Um homem de 30 anos, identificado como João V. de S. T., foi preso pela Polícia Militar de Ourinhos após a constatação de que havia contra ele um mandado de prisão preventiva relacionado ao crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal.
A prisão ocorreu na madrugada do último sábado, 11 de outubro, e foi apresentada na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ourinhos, localizada na Rua Barão do Rio Branco, na Vila Perino.
De acordo com o boletim de ocorrência, o mandado havia sido expedido na sexta-feira (9) pela 1ª Vara Criminal de Ourinhos, vinculada ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).
O documento determina a prisão preventiva do investigado, medida cautelar adotada durante a tramitação de um processo criminal. A ordem não representa uma condenação definitiva, e o mandado apresentado não estabelece pena a cumprir ou regime prisional.
Após ser conduzido à delegacia, o homem foi informado sobre seus direitos e sobre os procedimentos decorrentes da prisão. Segundo o registro policial, ele declarou não possuir advogado e manifestou o desejo de não comunicar sua prisão a terceiros.
Cumpridas as formalidades legais, o investigado permaneceu em uma das celas da CPJ de Ourinhos, à disposição do Poder Judiciário, aguardando audiência de custódia.
Também foi expedida requisição ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exame cautelar.
O boletim de ocorrência não apresenta detalhes sobre os fatos investigados, a vítima ou as circunstâncias do suposto crime, que seguem sob responsabilidade das autoridades competentes.
Fonte: Boletim de Ocorrência da Polícia Civil de Ourinhos.
A prisão ocorreu na madrugada do último sábado, 11 de outubro, e foi apresentada na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ourinhos, localizada na Rua Barão do Rio Branco, na Vila Perino.
De acordo com o boletim de ocorrência, o mandado havia sido expedido na sexta-feira (9) pela 1ª Vara Criminal de Ourinhos, vinculada ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).
O documento determina a prisão preventiva do investigado, medida cautelar adotada durante a tramitação de um processo criminal. A ordem não representa uma condenação definitiva, e o mandado apresentado não estabelece pena a cumprir ou regime prisional.
Após ser conduzido à delegacia, o homem foi informado sobre seus direitos e sobre os procedimentos decorrentes da prisão. Segundo o registro policial, ele declarou não possuir advogado e manifestou o desejo de não comunicar sua prisão a terceiros.
Cumpridas as formalidades legais, o investigado permaneceu em uma das celas da CPJ de Ourinhos, à disposição do Poder Judiciário, aguardando audiência de custódia.
Também foi expedida requisição ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exame cautelar.
O boletim de ocorrência não apresenta detalhes sobre os fatos investigados, a vítima ou as circunstâncias do suposto crime, que seguem sob responsabilidade das autoridades competentes.
Fonte: Boletim de Ocorrência da Polícia Civil de Ourinhos.
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