A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (26) um corte de 5,2% no preço da gasolina vendida às distribuidoras por meio de suas refinarias. Com a redução, o valor passará de R$ 2,71 para R$ 2,57 por litro, queda de R$ 0,14, e começa a valer a partir desta terça-feira (27). O preço do diesel, segundo a estatal, permanecerá inalterado.
A medida ocorre em um momento de pressão sobre os preços dos combustíveis nas bombas, que vêm registrando alta desde o início do ano em razão do aumento de R$ 0,10 por litro na alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), reajuste que foi integralmente repassado ao consumidor. Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) indicam que o preço médio da gasolina no país subiu exatamente R$ 0,10 por litro entre os dias 28 de dezembro e 11 de janeiro.
O mercado já aguardava uma reação da Petrobras, uma vez que, nas últimas semanas, a estatal vinha praticando valores acima das cotações internacionais. Na abertura do mercado desta segunda-feira, por exemplo, a gasolina nas refinarias da empresa estava R$ 0,21 por litro mais cara do que a paridade de importação calculada pela Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).
Em nota, a Petrobras destacou que, desde dezembro de 2022, o preço de venda da gasolina às distribuidoras foi reduzido em R$ 0,50 por litro. Segundo a companhia, considerando a inflação acumulada no período, a redução real chega a 26,9%.
Impacto nas bombas e na inflação
A expectativa é que o corte anunciado contribua para aliviar a inflação, já que a gasolina é o item com maior peso no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação no país. No entanto, a estatal ressalta que a redução nas refinarias não se traduz automaticamente no mesmo percentual de queda para o consumidor final.
Isso porque o preço da gasolina nas bombas é influenciado por diversos fatores além do valor praticado pela Petrobras, como custos de transporte, mistura obrigatória com etanol, carga tributária e a margem de lucro de distribuidoras e postos.
Mais detalhes sobre o impacto da medida podem ser acompanhados no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil.
A medida ocorre em um momento de pressão sobre os preços dos combustíveis nas bombas, que vêm registrando alta desde o início do ano em razão do aumento de R$ 0,10 por litro na alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), reajuste que foi integralmente repassado ao consumidor. Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) indicam que o preço médio da gasolina no país subiu exatamente R$ 0,10 por litro entre os dias 28 de dezembro e 11 de janeiro.
O mercado já aguardava uma reação da Petrobras, uma vez que, nas últimas semanas, a estatal vinha praticando valores acima das cotações internacionais. Na abertura do mercado desta segunda-feira, por exemplo, a gasolina nas refinarias da empresa estava R$ 0,21 por litro mais cara do que a paridade de importação calculada pela Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).
Em nota, a Petrobras destacou que, desde dezembro de 2022, o preço de venda da gasolina às distribuidoras foi reduzido em R$ 0,50 por litro. Segundo a companhia, considerando a inflação acumulada no período, a redução real chega a 26,9%.
Impacto nas bombas e na inflação
A expectativa é que o corte anunciado contribua para aliviar a inflação, já que a gasolina é o item com maior peso no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação no país. No entanto, a estatal ressalta que a redução nas refinarias não se traduz automaticamente no mesmo percentual de queda para o consumidor final.
Isso porque o preço da gasolina nas bombas é influenciado por diversos fatores além do valor praticado pela Petrobras, como custos de transporte, mistura obrigatória com etanol, carga tributária e a margem de lucro de distribuidoras e postos.
Mais detalhes sobre o impacto da medida podem ser acompanhados no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil.




