Marilene Pinto Pereira foi encontrada morta dentro de um estúdio de música na propriedade. Suspeito alegou legítima defesa, mas acabou preso em flagrante. Casal estava separado e tinha dois filhos menores.
Uma mulher de 40 anos, identificada como Marilene Pinto Pereira, foi morta com um tiro na cabeça na tarde do último sábado, 17 de outubro, em um sítio localizado na zona rural de Garça (SP). O principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima, Marcos Francischetti Correa, que foi preso em flagrante por suspeita de feminicídio.
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 12h30 para atender a uma ocorrência de disparo de arma de fogo na Estância Flamboyant, propriedade rural onde o crime aconteceu.
Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o proprietário do sítio, que apresentava nervosismo, ansiedade e sinais de ingestão de bebida alcoólica.
Questionado sobre o ocorrido, Marcos teria admitido que efetuou o disparo contra Marilene, mas alegou que havia se desentendido com a mulher e que ela teria avançado em sua direção com uma faca.
Vítima foi encontrada dentro de estúdio de música
Durante a vistoria na propriedade, os policiais entraram em um estúdio de música e encontraram Marilene caída no chão, no segundo cômodo do imóvel, com um ferimento na região frontal da cabeça, aparentemente provocado por disparo de arma de fogo.
Nas proximidades do corpo, foi localizada uma faca de cozinha de grande porte.
Já no primeiro cômodo do estúdio, os policiais encontraram um revólver Taurus calibre 32, sobre um móvel. A arma continha cinco munições intactas e uma deflagrada.
O revólver e a faca foram apreendidos e encaminhados para exames periciais, que deverão auxiliar no esclarecimento da dinâmica do crime.
Equipes do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico-Legal (IML) foram acionadas.
A morte de Marilene foi constatada ainda no local por um médico que atendeu à ocorrência.
Casal estava separado e enfrentava divergências sobre os filhos
Segundo informações registradas pela Polícia Civil, Marilene e Marcos mantiveram um relacionamento por aproximadamente 18 anos e tinham dois filhos menores de idade.
Apesar da longa convivência, o casamento civil havia sido formalizado recentemente, no dia 6 de agosto de 2026, pouco mais de dois meses antes do crime.
Entretanto, o casal já estava separado e enfrentava divergências relacionadas ao fim do relacionamento, ao divórcio e às questões envolvendo a guarda e a convivência com os filhos.
Essas circunstâncias também deverão ser consideradas durante a investigação policial.
Suspeito alegou legítima defesa
Marcos Francischetti Correa foi conduzido à Central de Polícia Judiciária (CPJ), acompanhado de seu advogado.
A versão apresentada pelo suspeito é de que teria efetuado o disparo após a vítima supostamente avançar contra ele com uma faca.
No entanto, a alegação de legítima defesa ainda depende da apuração policial e dos resultados dos exames periciais.
O homem foi preso em flagrante, e o caso é investigado como feminicídio.
A Polícia Civil deverá analisar os vestígios encontrados na propriedade, os laudos periciais e os demais elementos da investigação para esclarecer as circunstâncias do crime.
Marilene Pinto Pereira tinha 40 anos e deixa dois filhos menores de idade.
Uma mulher de 40 anos, identificada como Marilene Pinto Pereira, foi morta com um tiro na cabeça na tarde do último sábado, 17 de outubro, em um sítio localizado na zona rural de Garça (SP). O principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima, Marcos Francischetti Correa, que foi preso em flagrante por suspeita de feminicídio.
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 12h30 para atender a uma ocorrência de disparo de arma de fogo na Estância Flamboyant, propriedade rural onde o crime aconteceu.
Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o proprietário do sítio, que apresentava nervosismo, ansiedade e sinais de ingestão de bebida alcoólica.
Questionado sobre o ocorrido, Marcos teria admitido que efetuou o disparo contra Marilene, mas alegou que havia se desentendido com a mulher e que ela teria avançado em sua direção com uma faca.
Vítima foi encontrada dentro de estúdio de música
Durante a vistoria na propriedade, os policiais entraram em um estúdio de música e encontraram Marilene caída no chão, no segundo cômodo do imóvel, com um ferimento na região frontal da cabeça, aparentemente provocado por disparo de arma de fogo.
Nas proximidades do corpo, foi localizada uma faca de cozinha de grande porte.
Já no primeiro cômodo do estúdio, os policiais encontraram um revólver Taurus calibre 32, sobre um móvel. A arma continha cinco munições intactas e uma deflagrada.
O revólver e a faca foram apreendidos e encaminhados para exames periciais, que deverão auxiliar no esclarecimento da dinâmica do crime.
Equipes do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico-Legal (IML) foram acionadas.
A morte de Marilene foi constatada ainda no local por um médico que atendeu à ocorrência.
Casal estava separado e enfrentava divergências sobre os filhos
Segundo informações registradas pela Polícia Civil, Marilene e Marcos mantiveram um relacionamento por aproximadamente 18 anos e tinham dois filhos menores de idade.
Apesar da longa convivência, o casamento civil havia sido formalizado recentemente, no dia 6 de agosto de 2026, pouco mais de dois meses antes do crime.
Entretanto, o casal já estava separado e enfrentava divergências relacionadas ao fim do relacionamento, ao divórcio e às questões envolvendo a guarda e a convivência com os filhos.
Essas circunstâncias também deverão ser consideradas durante a investigação policial.
Suspeito alegou legítima defesa
Marcos Francischetti Correa foi conduzido à Central de Polícia Judiciária (CPJ), acompanhado de seu advogado.
A versão apresentada pelo suspeito é de que teria efetuado o disparo após a vítima supostamente avançar contra ele com uma faca.
No entanto, a alegação de legítima defesa ainda depende da apuração policial e dos resultados dos exames periciais.
O homem foi preso em flagrante, e o caso é investigado como feminicídio.
A Polícia Civil deverá analisar os vestígios encontrados na propriedade, os laudos periciais e os demais elementos da investigação para esclarecer as circunstâncias do crime.
Marilene Pinto Pereira tinha 40 anos e deixa dois filhos menores de idade.
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