Policiais militares rodoviários apreenderam R$ 71.850,00 em dinheiro na manhã do último sábado (24), durante a abordagem a um ônibus interestadual na Rodovia SP-225, em Santa Cruz do Rio Pardo (SP). A ação ocorreu por volta das 10h30, no km 301 da via, no sentido leste, e fazia parte de uma operação voltada ao combate a ilícitos penais.
O veículo abordado, um ônibus da empresa Brasil Sul, placas SEI4H28, fazia o itinerário Foz do Iguaçu (PR) – São Paulo (SP) e era conduzido por Roberto Rios Ferreira. Segundo a Polícia Militar Rodoviária, esse tipo de transporte, especialmente em rotas que envolvem regiões de fronteira, é frequentemente utilizado por pessoas envolvidas em práticas criminosas para o transporte de drogas, medicamentos irregulares, armas e outros produtos ilícitos.
Durante a fiscalização, os policiais entrevistaram o passageiro da poltrona nº 24, identificado como E. de J. L. C. de 46 anos. Ele informou que retornava de Foz do Iguaçu, onde teria vendido um veículo Chevrolet Prisma, e seguia para sua residência, na capital paulista. No entanto, ao ser questionado, afirmou não saber a placa do automóvel supostamente vendido e não apresentou qualquer documento que comprovasse a negociação.
Diante das contradições, a equipe realizou a vistoria da bagagem de mão do passageiro, onde encontrou uma grande quantidade de dinheiro em espécie. Após a contagem, foi constatado o valor total de R$ 71.850,00. Inicialmente, Eraldo afirmou que todo o montante seria proveniente da venda do veículo.
A ocorrência foi encaminhada ao Plantão Policial para apreciação da autoridade de plantão. No local, ao prestar novo depoimento, Eraldo alterou a versão apresentada aos policiais rodoviários, passando a alegar que trabalha com a compra e revenda de eletrônicos e perfumes adquiridos no Paraguai, por meio de uma loja online. Segundo ele, parte do dinheiro seria da venda do veículo e outra parte corresponderia a recursos próprios utilizados para a compra de mercadorias.
Ainda conforme seu relato, ele teria viajado a Foz do Iguaçu com cerca de R$ 31 mil para adquirir produtos, mas desistiu das compras em razão da alta do dólar. A Polícia, porém, destacou que o passageiro não conseguiu comprovar documentalmente a origem lícita do dinheiro, limitando-se a declarações genéricas.
A autoridade policial ressaltou que o fato de o dinheiro estar sendo transportado em espécie, em elevado valor, aliado à inconsistência das versões apresentadas e à origem da viagem em uma região de fronteira internacional — conhecida por ocorrências de crimes transnacionais, sonegação fiscal e circulação de recursos de origem ilícita — reforçou a fundada suspeita sobre a procedência do numerário.
Diante disso, a quantia foi apreendida como medida cautelar, com base na legislação vigente, para garantir a preservação da prova e permitir a devida investigação. O caso será apurado pela Polícia Civil, que avaliará eventual relação com crimes como lavagem de dinheiro, prevista no artigo 1º da Lei nº 9.613/1998, ou outras infrações penais.
O veículo abordado, um ônibus da empresa Brasil Sul, placas SEI4H28, fazia o itinerário Foz do Iguaçu (PR) – São Paulo (SP) e era conduzido por Roberto Rios Ferreira. Segundo a Polícia Militar Rodoviária, esse tipo de transporte, especialmente em rotas que envolvem regiões de fronteira, é frequentemente utilizado por pessoas envolvidas em práticas criminosas para o transporte de drogas, medicamentos irregulares, armas e outros produtos ilícitos.
Durante a fiscalização, os policiais entrevistaram o passageiro da poltrona nº 24, identificado como E. de J. L. C. de 46 anos. Ele informou que retornava de Foz do Iguaçu, onde teria vendido um veículo Chevrolet Prisma, e seguia para sua residência, na capital paulista. No entanto, ao ser questionado, afirmou não saber a placa do automóvel supostamente vendido e não apresentou qualquer documento que comprovasse a negociação.
Diante das contradições, a equipe realizou a vistoria da bagagem de mão do passageiro, onde encontrou uma grande quantidade de dinheiro em espécie. Após a contagem, foi constatado o valor total de R$ 71.850,00. Inicialmente, Eraldo afirmou que todo o montante seria proveniente da venda do veículo.
A ocorrência foi encaminhada ao Plantão Policial para apreciação da autoridade de plantão. No local, ao prestar novo depoimento, Eraldo alterou a versão apresentada aos policiais rodoviários, passando a alegar que trabalha com a compra e revenda de eletrônicos e perfumes adquiridos no Paraguai, por meio de uma loja online. Segundo ele, parte do dinheiro seria da venda do veículo e outra parte corresponderia a recursos próprios utilizados para a compra de mercadorias.
Ainda conforme seu relato, ele teria viajado a Foz do Iguaçu com cerca de R$ 31 mil para adquirir produtos, mas desistiu das compras em razão da alta do dólar. A Polícia, porém, destacou que o passageiro não conseguiu comprovar documentalmente a origem lícita do dinheiro, limitando-se a declarações genéricas.
A autoridade policial ressaltou que o fato de o dinheiro estar sendo transportado em espécie, em elevado valor, aliado à inconsistência das versões apresentadas e à origem da viagem em uma região de fronteira internacional — conhecida por ocorrências de crimes transnacionais, sonegação fiscal e circulação de recursos de origem ilícita — reforçou a fundada suspeita sobre a procedência do numerário.
Diante disso, a quantia foi apreendida como medida cautelar, com base na legislação vigente, para garantir a preservação da prova e permitir a devida investigação. O caso será apurado pela Polícia Civil, que avaliará eventual relação com crimes como lavagem de dinheiro, prevista no artigo 1º da Lei nº 9.613/1998, ou outras infrações penais.
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