O Partido Liberal (PL) iniciou por volta das 11h deste sábado (25), em São Paulo, a convenção nacional que oficializa a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República nas eleições de 2026. O evento reúne lideranças da legenda e conta com a participação do presidente da Argentina, Javier Milei, que mais cedo recebeu a Ordem do Ipiranga, maior honraria concedida pelo Governo do Estado de São Paulo.
Esta é a primeira vez que Flávio Bolsonaro disputa a Presidência da República. Empresário e advogado, o senador de 45 anos foi deputado estadual no Rio de Janeiro por quatro mandatos, disputou a Prefeitura do Rio em 2016 e foi eleito senador em 2018. Em dezembro do ano passado, anunciou que havia sido escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro como representante da família na corrida ao Palácio do Planalto.
A convenção contou com a presença de Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio e ex-esposa de Jair Bolsonaro, apresentada ao público durante a abertura do evento. Já os irmãos Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos, e Carlos Bolsonaro participaram por meio de vídeos gravados. Eduardo pediu união em torno da candidatura do irmão e defendeu a anistia aos presos pelos atos de 8 de janeiro. Carlos destacou a confiança em Flávio para dar continuidade ao legado político do pai. O senador se emocionou ao assistir à mensagem.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não compareceu presencialmente, mas gravou um vídeo exibido durante a convenção e foi homenageada com um totem instalado no espaço do PL Mulher. A participação ocorre semanas após o fim de um desentendimento público entre Michelle e Flávio, que trocaram pedidos de desculpas e anunciaram a retomada da parceria política.
Apesar da oficialização da candidatura, o PL ainda não definiu quem ocupará a vaga de vice-presidente na chapa. Flávio afirmou que pretende escolher uma mulher, mas disse que a decisão dependerá das negociações para possíveis alianças partidárias. Entre os nomes cotados estão a economista Daniella Marques, filiada ao Republicanos e ex-presidente da Caixa Econômica Federal, e a deputada federal Simone Marquetto (PP). A definição deve ocorrer até o prazo final para registro das candidaturas, em 15 de agosto.
Durante a pré-campanha, Flávio apresentou propostas voltadas para segurança pública, como a redução da maioridade penal, a classificação de facções criminosas como organizações terroristas e a castração química para condenados por estupro. Também lançou o programa "Brasil por Elas", com medidas voltadas ao empreendedorismo feminino e à ampliação do acesso à internet para mulheres.
Nas pesquisas de intenção de voto divulgadas ao longo deste ano, Flávio aparece entre os principais candidatos à Presidência. O senador também enfrenta investigações e temas que marcaram sua trajetória política, como o caso conhecido como "Dark Horse", relacionado ao financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro, além de investigações autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal envolvendo recursos ligados ao projeto. Flávio nega irregularidades.
Outros partidos também realizarão convenções nos próximos dias para definir seus candidatos à Presidência. O PSD oficializa a candidatura de Ronaldo Caiado neste domingo (26), o Novo fará a convenção de Romeu Zema na segunda-feira (27), enquanto o PT confirmou a convenção que oficializará a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o dia 2 de agosto.
Esta é a primeira vez que Flávio Bolsonaro disputa a Presidência da República. Empresário e advogado, o senador de 45 anos foi deputado estadual no Rio de Janeiro por quatro mandatos, disputou a Prefeitura do Rio em 2016 e foi eleito senador em 2018. Em dezembro do ano passado, anunciou que havia sido escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro como representante da família na corrida ao Palácio do Planalto.
A convenção contou com a presença de Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio e ex-esposa de Jair Bolsonaro, apresentada ao público durante a abertura do evento. Já os irmãos Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos, e Carlos Bolsonaro participaram por meio de vídeos gravados. Eduardo pediu união em torno da candidatura do irmão e defendeu a anistia aos presos pelos atos de 8 de janeiro. Carlos destacou a confiança em Flávio para dar continuidade ao legado político do pai. O senador se emocionou ao assistir à mensagem.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não compareceu presencialmente, mas gravou um vídeo exibido durante a convenção e foi homenageada com um totem instalado no espaço do PL Mulher. A participação ocorre semanas após o fim de um desentendimento público entre Michelle e Flávio, que trocaram pedidos de desculpas e anunciaram a retomada da parceria política.
Apesar da oficialização da candidatura, o PL ainda não definiu quem ocupará a vaga de vice-presidente na chapa. Flávio afirmou que pretende escolher uma mulher, mas disse que a decisão dependerá das negociações para possíveis alianças partidárias. Entre os nomes cotados estão a economista Daniella Marques, filiada ao Republicanos e ex-presidente da Caixa Econômica Federal, e a deputada federal Simone Marquetto (PP). A definição deve ocorrer até o prazo final para registro das candidaturas, em 15 de agosto.
Durante a pré-campanha, Flávio apresentou propostas voltadas para segurança pública, como a redução da maioridade penal, a classificação de facções criminosas como organizações terroristas e a castração química para condenados por estupro. Também lançou o programa "Brasil por Elas", com medidas voltadas ao empreendedorismo feminino e à ampliação do acesso à internet para mulheres.
Nas pesquisas de intenção de voto divulgadas ao longo deste ano, Flávio aparece entre os principais candidatos à Presidência. O senador também enfrenta investigações e temas que marcaram sua trajetória política, como o caso conhecido como "Dark Horse", relacionado ao financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro, além de investigações autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal envolvendo recursos ligados ao projeto. Flávio nega irregularidades.
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