Está marcado para esta quinta-feira, 26, a partir das 9h30, no Fórum de Ourinhos, o júri popular de Claudia Regina Lopes, de 53 anos, acusada de matar o ex-marido, Fabiano Diniz Bento, que tinha 46 anos em agosto de 2022.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na noite de 21 de agosto de 2022, por volta das 20h, na residência da acusada, localizada na Rua Pedro Padovani, no Jardim Imperial. Segundo os autos, Claudia teria desferido golpes de faca contra Fabiano durante uma discussão, causando ferimentos graves que levaram à morte da vítima ainda na mesma noite, após atendimento na Santa Casa de Misericórdia de Ourinhos.
O caso teve início durante uma confraternização na casa da acusada. Conforme relato registrado em boletim de ocorrência, a vítima chegou ao local e, após um desentendimento, foi atingida por diversas facadas. Mesmo ferido, Fabiano conseguiu sair da residência e foi encontrado por policiais militares sentado na calçada, segurando um violão, consciente, relatando o ocorrido. Ele foi socorrido pelo SAMU, mas não resistiu aos ferimentos, que atingiram órgãos vitais como pulmão e fígado.
Durante o processo, Claudia admitiu ter desferido os golpes, mas alegou ter agido em legítima defesa, afirmando que sofria histórico de violência doméstica por parte da vítima, inclusive após o fim do relacionamento. Testemunhas ouvidas também relataram episódios anteriores de agressões atribuídas a Fabiano.
Apesar da tese da defesa, a Justiça entendeu que há indícios suficientes de autoria e materialidade do crime, determinando a pronúncia da acusada com base no artigo 121 do Código Penal, que trata de homicídio. Na decisão, o juiz destacou que não cabe, nesta fase, um juízo definitivo sobre a culpa, cabendo ao Tribunal do Júri analisar as circunstâncias do caso, inclusive a alegação de legítima defesa.
O julgamento será realizado pelo Tribunal do Júri, responsável por decidir sobre crimes dolosos contra a vida. A expectativa é de que, durante a sessão, acusação e defesa apresentem suas versões, cabendo aos jurados definir se a ré será condenada ou absolvida.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na noite de 21 de agosto de 2022, por volta das 20h, na residência da acusada, localizada na Rua Pedro Padovani, no Jardim Imperial. Segundo os autos, Claudia teria desferido golpes de faca contra Fabiano durante uma discussão, causando ferimentos graves que levaram à morte da vítima ainda na mesma noite, após atendimento na Santa Casa de Misericórdia de Ourinhos.
O caso teve início durante uma confraternização na casa da acusada. Conforme relato registrado em boletim de ocorrência, a vítima chegou ao local e, após um desentendimento, foi atingida por diversas facadas. Mesmo ferido, Fabiano conseguiu sair da residência e foi encontrado por policiais militares sentado na calçada, segurando um violão, consciente, relatando o ocorrido. Ele foi socorrido pelo SAMU, mas não resistiu aos ferimentos, que atingiram órgãos vitais como pulmão e fígado.
Durante o processo, Claudia admitiu ter desferido os golpes, mas alegou ter agido em legítima defesa, afirmando que sofria histórico de violência doméstica por parte da vítima, inclusive após o fim do relacionamento. Testemunhas ouvidas também relataram episódios anteriores de agressões atribuídas a Fabiano.
Apesar da tese da defesa, a Justiça entendeu que há indícios suficientes de autoria e materialidade do crime, determinando a pronúncia da acusada com base no artigo 121 do Código Penal, que trata de homicídio. Na decisão, o juiz destacou que não cabe, nesta fase, um juízo definitivo sobre a culpa, cabendo ao Tribunal do Júri analisar as circunstâncias do caso, inclusive a alegação de legítima defesa.
O julgamento será realizado pelo Tribunal do Júri, responsável por decidir sobre crimes dolosos contra a vida. A expectativa é de que, durante a sessão, acusação e defesa apresentem suas versões, cabendo aos jurados definir se a ré será condenada ou absolvida.
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