O padrasto que confessou ter assassinado a enteada de cinco anos e enterrado o corpo no quintal de casa, em Itapetininga (SP), foi transferido para a Penitenciária de Tremembé, unidade que abriga presos de casos de grande repercussão. Rodrigo Ribeiro Machado, de 23 anos, foi preso em 14 de outubro, após a Polícia Civil localizar o corpo da menina Maria Clara Aguirre Lisboa no quintal da residência onde ele vivia com a mãe da criança, Luiza Aguirre Barbosa da Silva, no Jardim São Camilo. Luiza permanece detida na Penitenciária de Votorantim.
De acordo com a Polícia Civil, o padrasto tem antecedentes criminais graves, incluindo estupro, roubo e ameaça. Entre os registros mais recentes, constam uma denúncia de ameaça e vias de fato contra a própria enteada, feita em janeiro de 2025, além de ocorrências por porte de arma, roubo qualificado e estupro.
A investigação aponta que Maria Clara foi morta no fim de setembro, e o corpo ficou enterrado por cerca de 20 dias antes de ser encontrado. A perícia identificou lesões provocadas por instrumento contundente, e os suspeitos confessaram ter concretado a cova para ocultar o crime.
O Conselho Tutelar informou que a menina estava sob os cuidados da mãe e que a família já era acompanhada por medidas protetivas. O órgão relatou dificuldades em manter contato com Luiza desde agosto e registrou o desaparecimento da criança no dia 8 de outubro, após denúncia feita pela avó paterna.
Durante as diligências, a polícia localizou o casal, que confessou o homicídio e a ocultação do cadáver. Um áudio enviado por Rodrigo ao pai biológico da menina, dias antes da descoberta do corpo, reforçou as suspeitas — na mensagem, ele afirmava que Maria Clara estava morta e pedia que o pai deixasse de procurá-los.
A Justiça manteve a prisão preventiva de ambos após audiência de custódia. Eles responderão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Segundo o delegado Franco Augusto, a menina sofria agressões físicas e psicológicas constantes, utilizadas pelo padrasto como forma de controle e intimidação.
Maria Clara foi sepultada no Cemitério Colina da Paz, em Itapetininga, em cerimônia restrita à família paterna, devido ao avançado estado de decomposição do corpo, que impossibilitou a realização de velório.
De acordo com a Polícia Civil, o padrasto tem antecedentes criminais graves, incluindo estupro, roubo e ameaça. Entre os registros mais recentes, constam uma denúncia de ameaça e vias de fato contra a própria enteada, feita em janeiro de 2025, além de ocorrências por porte de arma, roubo qualificado e estupro.
A investigação aponta que Maria Clara foi morta no fim de setembro, e o corpo ficou enterrado por cerca de 20 dias antes de ser encontrado. A perícia identificou lesões provocadas por instrumento contundente, e os suspeitos confessaram ter concretado a cova para ocultar o crime.
O Conselho Tutelar informou que a menina estava sob os cuidados da mãe e que a família já era acompanhada por medidas protetivas. O órgão relatou dificuldades em manter contato com Luiza desde agosto e registrou o desaparecimento da criança no dia 8 de outubro, após denúncia feita pela avó paterna.
Durante as diligências, a polícia localizou o casal, que confessou o homicídio e a ocultação do cadáver. Um áudio enviado por Rodrigo ao pai biológico da menina, dias antes da descoberta do corpo, reforçou as suspeitas — na mensagem, ele afirmava que Maria Clara estava morta e pedia que o pai deixasse de procurá-los.
A Justiça manteve a prisão preventiva de ambos após audiência de custódia. Eles responderão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Segundo o delegado Franco Augusto, a menina sofria agressões físicas e psicológicas constantes, utilizadas pelo padrasto como forma de controle e intimidação.
Maria Clara foi sepultada no Cemitério Colina da Paz, em Itapetininga, em cerimônia restrita à família paterna, devido ao avançado estado de decomposição do corpo, que impossibilitou a realização de velório.
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