O presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz do Rio Pardo, Juninho Souza, foi afastado de suas funções por 15 dias após decisão do plenário na sessão realizada na noite desta segunda-feira (8). A medida foi aprovada por maioria dos vereadores após análise de um parecer da Comissão de Ética da Casa. Com informações do Diário Cidadão.
O processo teve origem após Juninho Souza chamar o vereador Cristiano Tavares de "chupetinha do prefeito" durante uma sessão legislativa. O episódio foi encaminhado à Comissão de Ética, que concluiu pela aplicação da suspensão temporária.
Antes da votação da punição, o presidente tentou construir um acordo com os demais parlamentares. A proposta previa o arquivamento de todas as denúncias em troca do compromisso de não utilizar mais palavras pejorativas durante os debates. O entendimento foi defendido pelo assessor parlamentar Fabrício, que argumentou haver respaldo jurídico para a medida e lembrou que o relatório da Comissão de Ética, elaborado pelo vereador João Marcelo, havia sido aprovado por unanimidade no colegiado, incluindo a sugestão do acordo.
No entanto, a proposta não alcançou o número mínimo de votos necessários para aprovação. Votaram favoravelmente ao acordo os vereadores Duzão, Edvaldo, João Marcelo e Pardal. Já Fernando Bittencourt, Marquinho de Caporanga, Mauro Assis, Murilo, Mariana e Laura votaram contra, rejeitando a tentativa de conciliação.
Com o acordo descartado, os parlamentares passaram à votação da resolução que previa a suspensão de Juninho Souza. A punição recebeu votos favoráveis de Fernando Bittencourt, João Marcelo, Marquinho de Caporanga, Mariana, Laura e Murilo. Duzão, Edvaldo e Pardal votaram contra a medida. O placar final resultou na aprovação do afastamento por 15 dias.
Durante o período de suspensão, Juninho ficará impedido de exercer as funções de vereador e de presidente da Câmara, além de não receber remuneração referente ao período. A defesa do parlamentar informou que estuda a possibilidade de recorrer da decisão na Justiça.
A sessão foi marcada por momentos de tensão. Em determinado momento, Cristiano Tavares ameaçou deixar o plenário, o que levou à suspensão temporária dos trabalhos por cerca de 12 minutos. Após a retomada da sessão, os debates continuaram até a votação final que confirmou a penalidade.
O processo teve origem após Juninho Souza chamar o vereador Cristiano Tavares de "chupetinha do prefeito" durante uma sessão legislativa. O episódio foi encaminhado à Comissão de Ética, que concluiu pela aplicação da suspensão temporária.
Antes da votação da punição, o presidente tentou construir um acordo com os demais parlamentares. A proposta previa o arquivamento de todas as denúncias em troca do compromisso de não utilizar mais palavras pejorativas durante os debates. O entendimento foi defendido pelo assessor parlamentar Fabrício, que argumentou haver respaldo jurídico para a medida e lembrou que o relatório da Comissão de Ética, elaborado pelo vereador João Marcelo, havia sido aprovado por unanimidade no colegiado, incluindo a sugestão do acordo.
No entanto, a proposta não alcançou o número mínimo de votos necessários para aprovação. Votaram favoravelmente ao acordo os vereadores Duzão, Edvaldo, João Marcelo e Pardal. Já Fernando Bittencourt, Marquinho de Caporanga, Mauro Assis, Murilo, Mariana e Laura votaram contra, rejeitando a tentativa de conciliação.
Com o acordo descartado, os parlamentares passaram à votação da resolução que previa a suspensão de Juninho Souza. A punição recebeu votos favoráveis de Fernando Bittencourt, João Marcelo, Marquinho de Caporanga, Mariana, Laura e Murilo. Duzão, Edvaldo e Pardal votaram contra a medida. O placar final resultou na aprovação do afastamento por 15 dias.
Durante o período de suspensão, Juninho ficará impedido de exercer as funções de vereador e de presidente da Câmara, além de não receber remuneração referente ao período. A defesa do parlamentar informou que estuda a possibilidade de recorrer da decisão na Justiça.
A sessão foi marcada por momentos de tensão. Em determinado momento, Cristiano Tavares ameaçou deixar o plenário, o que levou à suspensão temporária dos trabalhos por cerca de 12 minutos. Após a retomada da sessão, os debates continuaram até a votação final que confirmou a penalidade.
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