O promotor de Justiça Lincoln Gakiya afirmou ao site g1 que acredita que a cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC) ordenou os assassinatos dos presos Janeferson Aparecido Mariano Gomes, conhecido como Nefo, e Reginaldo Oliveira de Sousa, o Rê. Ambos de 48 anos foram encontrados mortos na Penitenciária Maurício Henrique Guimarães Pereira (P2) em Presidente Venceslau (SP) nesta segunda-feira (17).
Nefo e Rê, ambos de 48 anos, eram acusados de participar de um plano criminoso para sequestrar e executar o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) e outras autoridades de segurança pública no Brasil. Eles foram presos em março de 2023 durante a Operação Sequaz, que investigou o esquema da facção criminosa.
Segundo Gakiya, membro do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE-SP), nenhum crime ocorre na P2 sem a permissão do PCC. "Os indícios indicam que houve uma ordem, uma determinação da cúpula. Nefo e Rê eram integrantes importantes do PCC", explicou o promotor.
Gakiya sugere que os assassinatos podem ter sido uma "queima de arquivo" ou um "acerto de contas" dentro da facção. Ele mencionou uma possível desavença entre Nefo e Patrick Ueliton Salomão, conhecido como Forjado, um líder do PCC que está em liberdade. A desavença teria ocorrido após Nefo fazer um print de tela durante uma conversa que revelou informações à polícia.
A Polícia Civil identificou os detentos suspeitos de envolvimento nas mortes de Nefo e Re. São eles:
Elidan Silva Ceu, vulgo Alemão e Talibam, de 45 anos;
Jaime Paulino de Oliveira, vulgo Japonês, de 47 anos;
Luis Fernando Baron Versalli, vulgo Teo, VV, Barão e Barom, de 53 anos; e
Ronaldo Arquimedes Marinho, vulgo Saponga, de 53 anos.
Eles foram presos em flagrante por homicídios duplamente qualificados.
Os investigadores encontraram um canivete e um punhal artesanal usados nos crimes, além de um short roxo que teria sido usado por Saponga durante as execuções. As imagens das câmeras de monitoramento e os depoimentos dos policiais penais mostraram a dinâmica dos assassinatos.
Rê foi atacado no banheiro do pátio do pavilhão 1, onde foi encontrado com perfurações na barriga, cabeça e pescoço. Nefo foi perseguido e atacado no pátio, sofrendo perfurações no abdômen e peito, além de marcas de luta corporal.
Os suspeitos negaram as acusações ou permaneceram em silêncio durante os interrogatórios. A Polícia Civil continua investigando o caso, que será acompanhado pela Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Presidente Venceslau.
O Instituto Médico Legal (IML) realizou exames necroscópicos nas vítimas e de corpo de delito nos acusados. A perícia criminalística também está conduzindo exames na penitenciária. Os quatro suspeitos passarão por audiência de custódia nesta terça-feira (18).
Nefo e Rê, ambos de 48 anos, eram acusados de participar de um plano criminoso para sequestrar e executar o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) e outras autoridades de segurança pública no Brasil. Eles foram presos em março de 2023 durante a Operação Sequaz, que investigou o esquema da facção criminosa.
Segundo Gakiya, membro do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE-SP), nenhum crime ocorre na P2 sem a permissão do PCC. "Os indícios indicam que houve uma ordem, uma determinação da cúpula. Nefo e Rê eram integrantes importantes do PCC", explicou o promotor.
Gakiya sugere que os assassinatos podem ter sido uma "queima de arquivo" ou um "acerto de contas" dentro da facção. Ele mencionou uma possível desavença entre Nefo e Patrick Ueliton Salomão, conhecido como Forjado, um líder do PCC que está em liberdade. A desavença teria ocorrido após Nefo fazer um print de tela durante uma conversa que revelou informações à polícia.
A Polícia Civil identificou os detentos suspeitos de envolvimento nas mortes de Nefo e Re. São eles:
Elidan Silva Ceu, vulgo Alemão e Talibam, de 45 anos;
Jaime Paulino de Oliveira, vulgo Japonês, de 47 anos;
Luis Fernando Baron Versalli, vulgo Teo, VV, Barão e Barom, de 53 anos; e
Ronaldo Arquimedes Marinho, vulgo Saponga, de 53 anos.
Eles foram presos em flagrante por homicídios duplamente qualificados.
Os investigadores encontraram um canivete e um punhal artesanal usados nos crimes, além de um short roxo que teria sido usado por Saponga durante as execuções. As imagens das câmeras de monitoramento e os depoimentos dos policiais penais mostraram a dinâmica dos assassinatos.
Rê foi atacado no banheiro do pátio do pavilhão 1, onde foi encontrado com perfurações na barriga, cabeça e pescoço. Nefo foi perseguido e atacado no pátio, sofrendo perfurações no abdômen e peito, além de marcas de luta corporal.
Os suspeitos negaram as acusações ou permaneceram em silêncio durante os interrogatórios. A Polícia Civil continua investigando o caso, que será acompanhado pela Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Presidente Venceslau.
O Instituto Médico Legal (IML) realizou exames necroscópicos nas vítimas e de corpo de delito nos acusados. A perícia criminalística também está conduzindo exames na penitenciária. Os quatro suspeitos passarão por audiência de custódia nesta terça-feira (18).





