A Prefeitura de Ourinhos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta segunda-feira, 23 de junho, uma atualização sobre o aumento na infestação de pernilongos em diversos bairros da cidade. A Vigilância Epidemiológica informou que acompanha de perto a situação e já iniciou medidas para enfrentar o problema.
Segundo a pasta, a principal origem da proliferação dos mosquitos está nas lagoas de decantação dos rios Pardo e Paranapanema. Nessas áreas, a grande quantidade de aguapés (plantas aquáticas) comprometeu a eficácia do bioinseticida aplicado pela empresa Ourinhos Saneamento, responsável pelo tratamento do esgoto.
Após reuniões com a empresa, a Vigilância realizou a coleta e análise de larvas, confirmando que o mosquito predominante é o Culex, popularmente conhecido como pernilongo comum. A partir dessa constatação, foi iniciado um processo de remoção da vegetação aquática, etapa essencial para que os produtos biológicos possam voltar a agir com maior efetividade.
A expectativa da administração municipal é de que, com a remoção dos aguapés e a chegada do inverno — que naturalmente reduz a proliferação de insetos —, a infestação diminua gradativamente nas próximas semanas.
A prefeitura também esclareceu que o setor de Controle de Vetores não está autorizado a realizar nebulização com inseticidas nessas áreas, já que esse tipo de produto é fornecido pelo Governo do Estado apenas para o combate à dengue, e seu uso está restrito a locais com casos confirmados através do SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação).
Enquanto isso, os agentes de combate às endemias seguem atuando nos bairros da cidade, com ações de orientação à população e remoção de criadouros de mosquitos em imóveis residenciais e comerciais.
A administração municipal reforçou que segue trabalhando de forma técnica, integrada e responsável para garantir o controle da situação e a saúde da população.
Segundo a pasta, a principal origem da proliferação dos mosquitos está nas lagoas de decantação dos rios Pardo e Paranapanema. Nessas áreas, a grande quantidade de aguapés (plantas aquáticas) comprometeu a eficácia do bioinseticida aplicado pela empresa Ourinhos Saneamento, responsável pelo tratamento do esgoto.
Após reuniões com a empresa, a Vigilância realizou a coleta e análise de larvas, confirmando que o mosquito predominante é o Culex, popularmente conhecido como pernilongo comum. A partir dessa constatação, foi iniciado um processo de remoção da vegetação aquática, etapa essencial para que os produtos biológicos possam voltar a agir com maior efetividade.
A expectativa da administração municipal é de que, com a remoção dos aguapés e a chegada do inverno — que naturalmente reduz a proliferação de insetos —, a infestação diminua gradativamente nas próximas semanas.
A prefeitura também esclareceu que o setor de Controle de Vetores não está autorizado a realizar nebulização com inseticidas nessas áreas, já que esse tipo de produto é fornecido pelo Governo do Estado apenas para o combate à dengue, e seu uso está restrito a locais com casos confirmados através do SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação).
Enquanto isso, os agentes de combate às endemias seguem atuando nos bairros da cidade, com ações de orientação à população e remoção de criadouros de mosquitos em imóveis residenciais e comerciais.
A administração municipal reforçou que segue trabalhando de forma técnica, integrada e responsável para garantir o controle da situação e a saúde da população.




