A professora aposentada Adnéia C. P., (de aproximadamente 76 a 78 anos – idade ainda não confirmada), foi encontrada morta na tarde desta quinta-feira, 8, dentro de sua residência, na Rua Olímpio Coelho Tupiná, na Vila Nova Christoni, região da Barra Funda, em Ourinhos.
A Polícia Civil trabalha com a hipótese de latrocínio, crime de roubo seguido de morte, após encontrar sinais de que a residência havia sido vasculhada. Armários e gavetas estavam revirados, e diversos objetos haviam sido espalhados pelos cômodos.
A vítima morava sozinha e era bastante conhecida pelos moradores da região. O caso mobilizou equipes da Polícia Militar, incluindo a Força Tática, além da Polícia Civil e da Polícia Científica.
O Passando a Régua esteve no local e conversou com o sapateiro Luiz, amigo da professora, que percebeu sua ausência e acionou a polícia.
Amigo estranhou ausência da professora e chamou a polícia
O sapateiro Luiz, que trabalha há 62 anos em um estabelecimento próximo à residência da vítima, contou ao Passando a Régua que mantinha uma relação de amizade com Adnéia.
Segundo ele, a professora tinha o hábito de cumprimentá-lo diariamente, geralmente logo pela manhã.
Na quarta-feira (7), os dois chegaram a conversar normalmente. Luiz contou que a professora se despediu desejando uma boa noite.
“Ela deu boa noite para mim, mandou eu ir com Deus, ter um bom descanso. Eu falei para ela ficar com Deus também”, recordou.
Entretanto, na manhã desta quinta-feira, a rotina foi diferente. Adnéia não apareceu para cumprimentá-lo, o que chamou sua atenção.
Com o passar das horas e sem qualquer sinal da amiga, Luiz começou a ficar preocupado. Ele tentou chamá-la diversas vezes, mas não obteve resposta.
O sapateiro possuía uma chave da residência, que havia sido deixada pela própria professora para situações de emergência.
Segundo ele, a preocupação inicial era que Adnéia tivesse sofrido uma queda ou algum problema de saúde dentro de casa.
Por volta das 14h, diante da ausência de respostas, Luiz acionou a Polícia Militar.
Os policiais entraram na residência e encontraram a professora caída no chão da cozinha, já sem vida.
Casa estava revirada e vítima apresentava marcas no rosto
Durante a entrada no imóvel, os policiais encontraram sinais de que alguém havia vasculhado a residência.
Segundo as informações colhidas pela reportagem, os quartos estavam revirados, assim como outros cômodos da casa.
Luiz relatou que a professora apresentava marcas arroxeadas no rosto. A existência de pequenas escoriações também foi mencionada posteriormente pela Polícia Civil.
O amigo contou que a situação causou surpresa e tristeza entre os moradores, já que Adnéia era conhecida na vizinhança e mantinha contato frequente com as pessoas que trabalhavam nas proximidades.
Durante a reportagem, foram mencionadas possíveis marcas de pés em um muro e a hipótese de que alguém pudesse ter acessado a residência pelos fundos. Essas circunstâncias, entretanto, ainda dependem de confirmação pela investigação.
Também surgiram informações preliminares sobre o possível desaparecimento de objetos pessoais, como celular, joias e uma mala. A Polícia Civil, porém, esclareceu que ainda não foi possível confirmar se algum pertence foi efetivamente levado.
Delegado João Beffa explica por que o caso é tratado como latrocínio
Em entrevista concedida após o atendimento da ocorrência, o delegado da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), João Beffa,, explicou que os elementos encontrados na residência apontam, inicialmente, para uma ação de roubo que teria resultado na morte da professora.
Segundo ele, a forma como os cômodos foram encontrados indica que uma ou mais pessoas podem ter entrado no imóvel procurando dinheiro, joias ou outros objetos de valor.
“O local indica que foi um roubo com resultado morte. Os sinais da ação do autor ou autores indicam um roubo que acabou ocasionando a morte da vítima”, explicou.
O delegado destacou que praticamente todos os armários e gavetas haviam sido vasculhados, com objetos espalhados pelo interior da casa.
Apesar disso, como a professora morava sozinha, os familiares ainda não tinham condições de informar quais objetos estavam guardados na residência ou se algum pertence havia desaparecido.
“Os familiares sequer sabiam se ela tinha algum numerário, dinheiro, joias ou objeto de valor. Portanto, nós não sabemos até o momento se eventualmente foi subtraída alguma coisa”, afirmou.
A hipótese de latrocínio será aprofundada pela investigação, que deverá esclarecer a dinâmica dos acontecimentos e identificar possíveis responsáveis.
Causa da morte ainda será determinada pelo IML
Outro ponto que depende dos exames periciais é a causa exata da morte da professora.
De acordo com o delegado, a vítima apresentava pequenas escoriações, mas ainda não era possível determinar se morreu em consequência de agressões físicas, asfixia, algum problema de saúde provocado durante a ação criminosa ou outra circunstância.
O exame necroscópico será fundamental para esclarecer essa questão.
O delegado explicou que, dependendo das circunstâncias, uma morte provocada durante a prática de um roubo pode caracterizar latrocínio mesmo quando não resulta diretamente de ferimentos causados pelo agressor.
O horário exato do crime também é desconhecido. A professora foi vista pelo amigo na quarta-feira, mas somente foi encontrada sem vida na tarde de quinta-feira.
A perícia deverá contribuir para delimitar o período em que a morte ocorreu.
Polícia busca imagens de câmeras de segurança
A investigação deverá contar com o trabalho da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ourinhos, responsável por aprofundar a apuração.
Segundo o delegado, uma das prioridades será localizar imagens de câmeras de monitoramento instaladas em imóveis e estabelecimentos comerciais próximos à residência.
As gravações poderão ajudar a identificar pessoas que circularam pela região, possíveis veículos utilizados e movimentações suspeitas durante o período em que o crime pode ter ocorrido.
O delegado informou que equipes de investigadores deverão percorrer a vizinhança nesta sexta-feira (9), buscando registros que possam contribuir para a identificação de um ou mais envolvidos.
A Polícia Civil também pretende esclarecer como ocorreu a entrada na residência, se houve agressão e quais foram as circunstâncias da morte.
Polícia apura possíveis suspeitos
Informações preliminares recebidas pela reportagem apontam que a polícia já estaria trabalhando com possíveis suspeitos.
Entretanto, a identificação de qualquer pessoa envolvida ainda não havia sido confirmada oficialmente até a divulgação das informações.
Também não havia confirmação de prisões relacionadas ao caso.
A Polícia Civil ressalta que o trabalho investigativo dependerá da análise dos vestígios encontrados na residência, dos exames periciais, das imagens de segurança e de eventuais depoimentos de testemunhas.
Professora era conhecida e querida na vizinhança
A morte de Adnéia provocou tristeza entre pessoas que conviviam com ela na região da Vila Nova Christoni.
Aposentada, a professora morava sozinha e, segundo o amigo Luiz, mantinha uma rotina conhecida pelos vizinhos.
O sapateiro contou que a vítima era comunicativa e costumava conversar com moradores e comerciantes da região.
A ausência do cumprimento habitual foi justamente o que o levou a desconfiar de que algo estava errado.
Durante a entrevista ao Passando a Régua, Luiz lamentou profundamente o ocorrido e pediu que as autoridades esclareçam o crime.
A notícia também causou apreensão na vizinhança, especialmente pela possibilidade de a professora ter sido surpreendida dentro da própria residência.

Polícia Civil pede ajuda da população
O delegado destacou que informações fornecidas por moradores poderão ser importantes para o esclarecimento do caso.
Pessoas que tenham percebido movimentações suspeitas, visto alguém nas proximidades da residência ou possuam gravações de câmeras de segurança poderão colaborar com a investigação.
A Polícia Civil informou que as informações recebidas serão tratadas com sigilo, visando preservar a identidade de quem contribuir com as investigações.
A investigação segue em andamento para esclarecer a causa da morte, verificar se houve subtração de objetos e identificar os responsáveis.
O Passando a Régua continuará acompanhando o caso e trará novas informações conforme o avanço das investigações policiais.
A Polícia Civil trabalha com a hipótese de latrocínio, crime de roubo seguido de morte, após encontrar sinais de que a residência havia sido vasculhada. Armários e gavetas estavam revirados, e diversos objetos haviam sido espalhados pelos cômodos.
A vítima morava sozinha e era bastante conhecida pelos moradores da região. O caso mobilizou equipes da Polícia Militar, incluindo a Força Tática, além da Polícia Civil e da Polícia Científica.
O Passando a Régua esteve no local e conversou com o sapateiro Luiz, amigo da professora, que percebeu sua ausência e acionou a polícia.
Amigo estranhou ausência da professora e chamou a polícia
O sapateiro Luiz, que trabalha há 62 anos em um estabelecimento próximo à residência da vítima, contou ao Passando a Régua que mantinha uma relação de amizade com Adnéia.
Segundo ele, a professora tinha o hábito de cumprimentá-lo diariamente, geralmente logo pela manhã.
Na quarta-feira (7), os dois chegaram a conversar normalmente. Luiz contou que a professora se despediu desejando uma boa noite.
“Ela deu boa noite para mim, mandou eu ir com Deus, ter um bom descanso. Eu falei para ela ficar com Deus também”, recordou.
Entretanto, na manhã desta quinta-feira, a rotina foi diferente. Adnéia não apareceu para cumprimentá-lo, o que chamou sua atenção.
Com o passar das horas e sem qualquer sinal da amiga, Luiz começou a ficar preocupado. Ele tentou chamá-la diversas vezes, mas não obteve resposta.
O sapateiro possuía uma chave da residência, que havia sido deixada pela própria professora para situações de emergência.
Segundo ele, a preocupação inicial era que Adnéia tivesse sofrido uma queda ou algum problema de saúde dentro de casa.
Por volta das 14h, diante da ausência de respostas, Luiz acionou a Polícia Militar.
Os policiais entraram na residência e encontraram a professora caída no chão da cozinha, já sem vida.
Casa estava revirada e vítima apresentava marcas no rosto
Durante a entrada no imóvel, os policiais encontraram sinais de que alguém havia vasculhado a residência.
Segundo as informações colhidas pela reportagem, os quartos estavam revirados, assim como outros cômodos da casa.
Luiz relatou que a professora apresentava marcas arroxeadas no rosto. A existência de pequenas escoriações também foi mencionada posteriormente pela Polícia Civil.
O amigo contou que a situação causou surpresa e tristeza entre os moradores, já que Adnéia era conhecida na vizinhança e mantinha contato frequente com as pessoas que trabalhavam nas proximidades.
Durante a reportagem, foram mencionadas possíveis marcas de pés em um muro e a hipótese de que alguém pudesse ter acessado a residência pelos fundos. Essas circunstâncias, entretanto, ainda dependem de confirmação pela investigação.
Também surgiram informações preliminares sobre o possível desaparecimento de objetos pessoais, como celular, joias e uma mala. A Polícia Civil, porém, esclareceu que ainda não foi possível confirmar se algum pertence foi efetivamente levado.
Delegado João Beffa explica por que o caso é tratado como latrocínio
Em entrevista concedida após o atendimento da ocorrência, o delegado da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), João Beffa,, explicou que os elementos encontrados na residência apontam, inicialmente, para uma ação de roubo que teria resultado na morte da professora.
Segundo ele, a forma como os cômodos foram encontrados indica que uma ou mais pessoas podem ter entrado no imóvel procurando dinheiro, joias ou outros objetos de valor.
“O local indica que foi um roubo com resultado morte. Os sinais da ação do autor ou autores indicam um roubo que acabou ocasionando a morte da vítima”, explicou.
O delegado destacou que praticamente todos os armários e gavetas haviam sido vasculhados, com objetos espalhados pelo interior da casa.
Apesar disso, como a professora morava sozinha, os familiares ainda não tinham condições de informar quais objetos estavam guardados na residência ou se algum pertence havia desaparecido.
“Os familiares sequer sabiam se ela tinha algum numerário, dinheiro, joias ou objeto de valor. Portanto, nós não sabemos até o momento se eventualmente foi subtraída alguma coisa”, afirmou.
A hipótese de latrocínio será aprofundada pela investigação, que deverá esclarecer a dinâmica dos acontecimentos e identificar possíveis responsáveis.
Causa da morte ainda será determinada pelo IML
Outro ponto que depende dos exames periciais é a causa exata da morte da professora.
De acordo com o delegado, a vítima apresentava pequenas escoriações, mas ainda não era possível determinar se morreu em consequência de agressões físicas, asfixia, algum problema de saúde provocado durante a ação criminosa ou outra circunstância.
O exame necroscópico será fundamental para esclarecer essa questão.
O delegado explicou que, dependendo das circunstâncias, uma morte provocada durante a prática de um roubo pode caracterizar latrocínio mesmo quando não resulta diretamente de ferimentos causados pelo agressor.
O horário exato do crime também é desconhecido. A professora foi vista pelo amigo na quarta-feira, mas somente foi encontrada sem vida na tarde de quinta-feira.
A perícia deverá contribuir para delimitar o período em que a morte ocorreu.
Polícia busca imagens de câmeras de segurança
A investigação deverá contar com o trabalho da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Ourinhos, responsável por aprofundar a apuração.
Segundo o delegado, uma das prioridades será localizar imagens de câmeras de monitoramento instaladas em imóveis e estabelecimentos comerciais próximos à residência.
As gravações poderão ajudar a identificar pessoas que circularam pela região, possíveis veículos utilizados e movimentações suspeitas durante o período em que o crime pode ter ocorrido.
O delegado informou que equipes de investigadores deverão percorrer a vizinhança nesta sexta-feira (9), buscando registros que possam contribuir para a identificação de um ou mais envolvidos.
A Polícia Civil também pretende esclarecer como ocorreu a entrada na residência, se houve agressão e quais foram as circunstâncias da morte.
Polícia apura possíveis suspeitos
Informações preliminares recebidas pela reportagem apontam que a polícia já estaria trabalhando com possíveis suspeitos.
Entretanto, a identificação de qualquer pessoa envolvida ainda não havia sido confirmada oficialmente até a divulgação das informações.
Também não havia confirmação de prisões relacionadas ao caso.
A Polícia Civil ressalta que o trabalho investigativo dependerá da análise dos vestígios encontrados na residência, dos exames periciais, das imagens de segurança e de eventuais depoimentos de testemunhas.
Professora era conhecida e querida na vizinhança
A morte de Adnéia provocou tristeza entre pessoas que conviviam com ela na região da Vila Nova Christoni.
Aposentada, a professora morava sozinha e, segundo o amigo Luiz, mantinha uma rotina conhecida pelos vizinhos.
O sapateiro contou que a vítima era comunicativa e costumava conversar com moradores e comerciantes da região.
A ausência do cumprimento habitual foi justamente o que o levou a desconfiar de que algo estava errado.
Durante a entrevista ao Passando a Régua, Luiz lamentou profundamente o ocorrido e pediu que as autoridades esclareçam o crime.
A notícia também causou apreensão na vizinhança, especialmente pela possibilidade de a professora ter sido surpreendida dentro da própria residência.

Polícia Civil pede ajuda da população
O delegado destacou que informações fornecidas por moradores poderão ser importantes para o esclarecimento do caso.
Pessoas que tenham percebido movimentações suspeitas, visto alguém nas proximidades da residência ou possuam gravações de câmeras de segurança poderão colaborar com a investigação.
A Polícia Civil informou que as informações recebidas serão tratadas com sigilo, visando preservar a identidade de quem contribuir com as investigações.
A investigação segue em andamento para esclarecer a causa da morte, verificar se houve subtração de objetos e identificar os responsáveis.
O Passando a Régua continuará acompanhando o caso e trará novas informações conforme o avanço das investigações policiais.
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