Uma mulher de 46 anos foi presa em flagrante na noite deste sábado, 19, suspeita de cometer injúria racial contra um policial militar que estava de folga, em um bar no Jardim Paulista, em Ourinhos. Segundo o boletim de ocorrência, ela teria dirigido ofensas ao policial após ele tentar intervir em uma discussão entre frequentadores do estabelecimento.
O caso aconteceu por volta das 20h50, em bar localizado na Avenida Antônio de Almeida Leite. De acordo com o registro policial, o militar R. A. F. M., de 40 anos, estava no local quando percebeu o início de uma discussão e tentou intervir para evitar uma possível agressão.
Ainda segundo o relato do policial, Priscila M. L., de 46 anos, apresentava sinais de embriaguez e estaria perturbando outros frequentadores. Ao ser orientada a deixar o estabelecimento, ela teria passado a ofendê-lo verbalmente, utilizando xingamentos e expressões racistas, entre elas “preto” e “macaco”.
Diante da situação, o policial, que estava de folga, solicitou apoio de uma equipe da Polícia Militar que realizava patrulhamento pela região.
Garçonete confirmou ofensas à polícia
Uma garçonete do estabelecimento relatou à polícia que a mulher já estava no bar quando ela chegou para trabalhar, por volta das 14h. A suspeita teria deixado o local e retornado por volta das 18h, quando se sentou em uma mesa com outros frequentadores.
Conforme a testemunha, a mulher apresentava sinais visíveis de embriaguez e chegou a cair de uma cadeira. Posteriormente, teria iniciado uma conversa com um homem que estava acompanhado da companheira. A mulher do frequentador teria chamado sua atenção, dizendo que sua atitude era deselegante, momento em que a suspeita ficou alterada e passou a falar em voz alta.
A garçonete afirmou que o policial de folga se aproximou e orientou a mulher a deixar o bar, pois ela estaria causando confusão. Nesse momento, segundo a testemunha, a suspeita passou a dirigir xingamentos e ofensas racistas ao militar.
A funcionária declarou que as ofensas foram ouvidas por ela e por outros frequentadores. Conforme o boletim de ocorrência, a mulher teria continuado a proferir ofensas mesmo após a chegada da equipe policial.
Prisão em flagrante e atendimento médico
Diante dos relatos da vítima e da testemunha, a mulher foi conduzida à unidade policial. A ocorrência foi registrada como injúria racial, prevista no artigo 2º-A da Lei nº 7.716/1989, e a suspeita foi presa em flagrante.
Durante os procedimentos, a mulher solicitou atendimento médico por apresentar uma crise de pânico e ansiedade. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e a encaminhou à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ourinhos, onde, segundo o registro, recebeu medicação.
A mulher ficou detida na CPJ e aguarda audiência de custódia.
O caso aconteceu por volta das 20h50, em bar localizado na Avenida Antônio de Almeida Leite. De acordo com o registro policial, o militar R. A. F. M., de 40 anos, estava no local quando percebeu o início de uma discussão e tentou intervir para evitar uma possível agressão.
Ainda segundo o relato do policial, Priscila M. L., de 46 anos, apresentava sinais de embriaguez e estaria perturbando outros frequentadores. Ao ser orientada a deixar o estabelecimento, ela teria passado a ofendê-lo verbalmente, utilizando xingamentos e expressões racistas, entre elas “preto” e “macaco”.
Diante da situação, o policial, que estava de folga, solicitou apoio de uma equipe da Polícia Militar que realizava patrulhamento pela região.
Garçonete confirmou ofensas à polícia
Uma garçonete do estabelecimento relatou à polícia que a mulher já estava no bar quando ela chegou para trabalhar, por volta das 14h. A suspeita teria deixado o local e retornado por volta das 18h, quando se sentou em uma mesa com outros frequentadores.
Conforme a testemunha, a mulher apresentava sinais visíveis de embriaguez e chegou a cair de uma cadeira. Posteriormente, teria iniciado uma conversa com um homem que estava acompanhado da companheira. A mulher do frequentador teria chamado sua atenção, dizendo que sua atitude era deselegante, momento em que a suspeita ficou alterada e passou a falar em voz alta.
A garçonete afirmou que o policial de folga se aproximou e orientou a mulher a deixar o bar, pois ela estaria causando confusão. Nesse momento, segundo a testemunha, a suspeita passou a dirigir xingamentos e ofensas racistas ao militar.
A funcionária declarou que as ofensas foram ouvidas por ela e por outros frequentadores. Conforme o boletim de ocorrência, a mulher teria continuado a proferir ofensas mesmo após a chegada da equipe policial.
Prisão em flagrante e atendimento médico
Diante dos relatos da vítima e da testemunha, a mulher foi conduzida à unidade policial. A ocorrência foi registrada como injúria racial, prevista no artigo 2º-A da Lei nº 7.716/1989, e a suspeita foi presa em flagrante.
Durante os procedimentos, a mulher solicitou atendimento médico por apresentar uma crise de pânico e ansiedade. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e a encaminhou à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ourinhos, onde, segundo o registro, recebeu medicação.
A mulher ficou detida na CPJ e aguarda audiência de custódia.
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