Uma professora de 55 anos foi vítima de um golpe financeiro e perdeu mais de R$ 64 mil em Ourinhos. O caso foi registrado no Plantão Policial, no último sábado, 10, após a vítima relatar que foi enganada por um indivíduo que se passou por funcionário do setor de segurança do Banco do Brasil.
Segundo o boletim de ocorrência, a professora recebeu, por volta das 10h do dia anterior (sexta-feira, dia 9), uma mensagem via aplicativo WhatsApp, enviada por um número com DDD 11. O autor se identificou como “Gabriel” e afirmou integrar a equipe de segurança do banco, informando que a conta da vítima teria sido invadida e clonada digitalmente. Para evitar prejuízos, ele orientou a realização de um suposto procedimento de segurança por meio de chamada de vídeo.
Durante a ligação, o golpista apresentou dados pessoais e bancários da própria vítima, como nome completo, endereço, número da conta e até a senha de acesso, o que gerou confiança e levou a professora a seguir as instruções. O autor afirmou que uma transferência no valor de R$ 9.030 já teria sido realizada e que, para anulá-la, seria necessário fazer outra operação no mesmo valor, alegando que transações idênticas seriam bloqueadas por “duplicidade”.
A vítima então realizou uma transferência de R$ 9.030 por meio de pagamento de código de barras para uma conta vinculada à instituição Mercado Pago. Na sequência, o golpista alegou que outras movimentações indevidas haviam ocorrido e que todas poderiam ser canceladas pelo mesmo método. Com isso, a professora efetuou mais quatro transferências de R$ 4 mil cada, além de outra no valor de R$ 2 mil, todas destinadas à mesma instituição financeira.
Ainda seguindo as orientações do criminoso, a vítima realizou mais duas transferências para pessoas físicas: uma no valor de R$ 9.800, via PIX por código de barras, e outra de R$ 2.900, via TED, ambas em nome de Thaynara Fabiana Almeida. Por fim, o golpista enviou um QR Code, afirmando que seria utilizado para a alteração da senha bancária. Ao escanear o código pelo aplicativo do banco, a professora acabou transferindo mais R$ 24.300, via PIX, para Gabriel da Silva Teixeira.
Somadas todas as transações, o prejuízo total foi de R$ 64.030. Parte do valor, cerca de R$ 48,9 mil, havia sido resgatada no mesmo dia de uma aplicação financeira junto à Brasilprev, enquanto o restante, pouco mais de R$ 15 mil, foi retirado do limite do cheque especial.
Após a última transferência, o golpista encerrou a chamada de vídeo e informou que nenhum outro procedimento seria necessário. Desconfiada, a vítima foi até a agência do Banco do Brasil em Ourinhos acompanhada da filha, onde foi orientada a restaurar o celular para as configurações de fábrica, o que resultou na perda do histórico das conversas. Também foram realizados o bloqueio da conta corrente e do cartão de crédito.
A professora foi orientada a providenciar o extrato completo das movimentações para auxiliar na identificação das contas e chaves PIX envolvidas. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
Segundo o boletim de ocorrência, a professora recebeu, por volta das 10h do dia anterior (sexta-feira, dia 9), uma mensagem via aplicativo WhatsApp, enviada por um número com DDD 11. O autor se identificou como “Gabriel” e afirmou integrar a equipe de segurança do banco, informando que a conta da vítima teria sido invadida e clonada digitalmente. Para evitar prejuízos, ele orientou a realização de um suposto procedimento de segurança por meio de chamada de vídeo.
Durante a ligação, o golpista apresentou dados pessoais e bancários da própria vítima, como nome completo, endereço, número da conta e até a senha de acesso, o que gerou confiança e levou a professora a seguir as instruções. O autor afirmou que uma transferência no valor de R$ 9.030 já teria sido realizada e que, para anulá-la, seria necessário fazer outra operação no mesmo valor, alegando que transações idênticas seriam bloqueadas por “duplicidade”.
A vítima então realizou uma transferência de R$ 9.030 por meio de pagamento de código de barras para uma conta vinculada à instituição Mercado Pago. Na sequência, o golpista alegou que outras movimentações indevidas haviam ocorrido e que todas poderiam ser canceladas pelo mesmo método. Com isso, a professora efetuou mais quatro transferências de R$ 4 mil cada, além de outra no valor de R$ 2 mil, todas destinadas à mesma instituição financeira.
Ainda seguindo as orientações do criminoso, a vítima realizou mais duas transferências para pessoas físicas: uma no valor de R$ 9.800, via PIX por código de barras, e outra de R$ 2.900, via TED, ambas em nome de Thaynara Fabiana Almeida. Por fim, o golpista enviou um QR Code, afirmando que seria utilizado para a alteração da senha bancária. Ao escanear o código pelo aplicativo do banco, a professora acabou transferindo mais R$ 24.300, via PIX, para Gabriel da Silva Teixeira.
Somadas todas as transações, o prejuízo total foi de R$ 64.030. Parte do valor, cerca de R$ 48,9 mil, havia sido resgatada no mesmo dia de uma aplicação financeira junto à Brasilprev, enquanto o restante, pouco mais de R$ 15 mil, foi retirado do limite do cheque especial.
Após a última transferência, o golpista encerrou a chamada de vídeo e informou que nenhum outro procedimento seria necessário. Desconfiada, a vítima foi até a agência do Banco do Brasil em Ourinhos acompanhada da filha, onde foi orientada a restaurar o celular para as configurações de fábrica, o que resultou na perda do histórico das conversas. Também foram realizados o bloqueio da conta corrente e do cartão de crédito.
A professora foi orientada a providenciar o extrato completo das movimentações para auxiliar na identificação das contas e chaves PIX envolvidas. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
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