Na madrugada desta sexta-feira, 3 de maio de 2024, uma mulher de 37 anos foi detida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Ourinhos (SP), após ser flagrada transportando haxixe em um ônibus. A operação que resultou na prisão ocorreu na Rodovia BR-153, no Km 345, próximo à base da PRF em Ourinhos.
Os policiais responsáveis pela abordagem, R. Mariano e Weber, detalharam que durante uma fiscalização de rotina da operação “Conactus”, por volta da 1h, um ônibus da Viação Catarinense, que fazia a linha Maringá (PR) x São Paulo (SP), foi parado para inspeção. Utilizando cães farejadores, os agentes detectaram algo suspeito no bagageiro do veículo.
Após identificar a proprietária da mala suspeita como Katiane L. da S., os policiais abriram a bagagem e encontraram 10 tijolos de uma substância aparentando ser haxixe, embalados em plástico. Katiane assumiu a posse da mala, alegando tê-la recebido em Maringá e que tinha a intenção de entregá-la em Vitória, no Espírito Santo.
Durante o interrogatório, Katiane revelou que estava transportando a droga a pedido de um primo. Ela afirmou que acreditava estar carregando erva medicinal, mas ao ser informada pelo primo sobre o conteúdo real da mala, já estava a caminho de Londrina, onde ela deveria pegar o entorpecente.
Diante dos fatos, os policiais deram voz de prisão a Katiane, conduzindo-a ao Plantão Policial em Ourinhos, onde foi apresentada à autoridade plantonista. Além da substância ilícita, foram apreendidos um celular de propriedade de Katiane, um bilhete de passagem e um ticket de conferência de bagagem.
O Instituto de Criminalística (IC) de Ourinhos realizou exames na substância apreendida, identificando-a como Tetraidrocanabinol, com peso líquido total de 9450 gramas. Com base nas evidências apresentadas, a autoridade policial ratificou a voz de prisão e autuou Katiane em flagrante delito, conforme os artigos 33 e 40, inciso V, da Lei nº 11.343/2006.
Katiane não constituiu advogado particular, mas comunicou sua prisão ao namorado, Roberto, por meio de contato telefônico. Após as formalidades legais, a indiciada foi encaminhada a uma cela da Delegacia de Polícia, onde aguardará audiência de custódia.
O Instituto Médico Legal (IML) foi requisitado para realizar exame cautelar, e as comunicações de praxe foram realizadas. O caso segue em investigação pelas autoridades competentes.
Os policiais responsáveis pela abordagem, R. Mariano e Weber, detalharam que durante uma fiscalização de rotina da operação “Conactus”, por volta da 1h, um ônibus da Viação Catarinense, que fazia a linha Maringá (PR) x São Paulo (SP), foi parado para inspeção. Utilizando cães farejadores, os agentes detectaram algo suspeito no bagageiro do veículo.
Após identificar a proprietária da mala suspeita como Katiane L. da S., os policiais abriram a bagagem e encontraram 10 tijolos de uma substância aparentando ser haxixe, embalados em plástico. Katiane assumiu a posse da mala, alegando tê-la recebido em Maringá e que tinha a intenção de entregá-la em Vitória, no Espírito Santo.
Durante o interrogatório, Katiane revelou que estava transportando a droga a pedido de um primo. Ela afirmou que acreditava estar carregando erva medicinal, mas ao ser informada pelo primo sobre o conteúdo real da mala, já estava a caminho de Londrina, onde ela deveria pegar o entorpecente.
Diante dos fatos, os policiais deram voz de prisão a Katiane, conduzindo-a ao Plantão Policial em Ourinhos, onde foi apresentada à autoridade plantonista. Além da substância ilícita, foram apreendidos um celular de propriedade de Katiane, um bilhete de passagem e um ticket de conferência de bagagem.
O Instituto de Criminalística (IC) de Ourinhos realizou exames na substância apreendida, identificando-a como Tetraidrocanabinol, com peso líquido total de 9450 gramas. Com base nas evidências apresentadas, a autoridade policial ratificou a voz de prisão e autuou Katiane em flagrante delito, conforme os artigos 33 e 40, inciso V, da Lei nº 11.343/2006.
Katiane não constituiu advogado particular, mas comunicou sua prisão ao namorado, Roberto, por meio de contato telefônico. Após as formalidades legais, a indiciada foi encaminhada a uma cela da Delegacia de Polícia, onde aguardará audiência de custódia.
O Instituto Médico Legal (IML) foi requisitado para realizar exame cautelar, e as comunicações de praxe foram realizadas. O caso segue em investigação pelas autoridades competentes.





