Uma mulher de 28 anos foi presa em flagrante por suspeita de embriaguez ao volante após perder o controle do carro e bater contra um barranco na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Ipaussu. O acidente aconteceu na noite de sábado (19), na altura do km 353,8, no sentido leste da rodovia.
A condutora, identificada no boletim de ocorrência como Aline C. A., dirigia um Citroën C3 GLX 1.4 Flex, prata, ano 2006, com placas de Ipaussu. Segundo o registro policial, nenhum outro veículo foi atingido na colisão.
Motorista relatou que tentou evitar uma batida
Em depoimento à polícia, Aline afirmou que trafegava pela faixa da direita quando avistou um caminhão à sua frente. Segundo ela, o caminhão mudou para a faixa da esquerda e, ao mesmo tempo, outro veículo que vinha logo atrás fez uma manobra em direção à faixa da direita para evitar uma possível colisão.
A motorista relatou que tentou desviar desse segundo veículo, mas perdeu o controle do Citroën e atingiu um barranco às margens da rodovia.
Ainda conforme sua versão, não houve contato entre o carro dela e os outros veículos. A dinâmica apresentada pela condutora consta do boletim de ocorrência e não foi confirmada por perícia no local. O automóvel foi removido para a base do Policiamento Rodoviário antes da apresentação do caso no Plantão Policial.
Teste do bafômetro apontou 0,52 mg/L
Após o acidente, policiais militares rodoviários ofereceram à condutora o teste do etilômetro, conhecido como bafômetro. Segundo os agentes, ela concordou em realizar o exame, que apontou 0,52 miligrama de álcool por litro de ar alveolar expelido.
O resultado foi considerado pela autoridade policial superior ao índice previsto para a caracterização, em tese, do crime de embriaguez ao volante, previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro.
De acordo com o boletim, Aline também declarou ter ingerido bebida alcoólica antes do acidente. Ela relatou ter consumido cachaça misturada a outro produto, que afirmou utilizar em razão de diabetes, mas não soube fornecer mais detalhes sobre a mistura.
Mulher permaneceu sob escolta na UPA de Ourinhos
Após a ocorrência, Aline foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ourinhos, onde permaneceu em observação médica. O registro policial não informa a existência de outras pessoas feridas no acidente.
A autoridade policial ratificou a prisão em flagrante por suspeita de embriaguez ao volante e determinou que a mulher permanecesse sob escolta da Polícia Militar enquanto estivesse na unidade de saúde. Após a alta médica, seriam adotadas as providências cabíveis conforme as determinações judiciais.
Foi arbitrada fiança no valor equivalente a um salário mínimo vigente. Segundo o boletim de ocorrência, o valor não havia sido pago até o encerramento do procedimento policial, motivo pelo qual a prisão foi mantida naquele momento.
O caso foi comunicado ao Poder Judiciário, ao Ministério Público e à Defensoria Pública.
A condutora, identificada no boletim de ocorrência como Aline C. A., dirigia um Citroën C3 GLX 1.4 Flex, prata, ano 2006, com placas de Ipaussu. Segundo o registro policial, nenhum outro veículo foi atingido na colisão.
Motorista relatou que tentou evitar uma batida
Em depoimento à polícia, Aline afirmou que trafegava pela faixa da direita quando avistou um caminhão à sua frente. Segundo ela, o caminhão mudou para a faixa da esquerda e, ao mesmo tempo, outro veículo que vinha logo atrás fez uma manobra em direção à faixa da direita para evitar uma possível colisão.
A motorista relatou que tentou desviar desse segundo veículo, mas perdeu o controle do Citroën e atingiu um barranco às margens da rodovia.
Ainda conforme sua versão, não houve contato entre o carro dela e os outros veículos. A dinâmica apresentada pela condutora consta do boletim de ocorrência e não foi confirmada por perícia no local. O automóvel foi removido para a base do Policiamento Rodoviário antes da apresentação do caso no Plantão Policial.
Teste do bafômetro apontou 0,52 mg/L
Após o acidente, policiais militares rodoviários ofereceram à condutora o teste do etilômetro, conhecido como bafômetro. Segundo os agentes, ela concordou em realizar o exame, que apontou 0,52 miligrama de álcool por litro de ar alveolar expelido.
O resultado foi considerado pela autoridade policial superior ao índice previsto para a caracterização, em tese, do crime de embriaguez ao volante, previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro.
De acordo com o boletim, Aline também declarou ter ingerido bebida alcoólica antes do acidente. Ela relatou ter consumido cachaça misturada a outro produto, que afirmou utilizar em razão de diabetes, mas não soube fornecer mais detalhes sobre a mistura.
Mulher permaneceu sob escolta na UPA de Ourinhos
Após a ocorrência, Aline foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ourinhos, onde permaneceu em observação médica. O registro policial não informa a existência de outras pessoas feridas no acidente.
A autoridade policial ratificou a prisão em flagrante por suspeita de embriaguez ao volante e determinou que a mulher permanecesse sob escolta da Polícia Militar enquanto estivesse na unidade de saúde. Após a alta médica, seriam adotadas as providências cabíveis conforme as determinações judiciais.
Foi arbitrada fiança no valor equivalente a um salário mínimo vigente. Segundo o boletim de ocorrência, o valor não havia sido pago até o encerramento do procedimento policial, motivo pelo qual a prisão foi mantida naquele momento.
O caso foi comunicado ao Poder Judiciário, ao Ministério Público e à Defensoria Pública.
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