O clima de celebração natalina terminou em tragédia na madrugada da última quinta-feira, 25, em Campos Novos Paulista (cerca de 56 km de Ourinhos). O peão de boiadeiro Wellington Ferreira Gomes, de 30 anos, conhecido popularmente como “Guri”, foi alvejado por disparos de arma de fogo e permanece internado em estado gravíssimo no Hospital das Clínicas (HC/Famema), em Marília. Veja o vídeo abaixo.
Enquanto a vítima luta pela vida na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a família expressa indignação com a suposta lentidão das autoridades. Segundo o irmão de Wellington, o suspeito do crime, identificado como Marcelo, de 39 anos, continua em liberdade, e testemunhas ainda não foram ouvidas oficialmente.
O Crime: Emboscada em Meio à Multidão
De acordo com o registro policial, o crime ocorreu por volta das 3h30 da manhã, na Avenida José Theodoro de Souza, em frente à agência do Banco Sicredi. O local apresentava grande aglomeração de pessoas devido às festividades de Natal.
Testemunhas relataram que, após uma discussão motivada por som alto nas proximidades de uma praça, um veículo se aproximou e um homem efetuou os disparos. Wellington foi atingido por três tiros: no abdômen, nas costelas e no braço esquerdo. O peão teria tentado correr em direção ao Banco do Brasil para escapar dos disparos, mas caiu ferido.

A Polícia Militar informou que, ao chegar ao pronto atendimento local, a vítima já havia sido transferida para Marília devido à gravidade dos ferimentos, que incluíam uma possível hemorragia interna.
Motivação e Fuga
O irmão da vítima revelou que o atentado pode ter sido o desfecho de uma desavença antiga. Há cerca de oito meses, Wellington teria confrontado o suspeito após descobrir que ele mantinha um envolvimento com sua irmã, que é menor de idade.
"Ele falou que ia matar meu irmão, mas ninguém acreditou. Nessa festa, ele ficou de canto, só olhando. Quando começou uma confusão por causa de som alto, ele aproveitou o momento para atirar", desabafou o familiar.
Após o crime, Marcelo teria fugido para a cidade de Echaporã (SP) em um veículo Toyota Corolla preto, com o auxílio de familiares. A Polícia Militar realizou buscas na residência do suspeito, mas ele não foi localizado.
Família Critica "Recesso" da Polícia
A principal queixa da família reside na burocracia e na falta de medidas cautelares, como a prisão preventiva. Segundo o irmão de "Guri", o investigador do caso teria informado que as testemunhas só poderão ser ouvidas após o dia 5 de janeiro, devido ao recesso do delegado.
"Meu irmão está lá, à beira da vida e da morte, e a polícia fala que não pode fazer nada porque o delegado não lavrou uma prisão preventiva. Estão esperando o quê? As imagens do banco podem sumir até lá", questiona o irmão.
Investigação e Perícia
A Polícia Militar afirmou que não acionou a perícia técnica (IC) no momento da ocorrência porque não encontrou cápsulas ou vestígios de sangue no local, que estava lotado de pessoas. No entanto, o irmão da vítima contesta a informação, afirmando que há fotos de marcas de tiros em uma caminhonete que estava estacionada no local.
A Polícia Civil busca agora obter as imagens das câmeras de monitoramento do Banco Sicredi e de um quiosque da Prefeitura para identificar formalmente o autor e a dinâmica exata dos disparos.
Estado de Saúde: Até o fechamento desta edição, Wellington Ferreira Gomes permanecia inconsciente. Segundo a equipe médica, ele passou por uma cirurgia complexa que durou toda a manhã de Natal. O projétil alojado no tórax está próximo ao coração, e a bala que atingiu o abdômen causou danos severos ao fígado e ao intestino grosso.
Enquanto a vítima luta pela vida na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a família expressa indignação com a suposta lentidão das autoridades. Segundo o irmão de Wellington, o suspeito do crime, identificado como Marcelo, de 39 anos, continua em liberdade, e testemunhas ainda não foram ouvidas oficialmente.
O Crime: Emboscada em Meio à Multidão
De acordo com o registro policial, o crime ocorreu por volta das 3h30 da manhã, na Avenida José Theodoro de Souza, em frente à agência do Banco Sicredi. O local apresentava grande aglomeração de pessoas devido às festividades de Natal.
Testemunhas relataram que, após uma discussão motivada por som alto nas proximidades de uma praça, um veículo se aproximou e um homem efetuou os disparos. Wellington foi atingido por três tiros: no abdômen, nas costelas e no braço esquerdo. O peão teria tentado correr em direção ao Banco do Brasil para escapar dos disparos, mas caiu ferido.

A Polícia Militar informou que, ao chegar ao pronto atendimento local, a vítima já havia sido transferida para Marília devido à gravidade dos ferimentos, que incluíam uma possível hemorragia interna.
Motivação e Fuga
O irmão da vítima revelou que o atentado pode ter sido o desfecho de uma desavença antiga. Há cerca de oito meses, Wellington teria confrontado o suspeito após descobrir que ele mantinha um envolvimento com sua irmã, que é menor de idade.
"Ele falou que ia matar meu irmão, mas ninguém acreditou. Nessa festa, ele ficou de canto, só olhando. Quando começou uma confusão por causa de som alto, ele aproveitou o momento para atirar", desabafou o familiar.
Após o crime, Marcelo teria fugido para a cidade de Echaporã (SP) em um veículo Toyota Corolla preto, com o auxílio de familiares. A Polícia Militar realizou buscas na residência do suspeito, mas ele não foi localizado.
Família Critica "Recesso" da Polícia
A principal queixa da família reside na burocracia e na falta de medidas cautelares, como a prisão preventiva. Segundo o irmão de "Guri", o investigador do caso teria informado que as testemunhas só poderão ser ouvidas após o dia 5 de janeiro, devido ao recesso do delegado.
"Meu irmão está lá, à beira da vida e da morte, e a polícia fala que não pode fazer nada porque o delegado não lavrou uma prisão preventiva. Estão esperando o quê? As imagens do banco podem sumir até lá", questiona o irmão.
Investigação e Perícia
A Polícia Militar afirmou que não acionou a perícia técnica (IC) no momento da ocorrência porque não encontrou cápsulas ou vestígios de sangue no local, que estava lotado de pessoas. No entanto, o irmão da vítima contesta a informação, afirmando que há fotos de marcas de tiros em uma caminhonete que estava estacionada no local.
A Polícia Civil busca agora obter as imagens das câmeras de monitoramento do Banco Sicredi e de um quiosque da Prefeitura para identificar formalmente o autor e a dinâmica exata dos disparos.
Estado de Saúde: Até o fechamento desta edição, Wellington Ferreira Gomes permanecia inconsciente. Segundo a equipe médica, ele passou por uma cirurgia complexa que durou toda a manhã de Natal. O projétil alojado no tórax está próximo ao coração, e a bala que atingiu o abdômen causou danos severos ao fígado e ao intestino grosso.





