Uma mulher de 22 anos foi presa em flagrante na noite de sábado, 7, suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas no bairro Parque Minas Gerais, em Ourinhos. A ocorrência foi registrada na Rua Alberto Mori, na altura do número 487, após uma denúncia recebida por uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) durante patrulhamento preventivo.
De acordo com o boletim de ocorrência, os guardas realizavam patrulhamento pela região quando foram abordados pelos ocupantes de um veículo preto. Um dos ocupantes informou que uma mulher, vestindo blusa de frio preta e short jeans, estaria comercializando entorpecentes em um ponto conhecido pela movimentação relacionada ao tráfico de drogas.
Ainda segundo a denúncia, a suspeita estaria escondendo as substâncias ilícitas próximo a um muro, utilizando o local para armazenar os entorpecentes enquanto realizava a suposta comercialização.
Com as características informadas, os agentes seguiram até o endereço indicado e localizaram uma mulher identificada como Evellyn B. da S. R., de 22 anos, acompanhada de um homem.
Durante a abordagem, os guardas realizaram buscas pessoais e encontraram R$ 74 em dinheiro com a suspeita, distribuídos em cédulas de diferentes valores. Com o homem que estava ao lado dela, nada de ilícito foi localizado.
Drogas estavam escondidas próximo a um muro
Após a abordagem, os agentes realizaram uma vistoria nas proximidades do muro mencionado na denúncia. Durante as buscas, encontraram uma sacola plástica amarela contendo 25 porções de uma substância semelhante ao crack, embaladas individualmente.
O material foi apreendido e encaminhado para análise pericial. Conforme o Laudo Pericial nº 427069/2026, foi confirmada a presença de cocaína na substância, com massa líquida total de 2,7 gramas.
Diante das circunstâncias, os guardas deram voz de prisão em flagrante à mulher, que foi conduzida à Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ourinhos para o registro da ocorrência e as demais providências legais.
Suspeita negou que as drogas fossem suas
Em depoimento à Polícia Civil, Evellyn negou qualquer envolvimento com o tráfico de drogas.
Segundo sua versão, ela havia saído de casa para consumir bebidas alcoólicas e, ao chegar às proximidades de uma praça, foi abordada inicialmente pelos guardas municipais. Como nada de ilícito teria sido encontrado em sua posse, afirmou que foi liberada.
A mulher relatou ainda que, momentos depois, os agentes retornaram e informaram que haviam encontrado entorpecentes nas proximidades, atribuindo a ela a propriedade do material.
Durante o interrogatório, Evellyn reafirmou que as drogas não lhe pertenciam, negou participação na comercialização de entorpecentes e declarou exercer atividade profissional lícita.
O homem que estava com ela no momento da abordagem também negou envolvimento com as substâncias apreendidas.
Polícia Civil determinou indiciamento por tráfico de drogas
Após analisar os depoimentos dos guardas municipais, a denúncia recebida e os materiais apreendidos, a autoridade policial responsável pelo caso decidiu formalizar o indiciamento da mulher pelo crime de tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006.
Segundo a Polícia Civil, a localização das 25 porções individualizadas, o dinheiro fracionado encontrado com a suspeita e a correspondência entre suas vestimentas e as características fornecidas pelo denunciante constituem indícios de possível comercialização de entorpecentes.
A autoridade policial também considerou que as drogas foram encontradas no local indicado na denúncia, circunstância que, segundo a avaliação registrada na ocorrência, reforçou os indícios de autoria.
A prisão em flagrante foi formalizada com base no entendimento de que o tráfico de drogas, nas modalidades de guardar e manter entorpecentes em depósito, pode configurar crime permanente.
Apesar do indiciamento, a mulher negou as acusações durante o interrogatório. A responsabilidade criminal ainda dependerá da apuração do caso e de eventual decisão da Justiça.
O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de Ourinhos e segue sujeito aos procedimentos legais cabíveis.
De acordo com o boletim de ocorrência, os guardas realizavam patrulhamento pela região quando foram abordados pelos ocupantes de um veículo preto. Um dos ocupantes informou que uma mulher, vestindo blusa de frio preta e short jeans, estaria comercializando entorpecentes em um ponto conhecido pela movimentação relacionada ao tráfico de drogas.
Ainda segundo a denúncia, a suspeita estaria escondendo as substâncias ilícitas próximo a um muro, utilizando o local para armazenar os entorpecentes enquanto realizava a suposta comercialização.
Com as características informadas, os agentes seguiram até o endereço indicado e localizaram uma mulher identificada como Evellyn B. da S. R., de 22 anos, acompanhada de um homem.
Durante a abordagem, os guardas realizaram buscas pessoais e encontraram R$ 74 em dinheiro com a suspeita, distribuídos em cédulas de diferentes valores. Com o homem que estava ao lado dela, nada de ilícito foi localizado.
Drogas estavam escondidas próximo a um muro
Após a abordagem, os agentes realizaram uma vistoria nas proximidades do muro mencionado na denúncia. Durante as buscas, encontraram uma sacola plástica amarela contendo 25 porções de uma substância semelhante ao crack, embaladas individualmente.
O material foi apreendido e encaminhado para análise pericial. Conforme o Laudo Pericial nº 427069/2026, foi confirmada a presença de cocaína na substância, com massa líquida total de 2,7 gramas.
Diante das circunstâncias, os guardas deram voz de prisão em flagrante à mulher, que foi conduzida à Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ourinhos para o registro da ocorrência e as demais providências legais.
Suspeita negou que as drogas fossem suas
Em depoimento à Polícia Civil, Evellyn negou qualquer envolvimento com o tráfico de drogas.
Segundo sua versão, ela havia saído de casa para consumir bebidas alcoólicas e, ao chegar às proximidades de uma praça, foi abordada inicialmente pelos guardas municipais. Como nada de ilícito teria sido encontrado em sua posse, afirmou que foi liberada.
A mulher relatou ainda que, momentos depois, os agentes retornaram e informaram que haviam encontrado entorpecentes nas proximidades, atribuindo a ela a propriedade do material.
Durante o interrogatório, Evellyn reafirmou que as drogas não lhe pertenciam, negou participação na comercialização de entorpecentes e declarou exercer atividade profissional lícita.
O homem que estava com ela no momento da abordagem também negou envolvimento com as substâncias apreendidas.
Polícia Civil determinou indiciamento por tráfico de drogas
Após analisar os depoimentos dos guardas municipais, a denúncia recebida e os materiais apreendidos, a autoridade policial responsável pelo caso decidiu formalizar o indiciamento da mulher pelo crime de tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006.
Segundo a Polícia Civil, a localização das 25 porções individualizadas, o dinheiro fracionado encontrado com a suspeita e a correspondência entre suas vestimentas e as características fornecidas pelo denunciante constituem indícios de possível comercialização de entorpecentes.
A autoridade policial também considerou que as drogas foram encontradas no local indicado na denúncia, circunstância que, segundo a avaliação registrada na ocorrência, reforçou os indícios de autoria.
A prisão em flagrante foi formalizada com base no entendimento de que o tráfico de drogas, nas modalidades de guardar e manter entorpecentes em depósito, pode configurar crime permanente.
Apesar do indiciamento, a mulher negou as acusações durante o interrogatório. A responsabilidade criminal ainda dependerá da apuração do caso e de eventual decisão da Justiça.
O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de Ourinhos e segue sujeito aos procedimentos legais cabíveis.
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