Uma professora de 32 anos foi vítima de estelionato na tarde desta quarta-feira, 27, em Ourinhos (SP). Criminosos se passaram pela advogada da vítima e, utilizando o aplicativo de mensagens WhatsApp, conseguiram aplicar o conhecido "golpe do falso advogado", resultando em um prejuízo financeiro de aproximadamente R$ 10 mil. O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) do município.
A abordagem e a falsa vitória judicial
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima recebeu mensagens de um perfil que utilizava o nome e a foto de sua real defensora. Os golpistas tinham informações de que a professora era parte em um processo judicial real de indenização contra uma agência de viagens.
O interlocutor informou à vítima que a ação havia sido ganha e que o montante da indenização já estava disponível para retirada. No entanto, para que a quantia fosse liberada, a professora precisaria arcar com supostas "taxas e custos processuais".
As transferências e os números utilizados
Acreditando na veracidade do contato, a professora forneceu dados pessoais e realizou transferências financeiras via PIX para chaves aleatórias fornecidas pelos criminosos.
A engenharia social do golpe envolveu duas linhas telefônicas distintas:
Primeiro contato: As mensagens iniciais de cobrança partiram do número (14) 92000-2802.
O suposto pagador: Posteriormente, os criminosos indicaram que um homem identificado como "Bruno Henrique" seria o responsável por transferir o dinheiro da ação para a professora. Para essa etapa, foi utilizado o número (67) 92002-4830, o que motivou a vítima a concluir os pagamentos exigidos.
No total, os desvios somaram cerca de R$ 10.000,00.
Alerta e investigação
A professora começou a suspeitar da transação logo após os envios, ao notar a ausência de audiências recentes no processo e a forma incomum de cobrança de taxas por mensagem. Ao entrar em contato diretamente com o escritório de sua verdadeira advogada, ela foi informada de que se tratava de uma fraude e que nenhuma solicitação de valores havia sido feita.
O golpe do falso advogado tem se tornado comum na região. Criminosos monitoram o Diário Oficial e plataformas de consulta processual para obter nomes de clientes e advogados e, em seguida, clonam ou criam perfis falsos para exigir depósitos imediatos.
A Polícia Civil já está com as mídias e capturas de tela das conversas, que foram colhidas em solo policial na CPJ de Ourinhos. O caso segue sob investigação para identificar os titulares das contas bancárias que receberam o PIX e os responsáveis pelas linhas telefônicas utilizadas no crime.
A abordagem e a falsa vitória judicial
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima recebeu mensagens de um perfil que utilizava o nome e a foto de sua real defensora. Os golpistas tinham informações de que a professora era parte em um processo judicial real de indenização contra uma agência de viagens.
O interlocutor informou à vítima que a ação havia sido ganha e que o montante da indenização já estava disponível para retirada. No entanto, para que a quantia fosse liberada, a professora precisaria arcar com supostas "taxas e custos processuais".
As transferências e os números utilizados
Acreditando na veracidade do contato, a professora forneceu dados pessoais e realizou transferências financeiras via PIX para chaves aleatórias fornecidas pelos criminosos.
A engenharia social do golpe envolveu duas linhas telefônicas distintas:
Primeiro contato: As mensagens iniciais de cobrança partiram do número (14) 92000-2802.
O suposto pagador: Posteriormente, os criminosos indicaram que um homem identificado como "Bruno Henrique" seria o responsável por transferir o dinheiro da ação para a professora. Para essa etapa, foi utilizado o número (67) 92002-4830, o que motivou a vítima a concluir os pagamentos exigidos.
No total, os desvios somaram cerca de R$ 10.000,00.
Alerta e investigação
A professora começou a suspeitar da transação logo após os envios, ao notar a ausência de audiências recentes no processo e a forma incomum de cobrança de taxas por mensagem. Ao entrar em contato diretamente com o escritório de sua verdadeira advogada, ela foi informada de que se tratava de uma fraude e que nenhuma solicitação de valores havia sido feita.
O golpe do falso advogado tem se tornado comum na região. Criminosos monitoram o Diário Oficial e plataformas de consulta processual para obter nomes de clientes e advogados e, em seguida, clonam ou criam perfis falsos para exigir depósitos imediatos.
A Polícia Civil já está com as mídias e capturas de tela das conversas, que foram colhidas em solo policial na CPJ de Ourinhos. O caso segue sob investigação para identificar os titulares das contas bancárias que receberam o PIX e os responsáveis pelas linhas telefônicas utilizadas no crime.
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