Uma ocorrência de suposto desacato mobilizou a Guarda Civil Municipal (GCM) na noite desta quinta-feira (22), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h) de Ourinhos. Um paciente de 47 anos foi encaminhado à Polícia Civil após uma discussão com uma técnica de enfermagem de 43 anos, que relatou ter sido ofendida e intimidada durante o exercício de sua função.
Segundo o boletim de ocorrência, o homem procurou a unidade para receber atendimento médico e teve prescritos dois medicamentos: Tramadol, por via subcutânea, e Dexametasona, por via intramuscular.
No momento da administração, o paciente teria se recusado a receber o Tramadol por via subcutânea, exigindo que o medicamento fosse aplicado diretamente na veia.
A técnica de enfermagem explicou que precisava seguir a prescrição médica, mas, conforme seu relato, o homem ficou alterado e passou a acusá-la de grosseria.
Funcionária relata ofensas e intimidação
Ainda segundo o registro policial, após a discussão inicial, a profissional retornou ao seu setor de trabalho, mas teria sido seguida pelo paciente.
No local, ele teria passado a dirigir diversos xingamentos à funcionária, utilizando expressões ofensivas como “biscate”, “baranga” e “vagabunda”, além de palavras de baixo calão.
A técnica também relatou que o homem adotou uma postura intimidatória, aproximando-se dela e afirmando que retornaria à unidade e que ela ainda teria que lidar com ele.
A supervisora do setor de hipodermia confirmou à polícia a versão sobre as ofensas e a intimidação. Segundo ela, o comportamento do paciente deixou a técnica de enfermagem extremamente nervosa e emocionalmente abalada.
Diante da situação, a Guarda Civil Municipal foi acionada e compareceu à UPA, onde encontrou o homem ainda recebendo atendimento médico.
Paciente nega acusações e afirma ter sido tratado com grosseria
Ao prestar esclarecimentos à Polícia Civil, o paciente negou ter ofendido, ameaçado ou perseguido a funcionária.
Ele afirmou que apenas pediu respeito durante o atendimento, pois, segundo sua versão, teria sido tratado com grosseria pela profissional.
O homem também relatou possuir diversos problemas de saúde e afirmou ter sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Essa informação consta como declaração do próprio paciente, sem confirmação médica apresentada no registro.
Em sua defesa, ele sustentou que as imagens das câmeras de monitoramento da UPA poderão comprovar sua versão dos acontecimentos.
Caso foi registrado como possível desacato
Após ouvir os envolvidos, a Polícia Civil registrou a ocorrência, em tese, como crime de desacato, previsto no artigo 331 do Código Penal.
Por se tratar de uma infração de menor potencial ofensivo, foi elaborado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
O paciente assinou um compromisso de comparecimento ao Juizado Especial Criminal quando for intimado e, em seguida, foi liberado.
A autoridade policial também o orientou a manter uma postura respeitosa em futuros atendimentos na unidade de saúde, evitando ofensas ou ameaças contra os profissionais.
O registro policial reúne versões divergentes sobre o episódio. A responsabilidade pelos fatos ainda não foi estabelecida judicialmente.
Segundo o boletim de ocorrência, o homem procurou a unidade para receber atendimento médico e teve prescritos dois medicamentos: Tramadol, por via subcutânea, e Dexametasona, por via intramuscular.
No momento da administração, o paciente teria se recusado a receber o Tramadol por via subcutânea, exigindo que o medicamento fosse aplicado diretamente na veia.
A técnica de enfermagem explicou que precisava seguir a prescrição médica, mas, conforme seu relato, o homem ficou alterado e passou a acusá-la de grosseria.
Funcionária relata ofensas e intimidação
Ainda segundo o registro policial, após a discussão inicial, a profissional retornou ao seu setor de trabalho, mas teria sido seguida pelo paciente.
No local, ele teria passado a dirigir diversos xingamentos à funcionária, utilizando expressões ofensivas como “biscate”, “baranga” e “vagabunda”, além de palavras de baixo calão.
A técnica também relatou que o homem adotou uma postura intimidatória, aproximando-se dela e afirmando que retornaria à unidade e que ela ainda teria que lidar com ele.
A supervisora do setor de hipodermia confirmou à polícia a versão sobre as ofensas e a intimidação. Segundo ela, o comportamento do paciente deixou a técnica de enfermagem extremamente nervosa e emocionalmente abalada.
Diante da situação, a Guarda Civil Municipal foi acionada e compareceu à UPA, onde encontrou o homem ainda recebendo atendimento médico.
Paciente nega acusações e afirma ter sido tratado com grosseria
Ao prestar esclarecimentos à Polícia Civil, o paciente negou ter ofendido, ameaçado ou perseguido a funcionária.
Ele afirmou que apenas pediu respeito durante o atendimento, pois, segundo sua versão, teria sido tratado com grosseria pela profissional.
O homem também relatou possuir diversos problemas de saúde e afirmou ter sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Essa informação consta como declaração do próprio paciente, sem confirmação médica apresentada no registro.
Em sua defesa, ele sustentou que as imagens das câmeras de monitoramento da UPA poderão comprovar sua versão dos acontecimentos.
Caso foi registrado como possível desacato
Após ouvir os envolvidos, a Polícia Civil registrou a ocorrência, em tese, como crime de desacato, previsto no artigo 331 do Código Penal.
Por se tratar de uma infração de menor potencial ofensivo, foi elaborado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
O paciente assinou um compromisso de comparecimento ao Juizado Especial Criminal quando for intimado e, em seguida, foi liberado.
A autoridade policial também o orientou a manter uma postura respeitosa em futuros atendimentos na unidade de saúde, evitando ofensas ou ameaças contra os profissionais.
O registro policial reúne versões divergentes sobre o episódio. A responsabilidade pelos fatos ainda não foi estabelecida judicialmente.
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