Pouco mais de 15 anos após o assassinato de Eliza Samudio, o nome da modelo voltou a ganhar destaque no noticiário nesta segunda-feira (5) após a revelação de um novo mistério envolvendo o caso. Um homem, que preferiu não se identificar, afirmou ter encontrado o passaporte brasileiro de Eliza escondido em uma estante de um apartamento alugado em Portugal, no fim de 2025.
Segundo o relato, o documento foi expedido em maio de 2006 e apresenta apenas um registro de entrada em Portugal em maio de 2007, sem qualquer anotação de saída do país. O passaporte foi entregue ao Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, que confirmou oficialmente a informação. Em nota, o consulado informou que comunicou o caso ao Itamaraty, em Brasília, e que aguarda orientações sobre os próximos procedimentos. As informações foram divulgadas pelo portal LeoDias.
A repercussão do caso nas redes sociais levantou uma série de especulações, incluindo teorias sobre a possibilidade de Eliza estar viva. Diante disso, o irmão da modelo, Arlie Moura, de 27 anos, se manifestou e afirmou que a situação “mexeu com o psicológico” da família. Em entrevista ao jornal O Tempo, ele confirmou a autenticidade do documento, mas destacou a necessidade de uma investigação cuidadosa. “Agora é preciso investigar se ele foi perdido, se houve roubo, o que aconteceu em relação a isso”, afirmou.
Arlie disse não saber por que o passaporte estava guardado em uma residência alugada em Portugal nem por que o caso só veio à tona agora. Apesar das especulações, ele afirmou não acreditar que a irmã esteja viva. Segundo ele, as provas reunidas pela polícia à época do crime são convincentes quanto ao envolvimento do goleiro Bruno Fernandes. “Seria bom se realmente ela estivesse viva, mas, pelos fatos apurados, acho difícil de ser verdade”, declarou.
Eliza Samudio desapareceu em 2010, e seu corpo nunca foi localizado. Em março de 2013, Bruno Fernandes, então goleiro do Flamengo, foi condenado a 22 anos e três meses de prisão por homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado. Desde 2023, ele cumpre pena em liberdade condicional. O reaparecimento do passaporte agora reacende o debate e reforça a expectativa por esclarecimentos oficiais das autoridades.
Segundo o relato, o documento foi expedido em maio de 2006 e apresenta apenas um registro de entrada em Portugal em maio de 2007, sem qualquer anotação de saída do país. O passaporte foi entregue ao Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, que confirmou oficialmente a informação. Em nota, o consulado informou que comunicou o caso ao Itamaraty, em Brasília, e que aguarda orientações sobre os próximos procedimentos. As informações foram divulgadas pelo portal LeoDias.
A repercussão do caso nas redes sociais levantou uma série de especulações, incluindo teorias sobre a possibilidade de Eliza estar viva. Diante disso, o irmão da modelo, Arlie Moura, de 27 anos, se manifestou e afirmou que a situação “mexeu com o psicológico” da família. Em entrevista ao jornal O Tempo, ele confirmou a autenticidade do documento, mas destacou a necessidade de uma investigação cuidadosa. “Agora é preciso investigar se ele foi perdido, se houve roubo, o que aconteceu em relação a isso”, afirmou.
Arlie disse não saber por que o passaporte estava guardado em uma residência alugada em Portugal nem por que o caso só veio à tona agora. Apesar das especulações, ele afirmou não acreditar que a irmã esteja viva. Segundo ele, as provas reunidas pela polícia à época do crime são convincentes quanto ao envolvimento do goleiro Bruno Fernandes. “Seria bom se realmente ela estivesse viva, mas, pelos fatos apurados, acho difícil de ser verdade”, declarou.
Eliza Samudio desapareceu em 2010, e seu corpo nunca foi localizado. Em março de 2013, Bruno Fernandes, então goleiro do Flamengo, foi condenado a 22 anos e três meses de prisão por homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado. Desde 2023, ele cumpre pena em liberdade condicional. O reaparecimento do passaporte agora reacende o debate e reforça a expectativa por esclarecimentos oficiais das autoridades.





