A Polícia Civil de São Paulo investiga como morte suspeita o falecimento de Miguel Abdalla Netto, de 76 anos, ocorrido na tarde de sexta-feira (9), no bairro do Campo Belo, zona sul da capital paulista. O corpo foi encontrado na residência onde ele morava sozinho, na Rua Baronesa de Bela Vista. A causa da morte ainda depende de exames do Instituto Médico Legal (IML), o que levou a polícia a impedir a cremação e a determinar a realização de exames toxicológicos.
Miguel foi encontrado por um vizinho, João Batista da Silva, proprietário de uma empresa de construção localizada ao lado do imóvel. Segundo o boletim de ocorrência, o vizinho estranhou a ausência de contato por cerca de dois dias e decidiu verificar a situação. Utilizando uma escada, ele olhou para dentro da casa e avistou o corpo no quarto do piso superior, sentado no chão e com as costas apoiadas na cama. Em seguida, acionou a Polícia Militar pelo telefone 190.
De acordo com a polícia, Miguel, que era médico, levava uma vida isolada. Um dia antes da localização do corpo, uma diarista esteve no local, tentou contato pelo portão, campainha e mensagens, mas não obteve resposta. Imagens de câmeras de segurança de uma empresa vizinha mostram que ele foi visto pela última vez entrando na residência em 7 de janeiro, às 17h10, sem registros posteriores de saída.
O Samu foi acionado e chegou ao endereço por volta das 16h40 da sexta-feira, constatando o óbito minutos depois. O relatório apontou a presença de rigor mortis e livor mortis, indicando que a morte havia ocorrido horas antes. Apesar de não haver sinais aparentes de violência, o local foi preservado e periciado, e o caso registrado no 27º Distrito Policial do Campo Belo como morte suspeita.
Miguel Abdalla Netto era irmão de Marísia von Richthofen, assassinada em 2002, crime que teve grande repercussão nacional. Após a morte da irmã, ele tornou-se tutor de Andreas von Richthofen, então com 14 anos, que viveu com o tio até a maioridade. Miguel rompeu relações com Suzane von Richthofen após o crime e teve conflitos recorrentes com Andreas, especialmente envolvendo questões patrimoniais e decisões familiares.
Com a morte de Miguel, a sucessão de seu patrimônio — que inclui a casa onde foi encontrado e um sítio no litoral paulista — pode gerar nova disputa judicial. Caso não existam filhos, pais vivos ou cônjuge com direito à herança, Andreas e Suzane podem entrar na linha sucessória, embora a definição dependa da situação civil de Miguel, da existência de outros herdeiros legais e, principalmente, da conclusão das investigações sobre a causa da morte.
Miguel foi encontrado por um vizinho, João Batista da Silva, proprietário de uma empresa de construção localizada ao lado do imóvel. Segundo o boletim de ocorrência, o vizinho estranhou a ausência de contato por cerca de dois dias e decidiu verificar a situação. Utilizando uma escada, ele olhou para dentro da casa e avistou o corpo no quarto do piso superior, sentado no chão e com as costas apoiadas na cama. Em seguida, acionou a Polícia Militar pelo telefone 190.
De acordo com a polícia, Miguel, que era médico, levava uma vida isolada. Um dia antes da localização do corpo, uma diarista esteve no local, tentou contato pelo portão, campainha e mensagens, mas não obteve resposta. Imagens de câmeras de segurança de uma empresa vizinha mostram que ele foi visto pela última vez entrando na residência em 7 de janeiro, às 17h10, sem registros posteriores de saída.
O Samu foi acionado e chegou ao endereço por volta das 16h40 da sexta-feira, constatando o óbito minutos depois. O relatório apontou a presença de rigor mortis e livor mortis, indicando que a morte havia ocorrido horas antes. Apesar de não haver sinais aparentes de violência, o local foi preservado e periciado, e o caso registrado no 27º Distrito Policial do Campo Belo como morte suspeita.
Miguel Abdalla Netto era irmão de Marísia von Richthofen, assassinada em 2002, crime que teve grande repercussão nacional. Após a morte da irmã, ele tornou-se tutor de Andreas von Richthofen, então com 14 anos, que viveu com o tio até a maioridade. Miguel rompeu relações com Suzane von Richthofen após o crime e teve conflitos recorrentes com Andreas, especialmente envolvendo questões patrimoniais e decisões familiares.
Com a morte de Miguel, a sucessão de seu patrimônio — que inclui a casa onde foi encontrado e um sítio no litoral paulista — pode gerar nova disputa judicial. Caso não existam filhos, pais vivos ou cônjuge com direito à herança, Andreas e Suzane podem entrar na linha sucessória, embora a definição dependa da situação civil de Miguel, da existência de outros herdeiros legais e, principalmente, da conclusão das investigações sobre a causa da morte.




