O Governo do Estado de SP anunciou hoje (12) a criação do Espaço Lilás em unidades da Polícia Militar, com uma estrutura confirmada para as cidades de Marília, Ourinhos e Assis. Diferentemente do atendimento emergencial, o projeto foca no acompanhamento pós-ocorrência e na busca ativa de vítimas de violência doméstica. A iniciativa faz parte de uma rede de 40 novas salas operacionais distribuídas pelo estado, instaladas dentro de batalhões e companhias especializadas.
“Estamos fortalecendo o enfrentamento à violência contra a mulher e à violência doméstica. Precisamos estimular os canais de comunicação e dar meios para que a mulher possa nos procurar, dizer o que está acontecendo e nos informar. Essa é a maneira de tentar dar amparo, assistência e talvez seja a esperança para a gente enfrentar e vencer essa situação”, disse o governador Tarcísio de Freitas.
“A ideia é estabelecer uma rede de proteção, disseminando as políticas públicas do Estado também para os municípios, dar capilaridade a essa ação e fazer com que todo mundo entenda que é parte desse enfrentamento. Vamos tentar fazer com que a rede de proteção seja ampliada e chegue na ponta da melhor maneira possível”, completou o governador.
O serviço será realizado preferencialmente por policiais militares mulheres e atuará em três frentes principais: visitas solidárias em até 10 dias após a ocorrência, visitas comunitárias para prevenção de reincidência e o grupo "PVS Acolher". O objetivo é transformar o atendimento pontual em um ciclo de monitoramento próximo, orientando a mulher sobre a rede de proteção e medidas legais disponíveis.
“O Espaço Lilás transforma o atendimento à violência doméstica de um modelo pontual para um modelo contínuo, preventivo e de acompanhamento próximo da vítima dentro da própria estrutura da PM”, disse o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves.
O Espaço Lilás complementa a Cabine Lilás (190), mas possui funções distintas. Enquanto a Cabine atende emergências e monitora agressores com tornozeleira, o novo espaço atua no acolhimento humanizado e no fortalecimento do vínculo com a vítima após o registro da ocorrência. A ação integra o movimento estadual "SP Por Todas", que promove autonomia e segurança feminina em todo o estado.
SP Por Todas
SP Por Todas é um movimento promovido pelo Governo do Estado de São Paulo para ampliar a visibilidade das políticas públicas para mulheres e fortalecer a rede de proteção, acolhimento e autonomia profissional e financeira. Entre as soluções estão o aplicativo SP Mulher Segura, que conecta a mulher diretamente à polícia em casos de risco, além da ampliação de serviços especializados em todo o estado.

App SP Mulher Segura ganha novas funcionalidades e amplia rede de proteção
O Governo de São Paulo anuncia nesta terça-feira (12) novas funcionalidades no aplicativo SP Mulher Segura, disponível para celulares com sistemas Android e iOS e que já reúne mais de 55 mil usuárias ativas. As atualizações ampliam a rede de apoio a mulheres e reforçam a integração entre tecnologia, segurança pública e atendimento especializado.
Uma das novidades permite cadastrar no aplicativo o contato de uma pessoa de confiança para ampliar a rede de apoio. A pessoa indicada poderá oferecer acolhimento e incentivar a vítima a buscar ajuda especializada.
A mulher em risco ou vítima de violência poderá convidar a pessoa escolhida e cadastrar os dados dela diretamente no aplicativo SP Mulher Segura. O sistema também vai oferecer uma cartilha com orientações e informações sobre violência doméstica, explicando o papel do protetor e como agir em emergências.

“Estamos fortalecendo o enfrentamento à violência contra a mulher e à violência doméstica. Precisamos estimular os canais de comunicação e dar meios para que a mulher possa nos procurar, dizer o que está acontecendo e nos informar. Essa é a maneira de tentar dar amparo, assistência e talvez seja a esperança para a gente enfrentar e vencer essa situação”, disse o governador Tarcísio de Freitas.
Outra inovação é o mapa integrado com endereços de serviços essenciais da rede de proteção, como Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs), batalhões da Polícia Militar e unidades do Instituto Médico Legal (IML), entre outras. A meta é dar acesso rápido aos serviços disponíveis em diferentes regiões do estado.
“Nosso trabalho é ampliar cada vez mais os canais de proteção às mulheres, facilitando o acesso ao atendimento e ao acionamento rápido das forças de segurança. O aplicativo ajuda a combater a subnotificação, fortalece a rede de apoio às vítimas e permite uma resposta mais rápida da polícia para proteger mulheres, prender agressores e enfrentar a violência doméstica”, disse o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves.
As novas funcionalidades também ampliam a atuação do botão do pânico para mulheres com medida protetiva. Quando acionado, há integração da pessoa de confiança cadastrada ao histórico da ocorrência, permitindo o contato da Cabine Lilás da PM.
Lançado pela gestão do governador Tarcísio de Freitas, o app SP Mulher Segura permite o registro online de boletins de ocorrência, o acionamento de emergência da PM e acesso a canais de acolhimento e orientação. Até abril deste ano, o aplicativo tinha 61 mil usuárias ativas, mais de 2,2 mil boletins de ocorrência registrados e 15,2 mil acionamentos do botão do pânico.
As informações são do Governo de SP
“Estamos fortalecendo o enfrentamento à violência contra a mulher e à violência doméstica. Precisamos estimular os canais de comunicação e dar meios para que a mulher possa nos procurar, dizer o que está acontecendo e nos informar. Essa é a maneira de tentar dar amparo, assistência e talvez seja a esperança para a gente enfrentar e vencer essa situação”, disse o governador Tarcísio de Freitas.
“A ideia é estabelecer uma rede de proteção, disseminando as políticas públicas do Estado também para os municípios, dar capilaridade a essa ação e fazer com que todo mundo entenda que é parte desse enfrentamento. Vamos tentar fazer com que a rede de proteção seja ampliada e chegue na ponta da melhor maneira possível”, completou o governador.
O serviço será realizado preferencialmente por policiais militares mulheres e atuará em três frentes principais: visitas solidárias em até 10 dias após a ocorrência, visitas comunitárias para prevenção de reincidência e o grupo "PVS Acolher". O objetivo é transformar o atendimento pontual em um ciclo de monitoramento próximo, orientando a mulher sobre a rede de proteção e medidas legais disponíveis.
“O Espaço Lilás transforma o atendimento à violência doméstica de um modelo pontual para um modelo contínuo, preventivo e de acompanhamento próximo da vítima dentro da própria estrutura da PM”, disse o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves.
O Espaço Lilás complementa a Cabine Lilás (190), mas possui funções distintas. Enquanto a Cabine atende emergências e monitora agressores com tornozeleira, o novo espaço atua no acolhimento humanizado e no fortalecimento do vínculo com a vítima após o registro da ocorrência. A ação integra o movimento estadual "SP Por Todas", que promove autonomia e segurança feminina em todo o estado.
SP Por Todas
SP Por Todas é um movimento promovido pelo Governo do Estado de São Paulo para ampliar a visibilidade das políticas públicas para mulheres e fortalecer a rede de proteção, acolhimento e autonomia profissional e financeira. Entre as soluções estão o aplicativo SP Mulher Segura, que conecta a mulher diretamente à polícia em casos de risco, além da ampliação de serviços especializados em todo o estado.

App SP Mulher Segura ganha novas funcionalidades e amplia rede de proteção
O Governo de São Paulo anuncia nesta terça-feira (12) novas funcionalidades no aplicativo SP Mulher Segura, disponível para celulares com sistemas Android e iOS e que já reúne mais de 55 mil usuárias ativas. As atualizações ampliam a rede de apoio a mulheres e reforçam a integração entre tecnologia, segurança pública e atendimento especializado.
Uma das novidades permite cadastrar no aplicativo o contato de uma pessoa de confiança para ampliar a rede de apoio. A pessoa indicada poderá oferecer acolhimento e incentivar a vítima a buscar ajuda especializada.
A mulher em risco ou vítima de violência poderá convidar a pessoa escolhida e cadastrar os dados dela diretamente no aplicativo SP Mulher Segura. O sistema também vai oferecer uma cartilha com orientações e informações sobre violência doméstica, explicando o papel do protetor e como agir em emergências.

“Estamos fortalecendo o enfrentamento à violência contra a mulher e à violência doméstica. Precisamos estimular os canais de comunicação e dar meios para que a mulher possa nos procurar, dizer o que está acontecendo e nos informar. Essa é a maneira de tentar dar amparo, assistência e talvez seja a esperança para a gente enfrentar e vencer essa situação”, disse o governador Tarcísio de Freitas.
Outra inovação é o mapa integrado com endereços de serviços essenciais da rede de proteção, como Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs), batalhões da Polícia Militar e unidades do Instituto Médico Legal (IML), entre outras. A meta é dar acesso rápido aos serviços disponíveis em diferentes regiões do estado.
“Nosso trabalho é ampliar cada vez mais os canais de proteção às mulheres, facilitando o acesso ao atendimento e ao acionamento rápido das forças de segurança. O aplicativo ajuda a combater a subnotificação, fortalece a rede de apoio às vítimas e permite uma resposta mais rápida da polícia para proteger mulheres, prender agressores e enfrentar a violência doméstica”, disse o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves.
As novas funcionalidades também ampliam a atuação do botão do pânico para mulheres com medida protetiva. Quando acionado, há integração da pessoa de confiança cadastrada ao histórico da ocorrência, permitindo o contato da Cabine Lilás da PM.
Lançado pela gestão do governador Tarcísio de Freitas, o app SP Mulher Segura permite o registro online de boletins de ocorrência, o acionamento de emergência da PM e acesso a canais de acolhimento e orientação. Até abril deste ano, o aplicativo tinha 61 mil usuárias ativas, mais de 2,2 mil boletins de ocorrência registrados e 15,2 mil acionamentos do botão do pânico.
As informações são do Governo de SP





