Uma mulher foi presa em flagrante por suspeita de maus-tratos a animais após a Polícia Militar Ambiental encontrar 29 cães e sete gatos confinados em uma residência no bairro Santa Antonieta, em Marília (SP). A ocorrência foi divulgada nesta segunda-feira (21). Ao todo, 36 animais foram recolhidos, e a responsável recebeu uma multa ambiental de R$ 108 mil.
Segundo a Polícia Ambiental, a equipe foi até o imóvel, localizado na Rua Bento de Abreu Filho, após receber uma denúncia de que vários cães e gatos estariam sendo mantidos em condições inadequadas. A fiscalização ocorreu durante as operações Impacto e SP Sem Fogo.
Animais estavam separados em cômodos da casa
Ao chegar ao endereço, os policiais constataram que ninguém residia no imóvel, que havia sido adaptado para abrigar os animais. Cães e gatos eram mantidos em diferentes cômodos, separados por portões feitos com barras de ferro.
De acordo com a corporação, os espaços eram incompatíveis com a necessidade de locomoção dos animais. Na parte da frente da residência, os policiais encontraram um cachorro na garagem, sete gatos na cozinha, um cachorro no banheiro e outros dois cães em um dos quartos.
Nos demais ambientes, havia grupos de cinco, sete e até 11 animais confinados em cômodos de aproximadamente três metros por três metros, conforme o relato da equipe.
Perícia e veterinários constataram maus-tratos
Diante das condições encontradas, a Polícia Ambiental acionou a perícia e profissionais veterinários, incluindo uma médica-veterinária da Prefeitura de Marília, para avaliar a situação.
Segundo a corporação, a avaliação confirmou a ocorrência de maus-tratos. Os 29 cães e sete gatos foram recolhidos e encaminhados ao BG Zangrossi, conforme informado no registro policial.
A divulgação da ocorrência não detalha o estado de saúde individual dos animais nem informa se algum deles precisou de atendimento veterinário de emergência.
Responsável foi presa e multada em R$ 108 mil
A mulher apontada como responsável pelos animais foi conduzida à unidade policial. Segundo a Polícia Ambiental, o delegado de plantão, Edner Rogério Ferreira, lavrou o auto de prisão em flagrante por suspeita de maus-tratos.
A investigada permaneceu presa, à disposição da Justiça, para a realização da audiência de custódia. Não foram divulgadas informações sobre o resultado da audiência.
Além das providências criminais, a Polícia Ambiental lavrou um auto de infração no valor de R$ 108 mil, com base no artigo 29 da Resolução SIMA nº 005/2021, por maus-tratos a animais domésticos.
A ocorrência foi atendida por uma equipe do 1º Pelotão da 4ª Companhia do 2º Batalhão de Polícia Ambiental.
Segundo a Polícia Ambiental, a equipe foi até o imóvel, localizado na Rua Bento de Abreu Filho, após receber uma denúncia de que vários cães e gatos estariam sendo mantidos em condições inadequadas. A fiscalização ocorreu durante as operações Impacto e SP Sem Fogo.
Animais estavam separados em cômodos da casa
Ao chegar ao endereço, os policiais constataram que ninguém residia no imóvel, que havia sido adaptado para abrigar os animais. Cães e gatos eram mantidos em diferentes cômodos, separados por portões feitos com barras de ferro.
De acordo com a corporação, os espaços eram incompatíveis com a necessidade de locomoção dos animais. Na parte da frente da residência, os policiais encontraram um cachorro na garagem, sete gatos na cozinha, um cachorro no banheiro e outros dois cães em um dos quartos.
Nos demais ambientes, havia grupos de cinco, sete e até 11 animais confinados em cômodos de aproximadamente três metros por três metros, conforme o relato da equipe.
Perícia e veterinários constataram maus-tratos
Diante das condições encontradas, a Polícia Ambiental acionou a perícia e profissionais veterinários, incluindo uma médica-veterinária da Prefeitura de Marília, para avaliar a situação.
Segundo a corporação, a avaliação confirmou a ocorrência de maus-tratos. Os 29 cães e sete gatos foram recolhidos e encaminhados ao BG Zangrossi, conforme informado no registro policial.
A divulgação da ocorrência não detalha o estado de saúde individual dos animais nem informa se algum deles precisou de atendimento veterinário de emergência.
Responsável foi presa e multada em R$ 108 mil
A mulher apontada como responsável pelos animais foi conduzida à unidade policial. Segundo a Polícia Ambiental, o delegado de plantão, Edner Rogério Ferreira, lavrou o auto de prisão em flagrante por suspeita de maus-tratos.
A investigada permaneceu presa, à disposição da Justiça, para a realização da audiência de custódia. Não foram divulgadas informações sobre o resultado da audiência.
Além das providências criminais, a Polícia Ambiental lavrou um auto de infração no valor de R$ 108 mil, com base no artigo 29 da Resolução SIMA nº 005/2021, por maus-tratos a animais domésticos.
A ocorrência foi atendida por uma equipe do 1º Pelotão da 4ª Companhia do 2º Batalhão de Polícia Ambiental.
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