A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Assis, com o apoio da Polícia Militar, concluiu etapas fundamentais da investigação sobre o crime de feminicídio que vitimou Janemeyre Dias de Oliveira, de 50 anos, no último dia 5 de abril de 2025. A ação rápida e minuciosa das autoridades resultou na prisão preventiva de um dos envolvidos, além da apreensão do veículo utilizado no crime.
Janemeyre foi assassinada a tiros quando chegava em casa com a filha, Yohana Dias Borges, após participarem de um encontro religioso de dois dias na Vila Prudenciana, em Assis. O crime ocorreu quando mãe e filha ainda estavam dentro do carro, prestes a entrar na garagem da residência. A vítima foi atingida por vários disparos, inclusive na cabeça, e morreu após dar entrada no hospital. Yohana também foi baleada, no joelho, mas sobreviveu e está em estado estável.
O principal suspeito do crime é Gustavo Sampaio Frioli, de 27 anos, ex-companheiro de Yohana e ex-genro de Janemeyre, que foi preso em flagrante no mesmo dia do crime, ao chegar em sua chácara localizada entre Assis e Tarumã. Segundo familiares, Gustavo não aceitava o fim do relacionamento com Yohana, que já possuía medida protetiva contra ele. O histórico de violência incluía ameaças constantes, perseguições e episódios de agressão física e psicológica.
Durante o avanço das investigações, a Polícia Civil descobriu que Gustavo vinha monitorando e ameaçando Yohana nos dias que antecederam o crime. Além disso, as diligências apontaram o envolvimento de um segundo suspeito, identificado como T.A. de S.S., que teria sido incumbido por Gustavo de vigiar a rotina da vítima. Ele foi ouvido na delegacia no dia 8 de abril, onde negou participação no homicídio, admitindo apenas que realizava a vigilância a pedido do ex-companheiro de Yohana. No entanto, essa versão foi contradita por outras provas colhidas ao longo da apuração.
Um elemento chave nas investigações foi o veículo Fiat Uno Way prata, utilizado na execução do crime. A polícia descobriu que o automóvel foi adquirido por Gustavo e T.A. de S.S. no dia 2 de abril, três dias antes do feminicídio, sendo o segundo responsável por levá-lo até Assis. Após o crime, em uma tentativa de ocultar provas, o carro foi levado para uma loja de revendas em Londrina (PR), onde foi localizado e apreendido na manhã desta sexta-feira (11), por meio de medida cautelar autorizada pela Justiça.
O delegado responsável pelo caso destacou a rapidez e a precisão do trabalho investigativo, que contou com o apoio de setores de inteligência e cruzamento de provas testemunhais, digitais e documentais. O inquérito policial está em fase final e deverá ser concluído nos próximos dias.
A comunidade de Assis e familiares da vítima seguem consternados com o crime brutal. A filha caçula de Janemeyre, Karen Dias Campana, disse em entrevista: “A intenção dele era matar minha irmã. Minha mãe entrou na frente e salvou a vida dela. Ele já vinha ameaçando nossa família constantemente”.
Janemeyre foi assassinada a tiros quando chegava em casa com a filha, Yohana Dias Borges, após participarem de um encontro religioso de dois dias na Vila Prudenciana, em Assis. O crime ocorreu quando mãe e filha ainda estavam dentro do carro, prestes a entrar na garagem da residência. A vítima foi atingida por vários disparos, inclusive na cabeça, e morreu após dar entrada no hospital. Yohana também foi baleada, no joelho, mas sobreviveu e está em estado estável.
O principal suspeito do crime é Gustavo Sampaio Frioli, de 27 anos, ex-companheiro de Yohana e ex-genro de Janemeyre, que foi preso em flagrante no mesmo dia do crime, ao chegar em sua chácara localizada entre Assis e Tarumã. Segundo familiares, Gustavo não aceitava o fim do relacionamento com Yohana, que já possuía medida protetiva contra ele. O histórico de violência incluía ameaças constantes, perseguições e episódios de agressão física e psicológica.
Durante o avanço das investigações, a Polícia Civil descobriu que Gustavo vinha monitorando e ameaçando Yohana nos dias que antecederam o crime. Além disso, as diligências apontaram o envolvimento de um segundo suspeito, identificado como T.A. de S.S., que teria sido incumbido por Gustavo de vigiar a rotina da vítima. Ele foi ouvido na delegacia no dia 8 de abril, onde negou participação no homicídio, admitindo apenas que realizava a vigilância a pedido do ex-companheiro de Yohana. No entanto, essa versão foi contradita por outras provas colhidas ao longo da apuração.
Um elemento chave nas investigações foi o veículo Fiat Uno Way prata, utilizado na execução do crime. A polícia descobriu que o automóvel foi adquirido por Gustavo e T.A. de S.S. no dia 2 de abril, três dias antes do feminicídio, sendo o segundo responsável por levá-lo até Assis. Após o crime, em uma tentativa de ocultar provas, o carro foi levado para uma loja de revendas em Londrina (PR), onde foi localizado e apreendido na manhã desta sexta-feira (11), por meio de medida cautelar autorizada pela Justiça.
O delegado responsável pelo caso destacou a rapidez e a precisão do trabalho investigativo, que contou com o apoio de setores de inteligência e cruzamento de provas testemunhais, digitais e documentais. O inquérito policial está em fase final e deverá ser concluído nos próximos dias.
A comunidade de Assis e familiares da vítima seguem consternados com o crime brutal. A filha caçula de Janemeyre, Karen Dias Campana, disse em entrevista: “A intenção dele era matar minha irmã. Minha mãe entrou na frente e salvou a vida dela. Ele já vinha ameaçando nossa família constantemente”.





