Algumas unidades da rede municipal de ensino de Ourinhos mantiveram a paralisação das atividades na manhã desta segunda-feira (11), mesmo após o prefeito Guilherme Gonçalves afirmar, em vídeo divulgado no domingo (10), que a situação estaria normalizada em toda a rede.
De acordo com informações recebidas pelo site, servidores da educação, entre auxiliares de educação infantil e professores, alegam que os problemas enfrentados nas escolas permanecem sem solução. Entre as unidades que não realizaram atendimento nesta manhã estão a NEI Vera Moura, na Cohab; a NEI Professora Dulcineia Aparecida Silvestrini Martins, na Vila Califórnia; a Escola Municipal Angelina Perino, na Vila Perino; Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor José Alves Martins, no Jardim Itamaraty, Nei Carlos Ferreira Felipe, na Maria Christoni, NEI Curupira I e II, no Jardim Itamaraty, Marupiara, na Vila Nova Sá, Clara Augusta na Cohab e a Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Evani Maioral Ribeiro Carneiro, no Parque Minas Gerais.

Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor José Alves Martins, no Jardim Itamaraty
Os servidores afirmam que houve descumprimento de um acordo firmado na última sexta-feira (8), durante reunião realizada na sede da Secretaria Municipal de Educação. O encontro contou com a presença do secretário adjunto de Educação, Sandro Gésar Caprino, além de gestores, funcionários e técnicos da pasta.
Segundo a ata da reunião, a Prefeitura teria assumido o compromisso de enviar dois auxiliares de serviços gerais para as unidades escolares, a partir desta segunda-feira (11), com o objetivo de atender à demanda reprimida nas escolas. Em contrapartida, os funcionários se comprometeriam a retomar o atendimento educacional. O documento também previa que, caso o acordo não fosse cumprido, as escolas continuariam paralisadas sem ônus aos servidores.
Ainda conforme a ata, ficou estabelecido que a Organização da Sociedade Civil (OSC) responsável pelos serviços deveria cumprir integralmente o plano de trabalho, ampliando o número de auxiliares de serviços gerais, fornecendo materiais de consumo e realizando manutenção predial nas unidades escolares. Outro ponto discutido foi a situação de funcionários em desvio de função, com promessa da Secretaria de Educação de buscar o retorno desses servidores às funções originais.
No domingo (10), o prefeito Guilherme Gonçalves publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que o problema havia sido resolvido e que as aulas aconteceriam normalmente em toda a rede municipal nesta segunda-feira. Durante o pronunciamento, ele declarou que algumas escolas teriam paralisado as atividades “de maneira indevida, sem informar a Prefeitura”.
O prefeito informou ainda que a administração municipal realizou um remanejamento interno de servidores de diversas secretarias para reforçar as equipes da limpeza nas escolas. “Todas as escolas receberão mais funcionários da limpeza a partir de segunda-feira, às sete horas da manhã. Então, o problema foi solucionado”, afirmou.
Guilherme também disse que diretores, coordenadores e vice-diretores estariam nas portas das escolas para receber os alunos e confirmou uma reunião com representantes do sindicato e profissionais da educação para discutir outras reivindicações da categoria.
Ao comentar a paralisação iniciada na sexta-feira (8), o prefeito afirmou que a Secretaria de Assuntos Jurídicos e Cidadania iria atuar “nos meios da lei” diante de eventuais paralisações consideradas irregulares. “Os alunos e os pais não podem ser prejudicados”, declarou.
A crise na rede municipal começou após a redução de profissionais da limpeza em diversas unidades escolares. Na sexta-feira, a Prefeitura informou que o problema ocorreu devido a um impedimento técnico apontado pela Procuradoria-Geral do Município relacionado à contratação da empresa responsável pelos serviços de limpeza escolar.
Entre as medidas anunciadas pela administração municipal estão um mutirão de limpeza realizado durante o fim de semana, o remanejamento de servidores e a promessa de normalização total das atividades escolares a partir desta segunda-feira.
De acordo com informações recebidas pelo site, servidores da educação, entre auxiliares de educação infantil e professores, alegam que os problemas enfrentados nas escolas permanecem sem solução. Entre as unidades que não realizaram atendimento nesta manhã estão a NEI Vera Moura, na Cohab; a NEI Professora Dulcineia Aparecida Silvestrini Martins, na Vila Califórnia; a Escola Municipal Angelina Perino, na Vila Perino; Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor José Alves Martins, no Jardim Itamaraty, Nei Carlos Ferreira Felipe, na Maria Christoni, NEI Curupira I e II, no Jardim Itamaraty, Marupiara, na Vila Nova Sá, Clara Augusta na Cohab e a Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Evani Maioral Ribeiro Carneiro, no Parque Minas Gerais.

Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor José Alves Martins, no Jardim Itamaraty
Os servidores afirmam que houve descumprimento de um acordo firmado na última sexta-feira (8), durante reunião realizada na sede da Secretaria Municipal de Educação. O encontro contou com a presença do secretário adjunto de Educação, Sandro Gésar Caprino, além de gestores, funcionários e técnicos da pasta.
Segundo a ata da reunião, a Prefeitura teria assumido o compromisso de enviar dois auxiliares de serviços gerais para as unidades escolares, a partir desta segunda-feira (11), com o objetivo de atender à demanda reprimida nas escolas. Em contrapartida, os funcionários se comprometeriam a retomar o atendimento educacional. O documento também previa que, caso o acordo não fosse cumprido, as escolas continuariam paralisadas sem ônus aos servidores.
Ainda conforme a ata, ficou estabelecido que a Organização da Sociedade Civil (OSC) responsável pelos serviços deveria cumprir integralmente o plano de trabalho, ampliando o número de auxiliares de serviços gerais, fornecendo materiais de consumo e realizando manutenção predial nas unidades escolares. Outro ponto discutido foi a situação de funcionários em desvio de função, com promessa da Secretaria de Educação de buscar o retorno desses servidores às funções originais.
No domingo (10), o prefeito Guilherme Gonçalves publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que o problema havia sido resolvido e que as aulas aconteceriam normalmente em toda a rede municipal nesta segunda-feira. Durante o pronunciamento, ele declarou que algumas escolas teriam paralisado as atividades “de maneira indevida, sem informar a Prefeitura”.
O prefeito informou ainda que a administração municipal realizou um remanejamento interno de servidores de diversas secretarias para reforçar as equipes da limpeza nas escolas. “Todas as escolas receberão mais funcionários da limpeza a partir de segunda-feira, às sete horas da manhã. Então, o problema foi solucionado”, afirmou.
Guilherme também disse que diretores, coordenadores e vice-diretores estariam nas portas das escolas para receber os alunos e confirmou uma reunião com representantes do sindicato e profissionais da educação para discutir outras reivindicações da categoria.
Ao comentar a paralisação iniciada na sexta-feira (8), o prefeito afirmou que a Secretaria de Assuntos Jurídicos e Cidadania iria atuar “nos meios da lei” diante de eventuais paralisações consideradas irregulares. “Os alunos e os pais não podem ser prejudicados”, declarou.
A crise na rede municipal começou após a redução de profissionais da limpeza em diversas unidades escolares. Na sexta-feira, a Prefeitura informou que o problema ocorreu devido a um impedimento técnico apontado pela Procuradoria-Geral do Município relacionado à contratação da empresa responsável pelos serviços de limpeza escolar.
Entre as medidas anunciadas pela administração municipal estão um mutirão de limpeza realizado durante o fim de semana, o remanejamento de servidores e a promessa de normalização total das atividades escolares a partir desta segunda-feira.





