A Polícia Civil de Santa Cruz do Rio Pardo realizou, nesta sexta-feira (22), uma operação que resultou na prisão de quatro pessoas investigadas por envolvimento no comércio ilegal de medicamentos terapêuticos e emagrecedores sem registro sanitário.
A ação foi conduzida pela Delegacia de Polícia do município, vinculada à Delegacia Seccional de Ourinhos, após investigações e denúncias que apontavam a venda e aplicação irregular de substâncias derivadas de tirzepatida, medicamento utilizado para emagrecimento e controle glicêmico.
Durante o cumprimento de mandados judiciais, os policiais realizaram três diligências em residências e estabelecimentos comerciais ligados aos investigados. Nos locais, foram encontradas 18 ampolas de medicamentos injetáveis, além de seringas, aparelhos eletrônicos, documentos e quantias em dinheiro.
Segundo a Polícia Civil, os produtos apreendidos possuíam procedência ignorada e eram comercializados sem autorização sanitária, o que pode colocar em risco a saúde dos consumidores.
As investigações apuram crimes de falsificação, adulteração e comércio irregular de produtos terapêuticos e medicinais, além de outros delitos conexos.
Quatro pessoas — três homens e uma mulher — foram presas em flagrante durante a operação. Após os procedimentos policiais, três dos investigados foram liberados mediante pagamento de fiança, enquanto um permaneceu preso e à disposição da Justiça.
Todo o material apreendido será encaminhado para análise e perícia, enquanto a Polícia Civil prossegue com as investigações para identificar possíveis ramificações do esquema e a origem dos medicamentos comercializados ilegalmente.
A ação foi conduzida pela Delegacia de Polícia do município, vinculada à Delegacia Seccional de Ourinhos, após investigações e denúncias que apontavam a venda e aplicação irregular de substâncias derivadas de tirzepatida, medicamento utilizado para emagrecimento e controle glicêmico.
Durante o cumprimento de mandados judiciais, os policiais realizaram três diligências em residências e estabelecimentos comerciais ligados aos investigados. Nos locais, foram encontradas 18 ampolas de medicamentos injetáveis, além de seringas, aparelhos eletrônicos, documentos e quantias em dinheiro.
Segundo a Polícia Civil, os produtos apreendidos possuíam procedência ignorada e eram comercializados sem autorização sanitária, o que pode colocar em risco a saúde dos consumidores.
As investigações apuram crimes de falsificação, adulteração e comércio irregular de produtos terapêuticos e medicinais, além de outros delitos conexos.
Quatro pessoas — três homens e uma mulher — foram presas em flagrante durante a operação. Após os procedimentos policiais, três dos investigados foram liberados mediante pagamento de fiança, enquanto um permaneceu preso e à disposição da Justiça.
Todo o material apreendido será encaminhado para análise e perícia, enquanto a Polícia Civil prossegue com as investigações para identificar possíveis ramificações do esquema e a origem dos medicamentos comercializados ilegalmente.
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