Um policial militar de Ourinhos poderá integrar, de forma inédita, uma chapa ao Senado Federal nas eleições previstas para outubro deste ano. O cabo da ativa, conhecido como Cabo Ferreira, foi indicado para compor como primeiro suplente a candidatura do ex-ministro Ricardo Salles.
A indicação marca um fato histórico na política paulista, sendo a primeira vez que um integrante da base da Polícia Militar, ainda em atividade, participa diretamente de uma chapa ao Senado. Com 30 anos de carreira na corporação, o policial iniciou sua trajetória em 1996, com formação em Pirituba, passando pelo 2º Batalhão de Choque e atualmente atuando no 31º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I), em Ourinhos, onde exerce funções no Centro de Operações (Copom).
“Recebi esse convite, essa honra ímpar, né? E está saindo aí como primeiro suplente do Ricardo Sales. E hoje iniciamos nossa jornada aí, né? Quinta-feira, dia 16, estarei um uma reunião já pra definir aí uma estratégia de campanha. Tô disposição em qualquer coisa viu meu amigo? Deus abençoe, disse o repórter Laperuta Junior, Ferreira, que atua, já há dois anos, internamente no COPOM (Centro de Operações) no 31º BPMI Ourinhos.
Ao longo da carreira, o cabo acumulou experiência operacional nas ruas e foi promovido por ato de bravura, o que reforça o perfil de atuação diretamente ligado à segurança pública. Sua indicação é vista como uma tentativa de ampliar a representatividade de profissionais da base da Polícia Militar no cenário político.
No estado de São Paulo, o contingente de policiais militares — entre ativos, veteranos e pensionistas — chega a cerca de 200 mil pessoas. Considerando o impacto familiar, esse número pode representar aproximadamente 1 milhão de eleitores, o que evidencia o peso político do segmento.
A composição da chapa também integra um projeto político mais amplo, que busca articular diferentes esferas do Legislativo, envolvendo a Assembleia Legislativa, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, com foco em pautas relacionadas à segurança pública.
As eleições para o Senado seguem o sistema majoritário, no qual são eleitos os candidatos mais votados no estado, sem segundo turno. Neste ano, o pleito terá uma característica específica: serão disputadas duas vagas por estado, correspondendo à renovação de dois terços do Senado, que é composto por 81 parlamentares.
Nesse modelo, o eleitor deverá votar em dois candidatos distintos para o cargo de senador. Caso repita o mesmo número, o segundo voto será automaticamente anulado. A votação é nominal e exige atenção, já que não é permitido votar apenas na legenda partidária.
Com esse cenário, a possível participação de um policial militar da ativa em uma chapa ao Senado representa uma mudança significativa no perfil de candidatos e amplia o debate sobre a presença de profissionais da segurança pública na política institucional.
A indicação marca um fato histórico na política paulista, sendo a primeira vez que um integrante da base da Polícia Militar, ainda em atividade, participa diretamente de uma chapa ao Senado. Com 30 anos de carreira na corporação, o policial iniciou sua trajetória em 1996, com formação em Pirituba, passando pelo 2º Batalhão de Choque e atualmente atuando no 31º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I), em Ourinhos, onde exerce funções no Centro de Operações (Copom).
“Recebi esse convite, essa honra ímpar, né? E está saindo aí como primeiro suplente do Ricardo Sales. E hoje iniciamos nossa jornada aí, né? Quinta-feira, dia 16, estarei um uma reunião já pra definir aí uma estratégia de campanha. Tô disposição em qualquer coisa viu meu amigo? Deus abençoe, disse o repórter Laperuta Junior, Ferreira, que atua, já há dois anos, internamente no COPOM (Centro de Operações) no 31º BPMI Ourinhos.
Ao longo da carreira, o cabo acumulou experiência operacional nas ruas e foi promovido por ato de bravura, o que reforça o perfil de atuação diretamente ligado à segurança pública. Sua indicação é vista como uma tentativa de ampliar a representatividade de profissionais da base da Polícia Militar no cenário político.
No estado de São Paulo, o contingente de policiais militares — entre ativos, veteranos e pensionistas — chega a cerca de 200 mil pessoas. Considerando o impacto familiar, esse número pode representar aproximadamente 1 milhão de eleitores, o que evidencia o peso político do segmento.
A composição da chapa também integra um projeto político mais amplo, que busca articular diferentes esferas do Legislativo, envolvendo a Assembleia Legislativa, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, com foco em pautas relacionadas à segurança pública.
As eleições para o Senado seguem o sistema majoritário, no qual são eleitos os candidatos mais votados no estado, sem segundo turno. Neste ano, o pleito terá uma característica específica: serão disputadas duas vagas por estado, correspondendo à renovação de dois terços do Senado, que é composto por 81 parlamentares.
Nesse modelo, o eleitor deverá votar em dois candidatos distintos para o cargo de senador. Caso repita o mesmo número, o segundo voto será automaticamente anulado. A votação é nominal e exige atenção, já que não é permitido votar apenas na legenda partidária.
Com esse cenário, a possível participação de um policial militar da ativa em uma chapa ao Senado representa uma mudança significativa no perfil de candidatos e amplia o debate sobre a presença de profissionais da segurança pública na política institucional.
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