Após noticiarmos ontem (12) o caso de um morador de Ourinhos que perdeu mais de R$ 40 mil no chamado "Golpe do Falso Gerente", o Passando a Régua teve acesso a novos Boletins de Ocorrência que confirmam: a cidade foi alvo de uma ofensiva criminosa na última quinta-feira, 11 de dezembro. Pelo menos outros três moradores procuraram a Polícia Civil relatando prejuízos que, somados, revelam a sofisticação e a ousadia dos estelionatários.
A maioria dos casos segue o mesmo modus operandi: criminosos entram em contato se passando por funcionários do Banco Bradesco, utilizando tecnologia para mascarar o número do telefone (spoofing), fazendo com que a chamada pareça vir legitimamente da agência ou do gerente da vítima.
Ação coordenada contra correntistas
Além da vítima que perdeu R$ 42 mil, outros dois correntistas caíram na mesma armadilha no dia 11.
No Centro de Ourinhos, uma jovem de 25 anos atendeu uma ligação do suposto gerente de sua conta no Bradesco. O golpista utilizou o roteiro padrão: perguntou sobre transações suspeitas que a vítima não reconhecia e, para "regularizar" a situação e identificar a fraude, induziu a jovem a realizar uma transferência via PIX de R$ 8.500,00.
Não satisfeitos, os criminosos ainda conseguiram contratar um empréstimo em nome da vítima no valor de R$ 6.500,00. Ao perceber a movimentação estranha e o bloqueio de funções no app, a jovem contatou o SAC do banco, sendo informada da fraude.
Já no Jardim Santos Dumont, um homem de 48 anos, viveu situação idêntica. Às 16h28 de quinta-feira, recebeu a ligação do "gerente" alertando sobre uma falsa invasão na conta. Sob o pretexto de gerar um "ID de segurança" para sanar a irregularidade, a vítima foi convencida a fazer um PIX de R$ 1.500,00. Ao falar posteriormente com seu gerente real, a fraude foi confirmada.
O caso que iniciou o alerta
O caso de maior prejuízo, noticiado ontem, envolveu um morador que transferiu R$ 42 mil acreditando seguir orientações de segurança de seu gerente. O detalhe alarmante é que o número que apareceu no visor do celular da vítima era, de fato, o salvo em sua agenda como sendo do banco.
O verdadeiro gerente da agência informou às vítimas que o discador de seu telefone teria sido hackeado ou clonado, permitindo que os estelionatários utilizassem a linha oficial para dar credibilidade ao golpe.
Golpe do WhatsApp também fez vítima
Ainda na quinta-feira (11), a onda de crimes cibernéticos em Ourinhos fez outra vítima, desta vez no Jardim Anchieta, um homem de 40 anos, caiu no conhecido golpe do "perfil falso" no WhatsApp.
Criminosos utilizaram uma foto e o número de telefone da esposa da vítima para solicitar dinheiro com urgência. Acreditando estar ajudando a companheira, o homem transferiu R$ 411,00 via PIX. Só depois percebeu que o celular da esposa havia sido alvo de clonagem ou uso indevido por terceiros.
Polícia investiga
Todos os casos foram registrados na Central de Polícia Judiciária de Ourinhos e seguem sob investigação. A Polícia Civil alerta para que a população desconfie de ligações de bancos solicitando transferências, PIX ou senhas, mesmo que o número no visor pareça familiar. A orientação é desligar imediatamente e procurar a agência pessoalmente ou ligar de outro aparelho para os canais oficiais.
Dica de Segurança: Bancos nunca pedem para clientes fazerem transferências via PIX para "testar" contas, "salvar" saldo ou "cancelar" operações fraudulentas. Se receber esse tipo de pedido, desligue.
A maioria dos casos segue o mesmo modus operandi: criminosos entram em contato se passando por funcionários do Banco Bradesco, utilizando tecnologia para mascarar o número do telefone (spoofing), fazendo com que a chamada pareça vir legitimamente da agência ou do gerente da vítima.
Ação coordenada contra correntistas
Além da vítima que perdeu R$ 42 mil, outros dois correntistas caíram na mesma armadilha no dia 11.
No Centro de Ourinhos, uma jovem de 25 anos atendeu uma ligação do suposto gerente de sua conta no Bradesco. O golpista utilizou o roteiro padrão: perguntou sobre transações suspeitas que a vítima não reconhecia e, para "regularizar" a situação e identificar a fraude, induziu a jovem a realizar uma transferência via PIX de R$ 8.500,00.
Não satisfeitos, os criminosos ainda conseguiram contratar um empréstimo em nome da vítima no valor de R$ 6.500,00. Ao perceber a movimentação estranha e o bloqueio de funções no app, a jovem contatou o SAC do banco, sendo informada da fraude.
Já no Jardim Santos Dumont, um homem de 48 anos, viveu situação idêntica. Às 16h28 de quinta-feira, recebeu a ligação do "gerente" alertando sobre uma falsa invasão na conta. Sob o pretexto de gerar um "ID de segurança" para sanar a irregularidade, a vítima foi convencida a fazer um PIX de R$ 1.500,00. Ao falar posteriormente com seu gerente real, a fraude foi confirmada.
O caso que iniciou o alerta
O caso de maior prejuízo, noticiado ontem, envolveu um morador que transferiu R$ 42 mil acreditando seguir orientações de segurança de seu gerente. O detalhe alarmante é que o número que apareceu no visor do celular da vítima era, de fato, o salvo em sua agenda como sendo do banco.
O verdadeiro gerente da agência informou às vítimas que o discador de seu telefone teria sido hackeado ou clonado, permitindo que os estelionatários utilizassem a linha oficial para dar credibilidade ao golpe.
Golpe do WhatsApp também fez vítima
Ainda na quinta-feira (11), a onda de crimes cibernéticos em Ourinhos fez outra vítima, desta vez no Jardim Anchieta, um homem de 40 anos, caiu no conhecido golpe do "perfil falso" no WhatsApp.
Criminosos utilizaram uma foto e o número de telefone da esposa da vítima para solicitar dinheiro com urgência. Acreditando estar ajudando a companheira, o homem transferiu R$ 411,00 via PIX. Só depois percebeu que o celular da esposa havia sido alvo de clonagem ou uso indevido por terceiros.
Polícia investiga
Todos os casos foram registrados na Central de Polícia Judiciária de Ourinhos e seguem sob investigação. A Polícia Civil alerta para que a população desconfie de ligações de bancos solicitando transferências, PIX ou senhas, mesmo que o número no visor pareça familiar. A orientação é desligar imediatamente e procurar a agência pessoalmente ou ligar de outro aparelho para os canais oficiais.
Dica de Segurança: Bancos nunca pedem para clientes fazerem transferências via PIX para "testar" contas, "salvar" saldo ou "cancelar" operações fraudulentas. Se receber esse tipo de pedido, desligue.





