Uma descoberta pode colocar fim a um dos casos de desaparecimento que mais comoveram o Paraná em 2026. Ossadas humanas foram encontradas nesta sexta-feira (21) em uma área rural de Paraíso do Norte, no Noroeste do Estado, e a principal suspeita é de que pertençam às primas Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, desaparecidas desde abril.
A informação foi confirmada pelo secretário de Segurança Pública do Paraná, coronel Hudson Leôncio Teixeira. Segundo ele, a Polícia Científica trabalha na identificação dos restos mortais, que somente após exames periciais poderão ser oficialmente atribuídos às jovens.

Buscas por primas desaparecidas foram feitas na área rural de Paraíso do Norte, no Paraná. — Foto: Polícia Civil (PC-PR)
Local foi indicado por segundo suspeito preso
As ossadas foram localizadas após a prisão de um segundo suspeito de participação no crime, identificado pela polícia apenas pelo apelido de “Magrão”. Ele foi detido em Umuarama e transferido para Cianorte, onde prestou depoimento e indicou o ponto exato onde os corpos estariam enterrados.
No mesmo dia, o principal investigado do caso, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, morreu durante uma abordagem da Polícia Civil em Mandaguari, no Norte do Paraná. Ele era considerado foragido desde o fim de abril e apontado como a última pessoa vista com as primas antes do desaparecimento.
Última noite das jovens foi registrada por câmeras
Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, após saírem de Cianorte na companhia de Clayton, que era conhecido por Letycia pelo nome de “Davi”.
A investigação reconstruiu os últimos passos do trio por meio de câmeras de segurança e registros das redes sociais. Eles passaram por Jussara, onde Sttela buscou uma mochila em casa, e seguiram viagem pela PR-323 rumo a Paranavaí.
Durante o trajeto, Sttela publicou uma foto dentro da caminhonete com a legenda: “Qual será o nosso destino KKKK”. Horas depois, já por volta de 1h10, os três foram filmados entrando em uma boate de Paranavaí. Imagens internas mostram as primas caminhando de mãos dadas e, posteriormente, ao lado de Clayton.
O último registro de atividade de Sttela no WhatsApp ocorreu às 3h17 daquela madrugada. As jovens nunca mais foram vistas.
Investigação levou à caçada ao suspeito
Dias após o desaparecimento, Clayton retornou sozinho a Cianorte, sem a caminhonete utilizada na viagem. Em 29 de abril, a Justiça expediu mandado de prisão pelos crimes de roubo e homicídio, e ele passou a ser considerado foragido.
Ao longo dos meses, a Polícia Civil realizou diversas operações, incluindo buscas em áreas rurais de Paraíso do Norte e a prisão de uma ex-namorada do suspeito, investigada por prestar apoio financeiro e logístico durante a fuga.
Agora, com a localização das ossadas e a prisão do segundo suspeito, a investigação entra em uma nova fase. A confirmação da identidade das vítimas dependerá dos exames da Polícia Científica, que devem esclarecer se os restos mortais pertencem, de fato, às duas primas desaparecidas há quatro meses.

A informação foi confirmada pelo secretário de Segurança Pública do Paraná, coronel Hudson Leôncio Teixeira. Segundo ele, a Polícia Científica trabalha na identificação dos restos mortais, que somente após exames periciais poderão ser oficialmente atribuídos às jovens.

Buscas por primas desaparecidas foram feitas na área rural de Paraíso do Norte, no Paraná. — Foto: Polícia Civil (PC-PR)
Local foi indicado por segundo suspeito preso
As ossadas foram localizadas após a prisão de um segundo suspeito de participação no crime, identificado pela polícia apenas pelo apelido de “Magrão”. Ele foi detido em Umuarama e transferido para Cianorte, onde prestou depoimento e indicou o ponto exato onde os corpos estariam enterrados.
No mesmo dia, o principal investigado do caso, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, morreu durante uma abordagem da Polícia Civil em Mandaguari, no Norte do Paraná. Ele era considerado foragido desde o fim de abril e apontado como a última pessoa vista com as primas antes do desaparecimento.
Última noite das jovens foi registrada por câmeras
Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, após saírem de Cianorte na companhia de Clayton, que era conhecido por Letycia pelo nome de “Davi”.
A investigação reconstruiu os últimos passos do trio por meio de câmeras de segurança e registros das redes sociais. Eles passaram por Jussara, onde Sttela buscou uma mochila em casa, e seguiram viagem pela PR-323 rumo a Paranavaí.
Durante o trajeto, Sttela publicou uma foto dentro da caminhonete com a legenda: “Qual será o nosso destino KKKK”. Horas depois, já por volta de 1h10, os três foram filmados entrando em uma boate de Paranavaí. Imagens internas mostram as primas caminhando de mãos dadas e, posteriormente, ao lado de Clayton.
O último registro de atividade de Sttela no WhatsApp ocorreu às 3h17 daquela madrugada. As jovens nunca mais foram vistas.
Investigação levou à caçada ao suspeito
Dias após o desaparecimento, Clayton retornou sozinho a Cianorte, sem a caminhonete utilizada na viagem. Em 29 de abril, a Justiça expediu mandado de prisão pelos crimes de roubo e homicídio, e ele passou a ser considerado foragido.
Ao longo dos meses, a Polícia Civil realizou diversas operações, incluindo buscas em áreas rurais de Paraíso do Norte e a prisão de uma ex-namorada do suspeito, investigada por prestar apoio financeiro e logístico durante a fuga.
Agora, com a localização das ossadas e a prisão do segundo suspeito, a investigação entra em uma nova fase. A confirmação da identidade das vítimas dependerá dos exames da Polícia Científica, que devem esclarecer se os restos mortais pertencem, de fato, às duas primas desaparecidas há quatro meses.

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