A Polícia Civil do Estado de São Paulo deflagrou, na manhã desta quarta-feira (28), a Operação “Medida Certa” no município de Paraguaçu Paulista (SP). A ação teve como objetivo reprimir a comercialização e a aplicação irregular de medicamentos para emagrecimento, utilizados sem autorização legal e sem acompanhamento médico, em desacordo com a legislação sanitária vigente.
A operação foi conduzida pela Delegacia de Polícia de Paraguaçu Paulista, com apoio de 21 policiais civis vinculados à Delegacia Seccional de Polícia de Assis. As investigações tiveram início após o recebimento de informações indicando a venda irregular de substâncias conhecidas popularmente como “canetas emagrecedoras”, medicamentos de uso controlado, cuja prescrição e administração dependem de indicação médica.

Após a coleta de elementos preliminares e representação ao Poder Judiciário, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão domiciliar. Durante o cumprimento das ordens judiciais, em um dos endereços ligados a um dos alvos da investigação, os policiais localizaram diversas canetas emagrecedoras, dinheiro em espécie e munições de diferentes calibres, incluindo 9 mm, 7.62 e .380, além de outros materiais de interesse investigativo.
Em outro endereço, pertencente a um segundo investigado, foi apreendida uma arma de fogo do tipo pistola, calibre .380, além de munições calibre .22. Já em outros dois locais, foram encontradas canetas emagrecedoras, que, em tese, seriam destinadas ao uso próprio. Nos demais imóveis alvos das buscas, não foram localizados materiais ilícitos.
Diante das irregularidades constatadas, a Polícia Civil lavrou dois autos de prisão em flagrante: um pelo crime de posse irregular de arma de fogo e outro por falsificar, corromper ou adulterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. Os dois indiciados, de 66 e 31 anos, foram encaminhados a estabelecimento prisional da região, onde permanecem à disposição da Justiça para audiência de custódia.
As investigações seguem em andamento, no âmbito de Inquérito Policial, para a completa apuração das responsabilidades penais e eventual identificação de outros envolvidos. A Polícia Civil destacou que mantém vigilância permanente e reforçou o alerta à população sobre os riscos do uso irregular de medicamentos, ressaltando que qualquer tratamento deve ocorrer exclusivamente com prescrição e acompanhamento médico.
A operação foi conduzida pela Delegacia de Polícia de Paraguaçu Paulista, com apoio de 21 policiais civis vinculados à Delegacia Seccional de Polícia de Assis. As investigações tiveram início após o recebimento de informações indicando a venda irregular de substâncias conhecidas popularmente como “canetas emagrecedoras”, medicamentos de uso controlado, cuja prescrição e administração dependem de indicação médica.

Após a coleta de elementos preliminares e representação ao Poder Judiciário, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão domiciliar. Durante o cumprimento das ordens judiciais, em um dos endereços ligados a um dos alvos da investigação, os policiais localizaram diversas canetas emagrecedoras, dinheiro em espécie e munições de diferentes calibres, incluindo 9 mm, 7.62 e .380, além de outros materiais de interesse investigativo.
Em outro endereço, pertencente a um segundo investigado, foi apreendida uma arma de fogo do tipo pistola, calibre .380, além de munições calibre .22. Já em outros dois locais, foram encontradas canetas emagrecedoras, que, em tese, seriam destinadas ao uso próprio. Nos demais imóveis alvos das buscas, não foram localizados materiais ilícitos.
Diante das irregularidades constatadas, a Polícia Civil lavrou dois autos de prisão em flagrante: um pelo crime de posse irregular de arma de fogo e outro por falsificar, corromper ou adulterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. Os dois indiciados, de 66 e 31 anos, foram encaminhados a estabelecimento prisional da região, onde permanecem à disposição da Justiça para audiência de custódia.
As investigações seguem em andamento, no âmbito de Inquérito Policial, para a completa apuração das responsabilidades penais e eventual identificação de outros envolvidos. A Polícia Civil destacou que mantém vigilância permanente e reforçou o alerta à população sobre os riscos do uso irregular de medicamentos, ressaltando que qualquer tratamento deve ocorrer exclusivamente com prescrição e acompanhamento médico.





