Um pedreiro de 40 anos foi preso em flagrante na noite desta quarta-feira, 11, acusado de violência doméstica, ameaça, injúria, desacato e dano ao patrimônio público, em Ourinhos.
De acordo com o registro policial, equipes da Polícia Militar do Estado de São Paulo foram acionadas pelo Centro de Operações da Polícia Militar para atender uma ocorrência de violência doméstica em uma residência no Jardim Paris. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o suspeito bastante alterado na calçada, enquanto a vítima permanecia próxima ao portão da casa.
Durante a abordagem, segundo os policiais, o homem avançou em direção à mulher, sendo contido pela equipe. Ainda no local, ele teria passado a proferir diversas ofensas, afirmando que a vítima “merecia apanhar” e “tomar uns tapas”, além de chamá-la de “lixo” e outros xingamentos. Diante da tentativa de nova agressão, os policiais deram voz de prisão ao suspeito.
Durante o procedimento de algemamento, o homem teria resistido à prisão, sendo necessário o uso moderado da força para contê-lo. Nesse momento, ele também passou a ofender os policiais, chamando-os de “filhos da puta” e “petistas”. Já dentro da viatura, no compartimento destinado a presos, o suspeito desferiu chutes contra o guarda-presos, o que levou à solicitação de perícia para verificar possível dano ao patrimônio público.
Segundo relato da vítima, ela mantinha um relacionamento com o acusado havia cerca de dois meses e os dois estavam morando juntos há aproximadamente uma semana. Na noite dos fatos, ao tentar encerrar o relacionamento, o homem teria ficado agressivo, quebrado o portão da residência e feito ameaças de morte, além de ofendê-la com palavras como “lixo”, “vagabunda” e “biscate”.
Ainda conforme o depoimento, em determinado momento o suspeito pegou uma faca e ameaçou tirar a própria vida. Em seguida, teria avançado contra a mulher. Temendo pela própria segurança, a vítima também pegou uma faca para se defender, momento em que o agressor recuou. Mesmo após a chegada da polícia, ele continuou com ameaças e tentativas de agressão.
O homem foi levado à CPJ de Ourinhos, onde permaneceu alterado e continuou ofendendo a vítima na presença da autoridade policial. Em depoimento, ele admitiu ter xingado a mulher e afirmado que ela “merecia apanhar”, mas negou ter agredido fisicamente a companheira. Também disse não ter insultado diretamente os policiais, alegando apenas ter feito comentários políticos.
A autoridade policial decidiu autuar o suspeito em flagrante pelos crimes de ameaça e injúria no contexto de violência doméstica, conforme a Lei Maria da Penha, além de desacato e dano qualificado ao patrimônio público. Devido à gravidade da situação e ao risco à integridade da vítima, foi determinada a manutenção da prisão, sem arbitramento de fiança na delegacia.
A polícia também representou à Justiça pela concessão de medidas protetivas de urgência, que podem incluir o afastamento do agressor da residência, proibição de contato com a vítima e determinação de distância mínima entre as partes.
O caso será encaminhado ao Poder Judiciário, que deverá analisar a legalidade da prisão durante audiência de custódia e decidir sobre a manutenção da detenção ou aplicação de medidas cautelares.
De acordo com o registro policial, equipes da Polícia Militar do Estado de São Paulo foram acionadas pelo Centro de Operações da Polícia Militar para atender uma ocorrência de violência doméstica em uma residência no Jardim Paris. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o suspeito bastante alterado na calçada, enquanto a vítima permanecia próxima ao portão da casa.
Durante a abordagem, segundo os policiais, o homem avançou em direção à mulher, sendo contido pela equipe. Ainda no local, ele teria passado a proferir diversas ofensas, afirmando que a vítima “merecia apanhar” e “tomar uns tapas”, além de chamá-la de “lixo” e outros xingamentos. Diante da tentativa de nova agressão, os policiais deram voz de prisão ao suspeito.
Durante o procedimento de algemamento, o homem teria resistido à prisão, sendo necessário o uso moderado da força para contê-lo. Nesse momento, ele também passou a ofender os policiais, chamando-os de “filhos da puta” e “petistas”. Já dentro da viatura, no compartimento destinado a presos, o suspeito desferiu chutes contra o guarda-presos, o que levou à solicitação de perícia para verificar possível dano ao patrimônio público.
Segundo relato da vítima, ela mantinha um relacionamento com o acusado havia cerca de dois meses e os dois estavam morando juntos há aproximadamente uma semana. Na noite dos fatos, ao tentar encerrar o relacionamento, o homem teria ficado agressivo, quebrado o portão da residência e feito ameaças de morte, além de ofendê-la com palavras como “lixo”, “vagabunda” e “biscate”.
Ainda conforme o depoimento, em determinado momento o suspeito pegou uma faca e ameaçou tirar a própria vida. Em seguida, teria avançado contra a mulher. Temendo pela própria segurança, a vítima também pegou uma faca para se defender, momento em que o agressor recuou. Mesmo após a chegada da polícia, ele continuou com ameaças e tentativas de agressão.
O homem foi levado à CPJ de Ourinhos, onde permaneceu alterado e continuou ofendendo a vítima na presença da autoridade policial. Em depoimento, ele admitiu ter xingado a mulher e afirmado que ela “merecia apanhar”, mas negou ter agredido fisicamente a companheira. Também disse não ter insultado diretamente os policiais, alegando apenas ter feito comentários políticos.
A autoridade policial decidiu autuar o suspeito em flagrante pelos crimes de ameaça e injúria no contexto de violência doméstica, conforme a Lei Maria da Penha, além de desacato e dano qualificado ao patrimônio público. Devido à gravidade da situação e ao risco à integridade da vítima, foi determinada a manutenção da prisão, sem arbitramento de fiança na delegacia.
A polícia também representou à Justiça pela concessão de medidas protetivas de urgência, que podem incluir o afastamento do agressor da residência, proibição de contato com a vítima e determinação de distância mínima entre as partes.
O caso será encaminhado ao Poder Judiciário, que deverá analisar a legalidade da prisão durante audiência de custódia e decidir sobre a manutenção da detenção ou aplicação de medidas cautelares.





