No último domingo, 30, um pedreiro de 45 anos e uma auxiliar de produção de 40 anos registraram boletins de ocorrência na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ourinhos após terem sido vítimas de golpes distintos na cidade.
Golpe do falso intermediário na compra de veículo
O pedreiro relatou que encontrou um anúncio de um Chevrolet Corsa, ano 2002, à venda no Facebook por R$ 7.000,00. Interessado, entrou em contato com o vendedor e marcou um encontro para ver o veículo. Ao se encontrar com o verdadeiro dono do carro, realizou um teste e demonstrou interesse na compra.
No entanto, sem saber, o pedreiro também estava se comunicando com um golpista via WhatsApp, que se passou pelo pai do verdadeiro vendedor. O criminoso negociou o valor do veículo, reduzindo o preço para R$ 5.000,00, e instruiu a vítima a não comentar sobre a negociação com o proprietário.
Acreditando estar fechando um bom negócio, o pedreiro sacou R$ 2.300,00 e depositou o valor na conta de Kelli Karolina de Oliveira, no Banco Bradesco, Agência 3944, Conta Corrente nº 0365816-3. Somente ao retornar à residência do dono do carro, percebeu que havia sido enganado. A polícia registrou o caso e investiga o ocorrido.
Fraude bancária via WhatsApp
A auxiliar de produção foi alvo de criminosos que se passaram por funcionários do Banco do Brasil. No dia 25 de março, ela recebeu diversas ligações suspeitas e, no período da tarde, atendeu uma chamada via WhatsApp do número (66) 3191-2346. O interlocutor se identificou como gerente de sua conta e afirmou que havia uma compra em análise por suspeita de fraude.
A vítima garantiu que não clicou em nenhum link suspeito e que sua única transação recente foi uma compra de R$ 15,26 no supermercado Bom Jesus. No entanto, acredita que seu celular tenha sido infectado por um malware, pois no dia seguinte foram realizadas transações que ela desconhece.
Entre os débitos não reconhecidos estão um pagamento BB Pay de R$ 1.000,00, um PIX de R$ 2.300,00 e um TED de R$ 2.300,00 para Vitoria Figueiredo Gouveia, além de vários débitos relacionados a multas de trânsito, totalizando cerca de R$ 1.419,08. Ao perceber a fraude, a mulher procurou o banco e foi orientada a registrar a ocorrência.
A polícia investiga os golpes e alerta a população para que fiquem atentos a esse tipo de crime. Recomenda-se sempre verificar a identidade de vendedores e evitar pagamentos antecipados sem confirmação presencial. No caso de contatos bancários suspeitos, os clientes devem procurar diretamente a instituição financeira antes de fornecer qualquer informação.
Golpe do falso intermediário na compra de veículo
O pedreiro relatou que encontrou um anúncio de um Chevrolet Corsa, ano 2002, à venda no Facebook por R$ 7.000,00. Interessado, entrou em contato com o vendedor e marcou um encontro para ver o veículo. Ao se encontrar com o verdadeiro dono do carro, realizou um teste e demonstrou interesse na compra.
No entanto, sem saber, o pedreiro também estava se comunicando com um golpista via WhatsApp, que se passou pelo pai do verdadeiro vendedor. O criminoso negociou o valor do veículo, reduzindo o preço para R$ 5.000,00, e instruiu a vítima a não comentar sobre a negociação com o proprietário.
Acreditando estar fechando um bom negócio, o pedreiro sacou R$ 2.300,00 e depositou o valor na conta de Kelli Karolina de Oliveira, no Banco Bradesco, Agência 3944, Conta Corrente nº 0365816-3. Somente ao retornar à residência do dono do carro, percebeu que havia sido enganado. A polícia registrou o caso e investiga o ocorrido.
Fraude bancária via WhatsApp
A auxiliar de produção foi alvo de criminosos que se passaram por funcionários do Banco do Brasil. No dia 25 de março, ela recebeu diversas ligações suspeitas e, no período da tarde, atendeu uma chamada via WhatsApp do número (66) 3191-2346. O interlocutor se identificou como gerente de sua conta e afirmou que havia uma compra em análise por suspeita de fraude.
A vítima garantiu que não clicou em nenhum link suspeito e que sua única transação recente foi uma compra de R$ 15,26 no supermercado Bom Jesus. No entanto, acredita que seu celular tenha sido infectado por um malware, pois no dia seguinte foram realizadas transações que ela desconhece.
Entre os débitos não reconhecidos estão um pagamento BB Pay de R$ 1.000,00, um PIX de R$ 2.300,00 e um TED de R$ 2.300,00 para Vitoria Figueiredo Gouveia, além de vários débitos relacionados a multas de trânsito, totalizando cerca de R$ 1.419,08. Ao perceber a fraude, a mulher procurou o banco e foi orientada a registrar a ocorrência.
A polícia investiga os golpes e alerta a população para que fiquem atentos a esse tipo de crime. Recomenda-se sempre verificar a identidade de vendedores e evitar pagamentos antecipados sem confirmação presencial. No caso de contatos bancários suspeitos, os clientes devem procurar diretamente a instituição financeira antes de fornecer qualquer informação.





