Na tarde desta sexta-feira (26), uma ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar de Santa Cruz do Rio Pardo resultou na prisão em flagrante de Breno T. F., de 25 anos, e Alan V. V. da S., de 28 anos, conhecido como "Abelha". Os dois são investigados por envolvimento com o tráfico de drogas e associação para o tráfico. Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, os policiais localizaram mais de 30 quilos de maconha, cocaína, uma arma de fogo, dinheiro e diversos materiais utilizados para o preparo e acondicionamento de entorpecentes.
A operação foi feita pela equipe chefiada pelo Dr. Marcelo de Assis Aliceda Filho, realizada em cumprimento ao mandado de busca e apreensão expedido nos autos de uma investigação conduzida pela Polícia Civil sobre o comércio ilegal de drogas. As equipes se dirigiram inicialmente a um imóvel localizado na Avenida Jesus Gonçalves, no bairro Cidade Jardim, onde, apesar da ausência de moradores, um vizinho, primo de Breno, confirmou que ele residia no local. Diante da situação, os policiais realizaram o arrombamento da porta para dar cumprimento à ordem judicial.
Durante as buscas, os agentes encontraram uma grande quantidade de maconha escondida no interior da geladeira. Em uma gaveta da cozinha foram localizadas balanças de precisão e embalagens plásticas normalmente utilizadas para fracionar e embalar drogas. Também foi encontrado um receituário médico em nome de Breno, reforçando sua ligação com o imóvel.
No quarto utilizado por Breno, os policiais apreenderam uma arma de fogo calibre .635, da marca Taurus, diversas porções de cocaína, dinheiro em espécie e seu título de eleitor, documento que também comprovava sua residência no local.
Os policiais ainda cumpriram buscas em outro imóvel, localizado na Avenida Justino Gonçalves, mas nenhuma irregularidade foi encontrada, uma vez que a residência estava desocupada.
A investigação destacou ainda que os dois imóveis ficam a poucos metros de uma escola de educação infantil, circunstância que agrava a situação, já que tanto a grande quantidade de drogas quanto a arma de fogo estavam armazenadas nas proximidades da unidade escolar.
Após as diligências, Breno foi localizado em uma adega relacionada ao investigado Alan, conhecido como "Abelha", que também já havia sido citado em denúncias anexadas ao inquérito policial. A localização e abordagem de Breno foram realizadas por uma equipe da Polícia Militar, sendo a prisão efetuada pelo policial militar Cardoso. Em seguida, Breno, Alan e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia para os procedimentos de Polícia Judiciária.
Durante o interrogatório, Alan, acompanhado de sua advogada, negou qualquer envolvimento com os entorpecentes e com a arma de fogo apreendidos. Ele afirmou que não reside no imóvel onde o material foi localizado e que não possui qualquer ligação com a residência.
Já Breno confessou que guardava as drogas para um homem identificado apenas como Felipe. Segundo seu depoimento, ele recebia R$ 1.500 por mês para armazenar os entorpecentes e afirmou que a arma de fogo também pertencia ao mesmo indivíduo, embora não soubesse fornecer outras informações sobre ele.
Devido ao fundado receio de fuga e para garantir a segurança dos policiais e dos próprios investigados, foi necessário o uso de algemas durante a prisão. Ambos foram submetidos a exames de corpo de delito e permanecem à disposição da Justiça para audiência de custódia.
Os exames periciais confirmaram a natureza das substâncias apreendidas. Um dos laudos apontou a apreensão de 20,06 gramas de cocaína e cerca de 15,1 quilos de maconha em diferentes porções. Outro laudo constatou aproximadamente 30,1 quilos líquidos de maconha, totalizando mais de 45 quilos da droga apreendida durante a operação.
Diante dos fatos, a Autoridade Policial decretou a prisão em flagrante de Alan e Breno pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, ambos com a causa de aumento por terem sido praticados nas proximidades de estabelecimento de ensino, além da posse irregular de arma de fogo de uso permitido.
A Polícia Civil também representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. Segundo a autoridade policial, a expressiva quantidade de drogas, a apreensão da arma de fogo, a existência de instrumentos destinados ao fracionamento dos entorpecentes e a localização do imóvel nas proximidades de uma escola infantil evidenciam a gravidade concreta dos fatos e o risco de continuidade da atividade criminosa, tornando insuficientes, neste momento, medidas cautelares alternativas à prisão. Os dois permanecerão à disposição da Justiça até a decisão do Poder Judiciário.
A operação foi feita pela equipe chefiada pelo Dr. Marcelo de Assis Aliceda Filho, realizada em cumprimento ao mandado de busca e apreensão expedido nos autos de uma investigação conduzida pela Polícia Civil sobre o comércio ilegal de drogas. As equipes se dirigiram inicialmente a um imóvel localizado na Avenida Jesus Gonçalves, no bairro Cidade Jardim, onde, apesar da ausência de moradores, um vizinho, primo de Breno, confirmou que ele residia no local. Diante da situação, os policiais realizaram o arrombamento da porta para dar cumprimento à ordem judicial.
Durante as buscas, os agentes encontraram uma grande quantidade de maconha escondida no interior da geladeira. Em uma gaveta da cozinha foram localizadas balanças de precisão e embalagens plásticas normalmente utilizadas para fracionar e embalar drogas. Também foi encontrado um receituário médico em nome de Breno, reforçando sua ligação com o imóvel.
No quarto utilizado por Breno, os policiais apreenderam uma arma de fogo calibre .635, da marca Taurus, diversas porções de cocaína, dinheiro em espécie e seu título de eleitor, documento que também comprovava sua residência no local.
Os policiais ainda cumpriram buscas em outro imóvel, localizado na Avenida Justino Gonçalves, mas nenhuma irregularidade foi encontrada, uma vez que a residência estava desocupada.
A investigação destacou ainda que os dois imóveis ficam a poucos metros de uma escola de educação infantil, circunstância que agrava a situação, já que tanto a grande quantidade de drogas quanto a arma de fogo estavam armazenadas nas proximidades da unidade escolar.
Após as diligências, Breno foi localizado em uma adega relacionada ao investigado Alan, conhecido como "Abelha", que também já havia sido citado em denúncias anexadas ao inquérito policial. A localização e abordagem de Breno foram realizadas por uma equipe da Polícia Militar, sendo a prisão efetuada pelo policial militar Cardoso. Em seguida, Breno, Alan e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia para os procedimentos de Polícia Judiciária.
Durante o interrogatório, Alan, acompanhado de sua advogada, negou qualquer envolvimento com os entorpecentes e com a arma de fogo apreendidos. Ele afirmou que não reside no imóvel onde o material foi localizado e que não possui qualquer ligação com a residência.
Já Breno confessou que guardava as drogas para um homem identificado apenas como Felipe. Segundo seu depoimento, ele recebia R$ 1.500 por mês para armazenar os entorpecentes e afirmou que a arma de fogo também pertencia ao mesmo indivíduo, embora não soubesse fornecer outras informações sobre ele.
Devido ao fundado receio de fuga e para garantir a segurança dos policiais e dos próprios investigados, foi necessário o uso de algemas durante a prisão. Ambos foram submetidos a exames de corpo de delito e permanecem à disposição da Justiça para audiência de custódia.
Os exames periciais confirmaram a natureza das substâncias apreendidas. Um dos laudos apontou a apreensão de 20,06 gramas de cocaína e cerca de 15,1 quilos de maconha em diferentes porções. Outro laudo constatou aproximadamente 30,1 quilos líquidos de maconha, totalizando mais de 45 quilos da droga apreendida durante a operação.
Diante dos fatos, a Autoridade Policial decretou a prisão em flagrante de Alan e Breno pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, ambos com a causa de aumento por terem sido praticados nas proximidades de estabelecimento de ensino, além da posse irregular de arma de fogo de uso permitido.
A Polícia Civil também representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. Segundo a autoridade policial, a expressiva quantidade de drogas, a apreensão da arma de fogo, a existência de instrumentos destinados ao fracionamento dos entorpecentes e a localização do imóvel nas proximidades de uma escola infantil evidenciam a gravidade concreta dos fatos e o risco de continuidade da atividade criminosa, tornando insuficientes, neste momento, medidas cautelares alternativas à prisão. Os dois permanecerão à disposição da Justiça até a decisão do Poder Judiciário.
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