A brasileira Rayssa Leal, de 17 anos, brilhou mais uma vez no skate mundial ao conquistar, neste domingo (7), o tetracampeonato da Street League Skateboarding (SLS), o principal circuito da modalidade. A final, realizada no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, reuniu quase 10 mil torcedores, que vibraram com a performance da “Fadinha”.
A disputa teve clima de decisão mundial. Com o cancelamento do Campeonato Mundial de 2025, a etapa paulista da SLS tornou-se a competição mais importante da temporada, reunindo as principais estrelas do skate street feminino.
Mesmo competindo com dores — após uma queda no treino que resultou em batida na cabeça, torcicolo e entorse no tornozelo direito — Rayssa mostrou domínio, técnica e frieza.
“Estou muito feliz, não tenho palavras. Era 100% a meta do ano. Mesmo machucada, competi muito feliz e fiquei 100% para a competição”, comemorou a campeã.

Rayssa Leal em ação na final da SLS Super Crown — Foto: Pablo Vaz/SLS
Domínio sobre a forte equipe japonesa
A final contou com uma presença maciça de atletas do Japão, país que lidera o skate feminino no cenário olímpico. Entre as finalistas estavam:
A disputa teve clima de decisão mundial. Com o cancelamento do Campeonato Mundial de 2025, a etapa paulista da SLS tornou-se a competição mais importante da temporada, reunindo as principais estrelas do skate street feminino.
Mesmo competindo com dores — após uma queda no treino que resultou em batida na cabeça, torcicolo e entorse no tornozelo direito — Rayssa mostrou domínio, técnica e frieza.
“Estou muito feliz, não tenho palavras. Era 100% a meta do ano. Mesmo machucada, competi muito feliz e fiquei 100% para a competição”, comemorou a campeã.

Rayssa Leal em ação na final da SLS Super Crown — Foto: Pablo Vaz/SLS
Domínio sobre a forte equipe japonesa
A final contou com uma presença maciça de atletas do Japão, país que lidera o skate feminino no cenário olímpico. Entre as finalistas estavam:
- Coco Yoshizawa, atual campeã olímpica;
- Liz Akama, medalhista de prata;
- Yuna Nakayama, bronze em Tóquio 2021;
- Yumeka Oda, campeã mundial.
A australiana Chloe Covell, destaque internacional e a mais jovem da final, também esteve na disputa.
A trajetória da vitória
Rayssa começou a competição com uma volta sólida, recebendo nota 8,3 e assumindo a liderança. Nas manobras individuais, manteve o alto nível:
A trajetória da vitória
Rayssa começou a competição com uma volta sólida, recebendo nota 8,3 e assumindo a liderança. Nas manobras individuais, manteve o alto nível:
- Abriu a série com uma de suas manobras características pelo corrimão redondo, marcando 7,5 e ampliando a vantagem.
- Mesmo com uma queda na segunda rodada, permaneceu no topo.
- Na terceira, cravou uma manobra decisiva e recebeu 8,7, garantindo novamente o primeiro lugar.
- Na penúltima rodada, fez 8,1, consolidando a liderança.
Na última tentativa, as principais rivais — Oda e Covell — caíram, perdendo a chance de ultrapassá-la. Assim, Rayssa chegou à sua última manobra já como campeã, para delírio do público.
Juventude no topo
A final reforçou o domínio das atletas jovens no skate street mundial: a mais velha entre as finalistas era Nakayama, com apenas 20 anos. Rayssa completará 18 em janeiro e segue ampliando seu legado como uma das maiores skatistas da história.
Com o tetracampeonato, Rayssa Leal não apenas reafirma seu protagonismo no skate, como também coloca o Brasil mais uma vez no topo do cenário mundial da modalidade.
Juventude no topo
A final reforçou o domínio das atletas jovens no skate street mundial: a mais velha entre as finalistas era Nakayama, com apenas 20 anos. Rayssa completará 18 em janeiro e segue ampliando seu legado como uma das maiores skatistas da história.
Com o tetracampeonato, Rayssa Leal não apenas reafirma seu protagonismo no skate, como também coloca o Brasil mais uma vez no topo do cenário mundial da modalidade.



