Uma nova decisão do Tribunal de Justiça, publicada nesta sexta-feira (19), suspendeu a determinação que afastava a prefeita de Ubirajara (SP), Leila Alvim Bordim (MDB), do cargo por 90 dias. Com isso, a chefe do Executivo municipal está autorizada a reassumir a administração da cidade.
Conhecida politicamente como Leila do Walmir, a prefeita foi denunciada pelo Ministério Público após nomear o marido e ex-prefeito Walmir Bordim para o cargo de chefe de gabinete. Segundo a nova decisão judicial, o afastamento foi suspenso porque o caso ainda precisa ser melhor investigado e analisado, antes da adoção de uma medida mais drástica como a retirada temporária do cargo.
Na decisão anterior, publicada na terça-feira (16), a Justiça havia entendido que a nomeação de parentes só é permitida para funções políticas, como secretários municipais, o que não se aplicaria ao cargo de chefe de gabinete, considerado função comissionada.
Apesar de poder retornar ao cargo, a prefeita não poderá reconduzir o marido à função. Walmir Bordim segue impedido de reassumir o cargo, além de estar proibido de acessar as dependências da prefeitura e de manter contato com servidores públicos, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.
Na denúncia, o Ministério Público também ressaltou que o ex-prefeito foi condenado por improbidade administrativa, tendo os direitos políticos suspensos por três anos, o que o impede de exercer cargos públicos, inclusive de natureza política. Além disso, Walmir teve a candidatura à prefeitura indeferida nas eleições do ano passado, em razão de irregularidades na prestação de contas referentes à sua gestão em 2015.
Walmir Bordim foi eleito vice-prefeito em 2012 e assumiu a prefeitura em outubro de 2014, após a morte do então prefeito José Olderige (PP). Ele também disputou as eleições de 2016, mas não conseguiu a reeleição.
O Passando a Régua tentou contato com a prefeita e com o ex-prefeito, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.
Conhecida politicamente como Leila do Walmir, a prefeita foi denunciada pelo Ministério Público após nomear o marido e ex-prefeito Walmir Bordim para o cargo de chefe de gabinete. Segundo a nova decisão judicial, o afastamento foi suspenso porque o caso ainda precisa ser melhor investigado e analisado, antes da adoção de uma medida mais drástica como a retirada temporária do cargo.
Na decisão anterior, publicada na terça-feira (16), a Justiça havia entendido que a nomeação de parentes só é permitida para funções políticas, como secretários municipais, o que não se aplicaria ao cargo de chefe de gabinete, considerado função comissionada.
Apesar de poder retornar ao cargo, a prefeita não poderá reconduzir o marido à função. Walmir Bordim segue impedido de reassumir o cargo, além de estar proibido de acessar as dependências da prefeitura e de manter contato com servidores públicos, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.
Na denúncia, o Ministério Público também ressaltou que o ex-prefeito foi condenado por improbidade administrativa, tendo os direitos políticos suspensos por três anos, o que o impede de exercer cargos públicos, inclusive de natureza política. Além disso, Walmir teve a candidatura à prefeitura indeferida nas eleições do ano passado, em razão de irregularidades na prestação de contas referentes à sua gestão em 2015.
Walmir Bordim foi eleito vice-prefeito em 2012 e assumiu a prefeitura em outubro de 2014, após a morte do então prefeito José Olderige (PP). Ele também disputou as eleições de 2016, mas não conseguiu a reeleição.
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