Uma noite de sono mal aproveitada pode ter impactos diversos na saúde, na produtividade do trabalho e até mesmo no bolso. De acordo com estudos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 72% dos brasileiros sofrem de doenças relacionadas ao sono, entre elas, a insônia.
Analisando os impactos dos distúrbios do sono na população, pesquisadores norte-americanos estimaram que uma má qualidade de sono pode custar entre US$ 3.400 a US$ 5.200 adicionais em gastos com saúde por ano para cada pessoa. A pesquisa revela que o prejuízo em produtividade para empresas pode subir até 144% no caso de colaboradores que sofrem de insônia.
Diante da rotina agitada e das pressões do dia a dia, é comum que muitas pessoas acabem não priorizando os cuidados para dormir bem — com 7 a 8 horas de sono, considerado o tempo ideal recomendado pelas organizações internacionais de saúde.
E o ambiente onde se dorme é um dos fatores que estão diretamente ligados à qualidade do sono. Além de garantir um local tranquilo, com pouca incidência de luz e temperatura controlada, a qualidade de colchões e travesseiros pode ser determinante para uma boa noite de sono.
Escolher um colchão adequado para cada biotipo, considerando o peso e altura de cada pessoa, também contribui para a saúde do sono. Colchões de molas, por exemplo, apresentam maior firmeza, enquanto os de espuma são mais maleáveis e menos duráveis.
Apesar disso, muitas pessoas não veem os gastos com conforto no quarto como um investimento, capaz de trazer mais saúde e bem-estar. E o motivo não é o preço. Segundo o Anuário de Colchões de 2024, levantamento produzido por indústrias do setor, o ticket médio por peça vendida no Brasil não chega a R$ 900, o que representa 20% da média nos Estados Unidos, onde o gasto é superior a 900 dólares.
Por outro lado, a indústria de colchões segue inovando para oferecer uma experiência de sono cada vez melhor e adaptada às necessidades de cada pessoa, investindo em novas tecnologias e em produtos premium. Entre eles, estão novos colchões com tecnologias importadas e com proposta sustentável, com componentes totalmente biodegradáveis. A Castor colchões está entre as empresas que têm investido em novidades para atender às exigências do consumidor.
Recentemente, a fabricante trouxe para o Brasil um novo sistema desenvolvido na Suiça, com 230 molas ensacadas por m², capaz de oferecer ao colchão mais suporte de peso, além de silêncio e durabilidade superior a dos materiais convencionais do segmento.
A novidade faz parte da linha "GreenStar" da fabricante, que aposta em detalhes como o tecido em algodão orgânico belga, que promete maior conforto e maciez. Na mesma linha, o colchão de espuma ecológica de densidade 33, dupla face, permite a escolha entre um lado mais macio e outro mais firme, sem abrir mão da estabilidade ergonômica.
Os novos produtos apresentados no mercado brasileiro também ajudam o meio-ambiente: são fabricados com matérias primas biodegradáveis de origem vegetal e zero emissão de carbono.
Analisando os impactos dos distúrbios do sono na população, pesquisadores norte-americanos estimaram que uma má qualidade de sono pode custar entre US$ 3.400 a US$ 5.200 adicionais em gastos com saúde por ano para cada pessoa. A pesquisa revela que o prejuízo em produtividade para empresas pode subir até 144% no caso de colaboradores que sofrem de insônia.
Diante da rotina agitada e das pressões do dia a dia, é comum que muitas pessoas acabem não priorizando os cuidados para dormir bem — com 7 a 8 horas de sono, considerado o tempo ideal recomendado pelas organizações internacionais de saúde.
E o ambiente onde se dorme é um dos fatores que estão diretamente ligados à qualidade do sono. Além de garantir um local tranquilo, com pouca incidência de luz e temperatura controlada, a qualidade de colchões e travesseiros pode ser determinante para uma boa noite de sono.
Escolher um colchão adequado para cada biotipo, considerando o peso e altura de cada pessoa, também contribui para a saúde do sono. Colchões de molas, por exemplo, apresentam maior firmeza, enquanto os de espuma são mais maleáveis e menos duráveis.
Apesar disso, muitas pessoas não veem os gastos com conforto no quarto como um investimento, capaz de trazer mais saúde e bem-estar. E o motivo não é o preço. Segundo o Anuário de Colchões de 2024, levantamento produzido por indústrias do setor, o ticket médio por peça vendida no Brasil não chega a R$ 900, o que representa 20% da média nos Estados Unidos, onde o gasto é superior a 900 dólares.
Por outro lado, a indústria de colchões segue inovando para oferecer uma experiência de sono cada vez melhor e adaptada às necessidades de cada pessoa, investindo em novas tecnologias e em produtos premium. Entre eles, estão novos colchões com tecnologias importadas e com proposta sustentável, com componentes totalmente biodegradáveis. A Castor colchões está entre as empresas que têm investido em novidades para atender às exigências do consumidor.
Recentemente, a fabricante trouxe para o Brasil um novo sistema desenvolvido na Suiça, com 230 molas ensacadas por m², capaz de oferecer ao colchão mais suporte de peso, além de silêncio e durabilidade superior a dos materiais convencionais do segmento.
A novidade faz parte da linha "GreenStar" da fabricante, que aposta em detalhes como o tecido em algodão orgânico belga, que promete maior conforto e maciez. Na mesma linha, o colchão de espuma ecológica de densidade 33, dupla face, permite a escolha entre um lado mais macio e outro mais firme, sem abrir mão da estabilidade ergonômica.
Os novos produtos apresentados no mercado brasileiro também ajudam o meio-ambiente: são fabricados com matérias primas biodegradáveis de origem vegetal e zero emissão de carbono.



