A Polícia Civil investiga uma série de fraudes bancárias praticadas contra idosos em Palmital (SP), que já causaram um prejuízo superior a R$ 1 milhão. Até o momento, três casos foram identificados, todos envolvendo funcionárias de diferentes instituições financeiras suspeitas de desviar recursos das contas das vítimas.
O caso mais recente apura o desvio de cerca de R$ 100 mil da aposentadoria de uma idosa de 79 anos. De acordo com as investigações, a suspeita teria conquistado a confiança da vítima, aberto sem autorização uma segunda conta em uma instituição financeira digital e direcionado para ela os depósitos da aposentadoria. A polícia também identificou transferências, pagamentos de boletos e empréstimos realizados em nome da idosa sem seu conhecimento.

A fraude só veio à tona após a aposentada sofrer uma fratura no fêmur e precisar da ajuda de um sobrinho para administrar suas finanças. Ao analisar os extratos bancários, ele percebeu movimentações suspeitas e procurou a Polícia Civil.
No último dia 17, policiais civis cumpriram mandado de busca e apreensão na residência da investigada, onde recolheram um celular e documentos. A suspeita foi conduzida à delegacia acompanhada por um advogado, optou por permanecer em silêncio e foi liberada. O inquérito já foi concluído e encaminhado ao Ministério Público, que analisa a possibilidade de apresentar denúncia à Justiça.
Outras duas investigações seguem em andamento. Em uma delas, uma ex-gerente bancária é suspeita de aplicar golpes que somam R$ 308 mil contra dois empresários idosos. Na outra, uma funcionária é investigada por desviar mais de R$ 500 mil das contas de duas idosas. Neste caso, a Polícia Civil informou que conseguiu o ressarcimento dos valores às vítimas.
Segundo o delegado Marcelo Aparecido, responsável pelas investigações, apesar das semelhanças entre os casos, não há indícios de ligação entre as suspeitas.
De acordo com a Polícia Civil, as investigadas conquistavam a confiança dos idosos para obter acesso a cartões, contas e informações bancárias. Os desvios eram realizados ao longo de meses ou até anos, sendo descobertos apenas quando familiares passaram a acompanhar as movimentações financeiras.
A Polícia Civil orienta familiares a monitorarem regularmente as contas bancárias de idosos e recomenda que as próprias vítimas consultem frequentemente os extratos para identificar movimentações desconhecidas. Em caso de qualquer irregularidade, a recomendação é comunicar imediatamente a instituição financeira e registrar ocorrência junto à Polícia Civil.
O caso mais recente apura o desvio de cerca de R$ 100 mil da aposentadoria de uma idosa de 79 anos. De acordo com as investigações, a suspeita teria conquistado a confiança da vítima, aberto sem autorização uma segunda conta em uma instituição financeira digital e direcionado para ela os depósitos da aposentadoria. A polícia também identificou transferências, pagamentos de boletos e empréstimos realizados em nome da idosa sem seu conhecimento.

A fraude só veio à tona após a aposentada sofrer uma fratura no fêmur e precisar da ajuda de um sobrinho para administrar suas finanças. Ao analisar os extratos bancários, ele percebeu movimentações suspeitas e procurou a Polícia Civil.
No último dia 17, policiais civis cumpriram mandado de busca e apreensão na residência da investigada, onde recolheram um celular e documentos. A suspeita foi conduzida à delegacia acompanhada por um advogado, optou por permanecer em silêncio e foi liberada. O inquérito já foi concluído e encaminhado ao Ministério Público, que analisa a possibilidade de apresentar denúncia à Justiça.
Outras duas investigações seguem em andamento. Em uma delas, uma ex-gerente bancária é suspeita de aplicar golpes que somam R$ 308 mil contra dois empresários idosos. Na outra, uma funcionária é investigada por desviar mais de R$ 500 mil das contas de duas idosas. Neste caso, a Polícia Civil informou que conseguiu o ressarcimento dos valores às vítimas.
Segundo o delegado Marcelo Aparecido, responsável pelas investigações, apesar das semelhanças entre os casos, não há indícios de ligação entre as suspeitas.
De acordo com a Polícia Civil, as investigadas conquistavam a confiança dos idosos para obter acesso a cartões, contas e informações bancárias. Os desvios eram realizados ao longo de meses ou até anos, sendo descobertos apenas quando familiares passaram a acompanhar as movimentações financeiras.
A Polícia Civil orienta familiares a monitorarem regularmente as contas bancárias de idosos e recomenda que as próprias vítimas consultem frequentemente os extratos para identificar movimentações desconhecidas. Em caso de qualquer irregularidade, a recomendação é comunicar imediatamente a instituição financeira e registrar ocorrência junto à Polícia Civil.
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