcançaram em frente à Igreja Matriz de São Sebastião, onde o agrediram com socos, chutes, capacetes e pedaços de madeira.
O professor ao ver a situação, pediu para que parassem as agressões, conseguindo afastar os populares de perto do assaltante, o qual, naquele momento, estava ao solo, desmaiado, com cabeça sangrando, enquanto a faca estava caída ao lado. Que, então, o declarante acionou o 190 e o SAMU. Com a chegada da Polícia Militar, os patrulheiros perceberam a grave situação de saúde do agressor, achando melhor socorrer o declarante e o agressor direto à UPA. Que, então, com o socorro prestado pela Polícia Militar, o acionamento do SAMU foi cancelado. Durante a luta corporal com o agressor, o professor acabou lesionando o pulso direito e passou por atendimento médico na UPA, está medicado e está tudo bem.
Intervenção policial e estado de saúde
A Polícia Militar chegou ao local e constatou que o suspeito apresentava ferimentos graves na cabeça, no queixo e no braço direito, sendo levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Ele recebeu oito pontos na cabeça, quatro no queixo e foi transferido para a Santa Casa de Santa Cruz do Rio Pardo devido a fraturas na mandíbula e no braço. O suspeito permanece internado sob escolta policial. A vítima foi atendida e liberada após sofrer uma lesão leve no braço.
Investigação e prisão
A faca utilizada no crime foi apreendida e será analisada. A delegada de plantão decretou a prisão em flagrante de Gilmar por tentativa de roubo qualificado com uso de arma branca, conforme os artigos 14, inciso II, e 157, §2º, inciso VII, do Código Penal.
A Polícia Civil iniciou as investigações, e imagens de câmeras de segurança da região poderão ser analisadas para confirmar a sequência dos eventos. A fiança foi negada devido à gravidade do crime.
Pedido de colaboração
A polícia pede que testemunhas do caso ou pessoas com informações sobre a ação e as agressões se apresentem à delegacia para colaborar com as investigações.
Dinâmica do crime
De acordo com o relato da vítima, E., que é professor de 54 anos, o suspeito abordou-o por volta das 23h50, colocando uma faca em suas costas e exigindo dinheiro; “perdeu, me passa o dinheiro” (sic). Que o professor respondeu que não estava com dinheiro e que portava apenas o aparelho celular. Que o bandido disse “se você não me der dinheiro, eu vou te furar” (sic) e o professor disse “vou pegar o celular do meu bolso” (sic), ocasião a qual ele percebeu que o assaltante abaixou o objeto pontiagudo e, então, virou-se e percebeu que era o homem que havia cruzado seu caminho momentos antes na calçada, o qual portava uma faca.
Após perceber um momento de distração do assaltante, o professor reagiu, iniciando uma luta corporal. Durante a briga, o suspeito tentou feri-lo com a faca, mas não obteve êxito. E. conseguiu arremessar a arma para longe, mas Gilmar recuperou a faca e tentou fugir em direção à Avenida Tiradentes.
Ação dos populares
O pedido de socorro de E. atraiu a atenção de diversas pessoas que estavam nas proximidades devido a um show na praça. Populares perseguiram Gilmar e o alcançaram em frente à Igreja Matriz de São Sebastião, onde o agrediram com socos, chutes, capacetes e pedaços de madeira.
O professor ao ver a situação, pediu para que parassem as agressões, conseguindo afastar os populares de perto do assaltante, o qual, naquele momento, estava ao solo, desmaiado, com cabeça sangrando, enquanto a faca estava caída ao lado. Que, então, o declarante acionou o 190 e o SAMU. Com a chegada da Polícia Militar, os patrulheiros perceberam a grave situação de saúde do agressor, achando melhor socorrer o declarante e o agressor direto à UPA. Que, então, com o socorro prestado pela Polícia Militar, o acionamento do SAMU foi cancelado. Durante a luta corporal com o agressor, o professor acabou lesionando o pulso direito e passou por atendimento médico na UPA, está medicado e está tudo bem.
Intervenção policial e estado de saúde
A Polícia Militar chegou ao local e constatou que o suspeito apresentava ferimentos graves na cabeça, no queixo e no braço direito, sendo levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Ele recebeu oito pontos na cabeça, quatro no queixo e foi transferido para a Santa Casa de Santa Cruz do Rio Pardo devido a fraturas na mandíbula e no braço. O suspeito permanece internado sob escolta policial. A vítima foi atendida e liberada após sofrer uma lesão leve no braço.
Investigação e prisão
A faca utilizada no crime foi apreendida e será analisada. A delegada de plantão decretou a prisão em flagrante de Gilmar por tentativa de roubo qualificado com uso de arma branca, conforme os artigos 14, inciso II, e 157, §2º, inciso VII, do Código Penal.
A Polícia Civil iniciou as investigações, e imagens de câmeras de segurança da região poderão ser analisadas para confirmar a sequência dos eventos. A fiança foi negada devido à gravidade do crime.
Pedido de colaboração
A polícia pede que testemunhas do caso ou pessoas com informações sobre a ação e as agressões se apresentem à delegacia para colaborar com as investigações.





